quarta-feira, 20 de maio de 2026

LITURGIA.02/06/2026, 3ª-F. - 9ª *S.T.C. - SANTOS: Marcelino e Pedro - Mártires, Eugênio I, Nicolau, Blandina. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

Missa,7h,Cat.,Colat., 12-4-26.POR rep. Paulo Maciel
- LITURGIA.02/06/2026 - TERÇA-FEIRA - IX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou SANTOS MARCELINO E PEDRO - MÁRTIRES (Mem. facult.. Cor vermelha). - 1ª Leitura: Leitura da Segunda Carta de São Pedro (2Pd 3, 12-15a. 17-18): "...esperamos, de acordo com a sua promessa, ... novos céus e ... nova terra...". - Sl 89 (90), 2.3-4.10.14 e 16 (R. 1). R.: "Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 12, 13-17): " ...'Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus'...". - FONTES: diversas. - SANTOS DO DIA 02 DE JUNHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - Santos Marcelino, presbítero, e Pedro, exorcista (†304 Roma). Foram mártires durante a perseguição do imperador Diocleciano. DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, a vida e o martírio de Marcelino e Pedro Exorcista ocorreram no contexto da grande perseguição contra a Igreja de Cristo, no século IV, por parte do Imperador Diocleciano. Foram mártires por causa do amor a Jesus. Marcelino era um padre muito estimado pelo clero de Roma, e Pedro era um padre exorcista. Conhecidos pela comunidade, rapidamente foram denunciados por serem cristãos e estarem atuando para a conversão de muitos. Foram presos, e, na cadeia, souberam que o responsável daquela prisão - Artêmio - estava deprimido, e quiseram saber o porquê. A filha dele estava sendo oprimida pelo Maligno. Eles, então, anunciaram Jesus àquele pai, e falaram do poder do Senhor para libertá-la. Conseguiram liberação, foram até a casa da família, anunciaram Jesus e oraram pela libertação da criança, explicando que a cura viria pela conversão sincera da família. Por graça, toda a família se converteu, aceitando o santo batismo. Este pai de família, juntamente com a esposa e filha, após evangelizarem publicamente, também foram martirizados. Diante das tantas obras realizadas, e após conseguirem a conversão do próprio carcereiro e de sua família, as autoridades não mais esperaram e os condenaram à decapitação. No entanto, para evitar qualquer movimentação da população, tudo foi feito de forma isolada. Não queriam que soubessem onde os seus corpos seriam deixados. Quando tudo isso aconteceu, o futuro Papa Dâmaso I era um adolescente e testemunhou os fatos, os quais ele narra tempos depois: “Marcelo e Pedro foram torturados, levados para um bosque, conhecido como Selva Negra, onde foram obrigados a uma última e cruel humilhação - escavar suas próprias covas - e, por fim, decapitados”. O fato se deu no ano de 304. Depois de muito tempo que seus corpos ficaram escondidos, uma mulher chamada Lucila os encontrou e, no desejo de dar-lhes uma digna sepultura, transladou os restos mortais. A devoção aos santos se espalhou por toda a Igreja Católica. O imperador Constantino edificou uma igreja para homenageá-los, e o Papa Virgílio também introduziu os nomes dos santos Marcelino e Pedro no próprio Cânon da Missa. - Santo Eugênio I, Papa (†657). Sucedeu a São Martinho I e combateu, como ele, a heresia dos monotelistas. - São Nicéforo de Constantinopla, Bispo (†829). Era simples leigo quando foi aclamado Patriarca de Constantinopla. Exilado pelo Imperador iconoclasta Leão V, por defender o culto às imagens sagradas. - São Nicolau (†1094). Peregrino que percorria a região da Apúlia, Itália, levando na mão um Crucifixo e