Liturgia de 22 de abril de 2019. SEGUNDA-FEIRA - OITAVA DA PÁSCOA. Cor dos paramentos litúrgicos: Branca. (Glória, Prefácio da Páscoa I, Ofício próprio). São Caio. 1ª Leitura: Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 2,14.22-32): "E agora, exaltado pela direita de Deus, Jesus recebeu o Espírito Santo que fora prometido pelo Pai, e o derramou, como estais vendo e ouvindo.". Salmo Responsorial (Sl 16,1-2a.5.7-8.9-10.11 (R: 1)): "R: Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!" Evangelho de Jesus Cristo, segundo João (Mt 28,8-15): "Naquele tempo, as mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos." Fonte: www.nova alianca.com.br Edição, pesquisa, filmagem: Repórter, radialista e blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES, para seus endereços na web: paulo roberto maciel (canal no youtube), reporterpaulomaciel.blogspot.com e facebook.com/paulomacieldaradio (21/04/2019)
SANTO DO DIA 22 DE ABRIL - SÃO CAIO (Fonte: www.a12.com )
Papa Caio nasceu na
Dalmácia, de família cristã da nobreza romana, parente distante do
Imperador Diocleciano. Caio foi eleito no dia 17 de dezembro de 283.
Governou a Igreja durante treze anos, num período de trégua nas
perseguições.
Antes de sua eleição, o Papa Caio transformou sua casa em igreja. Lá, ouviam os aflitos, os pecadores; auxiliavam os pobres e doentes; celebravam as missas, distribuíam a eucaristia e ministrados os sacramentos do batismo e do casamento.
O grande contratempo enfrentado pelo Papa Caio se deu no âmbito interno do próprio clero, devido a crescente multiplicação de heresias, criando uma grande confusão entre os devotos cristãos.
Nós sabemos, pelos escritos da Igreja, que apesar do seu parentesco com o imperador, o Papa se recusou a ajudar Diocleciano, que pretendia receber a sobrinha dele como sua futura nora. A ira do soberano mandou matar todos os cristãos, começando pelo seu parente Caio.
Papa Caio morreu decapitado em 22 de abril de 296. A Igreja confirmou a sua santificação e o seu martírio. As suas relíquias foram depositadas primeiro no cemitério de São Calixto. Depois foram trasladadas para a igreja que foi erguida no local da casa onde ele viveu, em Roma.
Antes de sua eleição, o Papa Caio transformou sua casa em igreja. Lá, ouviam os aflitos, os pecadores; auxiliavam os pobres e doentes; celebravam as missas, distribuíam a eucaristia e ministrados os sacramentos do batismo e do casamento.
O grande contratempo enfrentado pelo Papa Caio se deu no âmbito interno do próprio clero, devido a crescente multiplicação de heresias, criando uma grande confusão entre os devotos cristãos.
Nós sabemos, pelos escritos da Igreja, que apesar do seu parentesco com o imperador, o Papa se recusou a ajudar Diocleciano, que pretendia receber a sobrinha dele como sua futura nora. A ira do soberano mandou matar todos os cristãos, começando pelo seu parente Caio.
Papa Caio morreu decapitado em 22 de abril de 296. A Igreja confirmou a sua santificação e o seu martírio. As suas relíquias foram depositadas primeiro no cemitério de São Calixto. Depois foram trasladadas para a igreja que foi erguida no local da casa onde ele viveu, em Roma.
-Reflexão :
Hoje mais uma vez fazemos memória de um pastor da Igreja que soube
dedicar-se à missão de fazer o Cristo conhecido e amado. São Caio foi
um homem do seu tempo, alegre e lutador. Sua posição na cátedra de Pedro
não lhe tirou sua humildade e caridade com os mais pequenos. Voltemos
hoje nossas orações para os líderes de nossas comunidades, pedindo que
Deus os cumule de sabedoria e simplicidade, para que a Igreja seja
marcada pelo profundo respeito entre os homens e mulheres.
-Oração :
Deus eterno e todo-poderoso, quiseste que São Caio governasse todo
o vosso povo, servindo-o pela palavra e pelo exemplo. Guardai, por suas
preces, os pastores de vossa Igreja e as ovelhas a eles confiadas,
guiando-os no caminho da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso
filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
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