CORONEL CRITICA PERDÃO DADO POR GOVERNADOR E DEPUTADOS
Com a anistia
dada a 23 policiais militares expulsos da corporação, o Governo do
Estado do Espírito Santo gastará R$ 839.148,80, já que vai pagar
salários retroativos a eles, além de férias, décimo-terceiro salário,
auxílio-alimentação e auxílio-fardamento. O projeto do governador foi
aprovado pelos deputados estaduais. Os PMs participaram da greve ilegal
em fevereiro de 2017. O maior valor retroativo será de quase R$ 69 mil,
a ser pago a uma terceiro-sargento. O salário (subsídio) é de R$
4,775,95. Um cabo, que ganha mensalmente R$ 3.707,69 (em média),
receberá 54.672,17 de retroativo. Os soldados, cujos vencimentos mensais
são de R$ 2,833,99 (em média), receberão entre R$ 22.801,90 a R$
49.443,15. Em 2019, os gastos dos cofres públicos com PMs reintegrados
somarão mais de R$ 1 milhão.
O coronel Nylton Rodrigues -
comandante da PM na época da greve - criticou o projeto do governador
Renato Casagrande anistiando os policiais que aderiram à paralisação. O
oficial não acredita que as "feridas" serão fechadas "premiando a
indisciplina e insubordinação". Segundo ele, a "hierarquia e a
disciplina são pilares que sustentam a PM por 183 anos". Disse que "atos
de insubordinação e ofensas foram registrados". Para Rodrigues, a
"anistia geral sem separar o joio do trigo... rasga a Constituição
Federal... o regulamento disciplinar da PM e nossos valores e
princípios". (16-01-2019). Fonte: JornalATribuna-ES.
TEXTO E FOTOS
(reproduzidas do jornal impressoATribuna): Repórter, radialista e
blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES, para suas páginas na web: reporterpaulomaciel.blogspot.com e facebook.com/paulomacieldaradio (16-01-2019)


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