invocando sem cessar o perdão de Deus. - Santa Blandina (†177). Ela foi decapitada em Lyon, França, nos tempos do imperador Marco Aurélio, após sofrer numerosos tormentos. DE ACORDO com o Facebook 'santosEsantas', ´2 de junho (relembram-se )Santa Blandina e companheiros, Mártires de Lyon . Em 177 começou em Lyon uma perseguição contra os cristãos, de acordo com os decretos do imperador Marcos Aurélio. O Martirologio Romano recorda no dia 2 de junho um grupo de 48 mártires mortos mais ou menos ao mesmo tempo em ódio à fé cristã, em Lyon e em Vienne, na França, que são chamados normalmente de Mártires de Lyon. O martírio é narrado por testemunhas da época.A história completa está numa carta que a Igreja da Gália enviou, logo após os eventos, à Igreja de Smyrna, aos cristãos da Ásia e da Frígia, e que o historiador Eusébio de Cesareia incluiu integralmente em sua "História Eclesiástica". O grupo de mártires é liderado por São Fotino, bispo nonagenário, e o segundo nome é o de Blandina, que era uma escrava cristã, presa juntamente com sua senhora. Blandina era originária da Ásia Menor, mais especificamente da região central da atual Turquia. Apesar dos temores que os outros cristãos alimentavam com relação à sua fidelidade na fé, ela mostrou uma firmeza bastante extraordinária ao enfrentar o martírio, em que não lhe foi poupada a crueldade. Ela repetia: "Eu sou uma cristã e entre nós não há mal nenhum". Ela foi conduzida inicialmente ao anfiteatro Trois Gaules, que ainda existe na cidade de Lyon, e foi pendurada num poste em forma de cruz. Ela rezou em voz alta e as feras não a atacaram. Em seguida, ela foi levada para a arena, juntamente com outros fiéis, sobreviventes de várias torturas, onde ela foi forçada a testemunhar a terrível morte de seus companheiros, enquanto superava mais uma vez o tormento da grelha ardente. Ficando sozinha, caiu sobre ela a ferocidade pagã: desnuda e coberta com uma rede foi exposta às vaias dos espectadores e à fúria de um touro, que a golpeou com os chifres, jogou-a para o ar várias vezes e, finalmente, foi morta pela espada. Os pagãos mesmos declararam que jamais uma mulher sofrera tantos e tão duros tormentos. Santa Blandina, escrava na vida mas mártir heroica e gloriosa na morte, é representada na arte, ao longo dos séculos, com os atributos de seu suplício: a rede, o touro, a grelha e o leão. Blandina é a santa padroeira da cidade de Lyon. É também, com Santa Marta, padroeira das empregadas. Ela é comemorada dia 2 de junho junto com os outros mártires de Lyon. (heroinasdacristandade.blogspot.pt/)`.- Beato Sadoc, presbítero, e companheiros, mártires (†1250). Superior do convento dominicano de Sandomierz, Polônia, foi trucidado pelos tártaros, junto com outros quarenta e oito religiosos, enquanto cantavam a Salve Regina.

LITURGIA.01/06/2026, 2ª-F. - S.JUSTINO - 9ª *S.T.C. - SANTOS: Simeão de Siracusa, Aníbal M.F., José Túc. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

Missa,7h,Cat.,Colat., 12-4-26.POR rep. Paulo Maciel
- LITURGIA.01/06/2026 - SEGUNDA-FEIRA - SÃO JUSTINO - MÁRTIR - IX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Vermelha. Rito: Ofício da Memória - 1ª Leitura: Leitura da Segunda Carta de São Pedro (2Pd 1, 2-7): "...seu divino poder nos deu tudo o que contribui para a vida...". - Sl 90 (91), 1-2.14-15ab.15c-16 (R. 2b). R.: "Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 12, 1-12): " ...'A pedra que os construtores deixaram de lado, tornou-se a pedra mais importante'...". - FONTES: diversas. - SANTOS DO DIA 01 DE JUNHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - São Justino, mártir (†c. 165 Roma). Denunciado por um de seus discípulos, esse Santo filósofo sofreu o martírio por amor a Cristo. DE ACORDO com o "site" ' rs21',  Justino nasceu em Flávia Neápolis, na Samaria (Israel), no início do século II d.C. e pertence à plêiade de pensadores que em cada período da história da Igreja tentam uma síntese da provisória sabedoria humana e das inalteráveis afirmações da revelação cristã. O itinerário da sua conversão a Cristo passa pela experiência estoica, pitagórica, aristotélica e neoplatônica. Daí o desenlace quase inevitável, ou melhor, providencial e a adesão à verdade integral do cristianismo. Ele mesmo conta que, insatisfeito com as respostas dadas pelas várias filosofias, retirou-se para um lugar deserto, à beira-mar, para meditar e que um velho, a quem tinha confiado sua desilusão, respondeu-lhe que nenhuma filosofia podia satisfazer o espírito humano, porque a razão sozinha é incapaz de garantir a posse plena da verdade sem o auxílio de Deus. Foi assim que Justino aos trinta anos descobriu o cristianismo, tornou-se seu propagador e para proclamar ao mundo essa sua descoberta escreveu suas duas Apologias. A primeira delas dedicou-a ao imperador Antonino Pio e ao filho Marco Aurélio, ao Senado e ao povo romano. Escreveu outras obras, pelo menos oito, entre as quais a mais considerável é intitulada Diálogo com Trifão e é relembrada porque abre o caminho à polêmica antijudaica na literatura cristã. Mas as duas Apologias permanecem como o documento mais importante, porque destes escritos aprendemos como era explicado o cristianismo naquela época e como eram celebrados os ritos litúrgicos, em particular a administração do batismo e a celebração do mistério eucarístico, Aqui não há argumentações filosóficas, mas comoventes testemunhos de vida da primitiva comunidade cristã, à qual Justino está feliz de pertencer: “Eu, um deles…” Tal afirmação podia custar-lhe a vida. De fato Justino pagou com a vida a sua pertença à Igreja. Por ocasião de sua ida a Roma, foi denunciado por um hipócrita e cínico filósofo, Crescêncio, com quem havia disputado por muito tempo. Também o magistrado que o julgou era filósofo estoico, amigo e confidente de Marco Aurélio. Mas para o magistrado, Justino não passava de simples cristão, igual a seus seis companheiros, entre os quais uma mulher, todos condenados à decapitação pela sua fé em Cristo. Do martírio de são Justino e companheiros se conservam as Atas autênticas.` - São Simeão de Siracusa, eremita (†1035). Depois de levar vida eremítica em Belém e no Monte Sinai, terminou seus dias recluso na torre da Porta Negra de Tréveris, Alemanha. - São José Túc, mártir (†1862). Camponês de 20 anos decapitado na cidade de Hung Yên, Vietnã, por ter-se recusado a pisar sobre a Santa Cruz. - Santo Aníbal Maria Di Francia, presbítero (†1927). Fundador da Congregação dos Padres Rogacionistas do Coração de Jesus e a das Filhas do Divino Zelo, em Messina, Itália. - Beato João Pelingotto (†1304). Terciário franciscano de Urbino, Itália. Retirou-se para viver numa cela, de onde só saía para atender os pobres e enfermos. - Beato Afonso Navarrete, presbítero, e companheiros, mártires (†1617). Sacerdote dominicano que foi martirizado com um padre da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho e um religioso da Companhia de Jesus por ordem do comandante supremo Hidetada. - Beato João Batista Scalabrini, Bispo (†1905). Bispo de Piacenza, fundador dos Padres Scalabrinianos e das Irmãs Missionárias de São Carlos.

