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roberto maciel E NA REDE SOCIAL www.facebook.com/paulomacieldaradio
--Liturgia
Diária da Palavra, 11/02/2020. Terça-Feira da V SEMANA DO TEMPO COMUM. Santo do dia: NOSSA SENHORA DE LOURDES. Cor: verde. Rito: Ofício do dia. 1ª Leitura: Leitura do Primeiro Livro dos Reis (1 Rs 8,22-23.27-30): "Ouve as súplicas de teu servo e de teu povo
Israel, quando aqui orarem. Escuta-os do alto da tua morada, no céu,
escuta-os e perdoa!". Salmo Responsorial: (Sl 84,3.4.5.10,11 (R: 2)): "R: Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!" Evangelho de Jesus Cristo
segundo São Marcos ((Mc 7,1-13): "'De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos. Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens'." Fonte:
www.novaalianca.com.br .
Edição, filmagem e narração: repórter,
radialista e blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES, para seus endereços
na web: paulo roberto maciel (canal no youtube),
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(10/02/2020)
Nossa Senhora de Lourdes
No dia 11 de fevereiro de 1858, três
meninas saem da humilde casa de um desempregado, o moleiro Soubirous, e
vão apanhar lenha às margens do rio Gave. São elas: Bernadete, uma irmã e
uma amiga.
O tempo está nublado, faz frio e elas
precisam atravessar um riacho raso para chegar ao penhasco rochoso de
Massabielle. Bernadete sofre de asma, detém-se ao longo da margem,
enquanto as outras duas atravessam o rio.
Nisso, um súbito sussurro entre as
árvores desperta a atenção de Bernadete, que ergue o olhar e vê na
cavidade da rocha uma “Senhora” jovem, belíssima, vestida de branco, que
lhe sorri. A menina encontra-se com as duas companheiras e conta-lhes o
que viu.
Os pais, informados pela irmãzinha,
proíbem Bernadete de voltar à gruta; depois, vendo-a em lágrimas, cedem
e, no domingo, 18 de fevereiro, 20 pessoas para lá se dirigem em
companhia da vidente.
A “Senhora” já está esperando por ela.
Sorri quando Bernadete borrifa a rocha com água benta: “Tu me queres
fazer o favor”, disse-lhe, “de vir aqui a cada 15 dias? Não te prometo a
felicidade neste mundo, mas no outro”.
No dia 21 de fevereiro, entre a
multidão, acham-se disfarçados três policiais e alguns funcionários do
governo. De repente, o rosto de Bernadete se ilumina e os homens
descobrem a cabeça quando dos lábios da menina ouvem sair este grito:
“Penitência!”
No dia seguinte a Senhora manda beber da fonte… que naquele momento esguicha aos pés da pedra. É a fonte milagrosa!
No dia 27 de fevereiro convida a menina a
beijar a terra como sinal de penitência pelos pecadores. E diz: “Tu
mandarás o sacerdote construir aqui uma capela”. Mas o padre Peyramale
não é amável com Bernadete: “Pergunta àquela Senhora como se chama”.
Na noite entre 24 e 25 de março,
Bernadete transmite à Senhora o pedido do pároco. “Eu sou a Imaculada
Conceição”, responde a Senhora. Uma resposta inesperada, ao menos nessa
formulação, e o pároco, tocado, crê. Quatro anos antes, Pio IX
proclamara solenemente o dogma da Imaculada, mas Bernadete — “a mais
ingênua” dentre as adolescentes da paróquia, que não sabia nem ler nem
escrever — o ignorava.
Lourdes torna-se o centro para onde
convergem os doentes de corpo e alma, à procura do milagre mais
cobiçado: a serenidade. A Bernadete ficou reservado, entre as quatro
paredes do convento de Nevers, o privilégio do sofrimento, como penhor
da conversão dos pecadores.
NOSSA SENHORA DE LOURDES, ROGAI POR NÓS!
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