LITURGIA.30/05/2026, Sáb. - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Fernando III, Joana D'Arc, Basílio e Emília. POR rep.Paulo Maciel

LITURGIA.30/05/2026, Sáb. - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Fernando III, Joana D'Arc, Basílio e Emília. POR rep.Paulo Maciel - POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio - LITURGIA.30/05/2026 - SÁBADO - VIII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou Nª Srª, no sáb.. - 1ª Leitura: Leitura da Carta de São Judas (Jd 17. 20b-25): "...Jesus Cristo, nosso Senhor: glória, majestade, poder e domínio...". - Sl 62 (63), 2.3-4.5-6 (R. 2b). R.: "A minha alma tem sede de vós, ó Senhor!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 11, 27-33): " ...'O batismo de João vinha do céu ou dos homens?'...". - FONTES: diversas. - SANTOS DO DIA 30 DE MAIO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - Santos Basílio e Emília (†349 e 372). Casal virtuoso da Capadócia (atual Turquia), instruiu no caminho da perfeição seus dez filhos, dos quais quatro são venerados nos altares: São Basílio Magno, São Gregório de Nisa, São Pedro de Sebaste e Santa Macrina. - São Fernando III, Rei de Castela e Leão (†1252). Grande devoto da Virgem Maria, foi prudente na administração do reino, cultivador das artes e das ciências e zeloso na propagação da Fé. - Santa Joana d’Arc, Virgem (†1431). Após ter combatido valentemente em defesa da Pátria, foi entregue nas mãos dos inimigos, condenada num processo iníquo e queimada viva. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Joana D’Arc foi uma jovem que restituiu a honra à coroa da França e morreu acusada, falsamente, de heresia... Joana D"Arc guiou o exército para libertar Orléans das mãos dos britânicos, por uma imperiosa missão divina... Foram 19 anos de vida: nasceu em 6 de janeiro de 1412, em Domremy, nordeste da França, ajudou sua família em casa e nos campos, mal conseguindo rezar. ... Aos 13 anos de idade, ouviu vozes do Céu e se sentiu envolvida num grande projeto. A missão que lhe foi incumbida era livrar a França de inimigos e proclamar Carlos VII, rei, seguindo as vozes dos santos Arcanjo Miguel, Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia... As vozes foram classificadas como brincadeiras de uma analfabeta... Todavia, a jovem, de 17 anos, fugiu de casa e predisse com exatidão uma derrota da França contra os invasores britânicos. Então suas “fantasias” adquiriram valor. Ao ser examinada por teólogos, que a interrogaram sobre a sua fé, Joana foi posta à frente de um exército, que marchou para Orléans e a cercou... Em oito dias, os ingleses foram, várias vezes, derrotados na batalha, onde a audácia da jovem foi incomparável. Orléans foi libertada e em 17 de julho de 1429 atingiu o auge da sua glória: Carlos VII foi coroado em Reims e, ao seu lado, Joana d'Arc, com seu estandarte. No entanto, duas forças opostas e similares conspiraram contra a donzela. De um lado, os ingleses, que não aceitavam ser derrotados por uma jovem. De outro, os próprios franceses, generais e clérigos, que não queriam ser suplantados pelo mesmo motivo. Por isso, enquanto Joana D’Arc guiava a libertação de Compiègne, a ponte levadiça foi levantada antes que ela pudesse se livrar. Assim a jovem foi capturada pelos borgonheses. Era o dia 23 de maio de 1430. Após dois dias, a Universidade de Paris pediu aos membros da Inquisição que a jovem fosse julgada por feitiçaria. Carlos VII fez bem pouco para libertá-la e, no dia 21 de novembro, Joana foi entregue aos ingleses... No julgamento perguntaram-lhe, entre outras coisas, se ela estava na graça de Deus e Joana respondeu: “Se eu estiver, Deus me protegerá. Se não estiver, que Deus me permita tê-la, pois prefiro morrer a não estar na graça de Deus!”. A heroína da França foi considerada uma herege e, em 30 de maio de 1431, foi obrigada a subir na fogueira, preparada na praça do Vieux-Marché, em Rouen, onde morreu queimada viva, com os olhos fixos na grande cruz, que o frade Isembard de la Pierre havia levado para ela. A Igreja a reabilitou solenemente em 1456. O Papa Pio X a beatificou em 1910 e, dez anos depois, Bento XV a canonizou. - São Lucas Kirby, presbítero e mártir (†1582). Após sofrer inúmeros tormentos, foi suspenso na forca em Tyburn, Londres, durante o reinado de Isabel I. - São Matias Kalemba, mártir (†1886). Cognominado Mulumba o Forte, em Kampala, Uganda, abandonou o culto maometano, foi batizado, renunciou ao cargo de juiz e se dedicou a difundir a doutrina católica, sendo por isso torturado e morto por ordem do rei Mwanga. - São José Marello, Bispo (†1895). Bispo de Acqui, no Piemonte, Itália, fundador da Congregação dos Oblatos de São José. - Beato Guilherme Scott, presbítero e mártir (†1612). Nascido numa família anglicana, converteu-se ao catolicismo e fez-se beneditino. Foi morto no reinado de Jaime I da Inglaterra, por exercer clandestinamente seu ministério sacerdotal.
 

LITURGIA.29/05/2026, 6ª-F. - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Paulo VI, Úrsula Ledochowska, Maximino. POR rep.Paulo Maciel

LITURGIA.29/05/2026, 6ª-F. - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Paulo VI, Úrsula Ledochowska, Maximino. POR rep.Paulo Maciel - POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio - LITURGIA.29/05/2026 - SEXTA-FEIRA - VIII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou SÃO PAULO VI - PAPA (Mem. facult.. Cor branca). - 1ª Leitura: Leitura da Primeira Carta de São Pedro (1Pd 4, 7-13): "...Alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo... para... exultar de alegria na revelação da sua glória". - Sl 95 (96), 10.11-12.13 (R. 13b). R.: "O Senhor vem julgar nossa terra.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 11, 11-26): " ...'Minha casa será chamada casa de oração ... No entanto, fizestes dela uma toca de ladrões'...". - FONTES: diversas. - SANTOS DO DIA 29 DE MAIO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - São Maximino de Trèves, Bispo (†c. 346 França). Intrépido defensor da fé contra os arianos, acolheu Santo Atanásio de Alexandria em sua diocese, e foi expulso dela pelo imperador. - Santa Bona de Pisa, virgem (†1207). Jovem consagrada a Deus, dedicou-se à pobreza e à austeridade numa vida de frequentes peregrinações à Terra Santa, a Roma e a Santiago de Compostela. - Santa Úrsula Ledochowska, virgem (†1939). Membro de uma das principais famílias da nobreza polonesa, fundou o Instituto das Irmãs Ursulinas do Coração de Jesus Agonizante e percorreu infatigavelmente em missão a Polônia, Rússia e Escandinávia. - Beato Guilherme Arnaud e companheiros, mártires (†1242). Por se oporem à heresia cátara, foram ardilosamente presos e morreram ao fio da espada em Avignonet, França, cantando o Te Deum. - Beata Geraldina, viúva (†c. 1269). Passou a vida numa cela junto ao Mosteiro Camaldulense de São Sabino, em Pisa, Itália, consagrando-se ao louvor de Deus. - Beato Ricardo Thirkeld, presbítero e mártir (†1583). Enforcado e esquartejado em York, durante o reinado de Elizabeth I da Inglaterra, por exercer seu ministério sacerdotal e ter reconciliado muitos com a Igreja. - Beato José Gérard, presbítero (†1914). Missionário francês dos Oblatos de Maria Imaculada, pregou o Evangelho durante mais de cinquenta anos na Basutolândia, África do Sul. - São Paulo VI, Papa. - DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, Paulo VI nasceu a 26 de setembro de 1897 em Concesio (Bréscia), na Itália e foi ordenado sacerdote a 29 de maio de 1920. Desde 1924 colaborou com os Papas Pio XI e Pio XII e, ao mesmo tempo, exerceu o ministério sacerdotal junto dos jovens universitários. Nomeado Substituto da Secretaria de Estado, durante a Segunda Guerra Mundial, empenhou-se em dar exílio aos perseguidos hebreus e também aos refugiados. Sucessivamente foi nomeado Pró-Secretário de Estado para os Assuntos Gerais da Igreja, razão pela qual conheceu e encontrou muitos impulsionadores do movimento ecumênico. Nomeado arcebispo de Milão, dedicou-se inteiramente ao cuidado da Diocese. Em 1958, foi elevado à dignidade de cardeal pelo Papa João XXIII e, depois da morte deste, foi eleito para a Cátedra de Pedro, em 21 de junho de 1963. ... De acordo com o Decreto da Congregação para o Culto Divino, do dia 25 de Janeiro de 2019, o Papa Francisco inseriu em todos os calendários e livros litúrgicos a celebração da Missa e Liturgia das Horas de São Paulo VI, Papa. No dia 29 de maio, há a Memória Facultativa.... DE ACORDO com o "site" 'a12.com', ´Paulo VI nasceu em 26 de setembro de 1897. Seu nome de batismo era Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini, e ele era natural da cidade de Concesio, na Itália. Aos 19 anos entrou para o seminário, mas desde pequeno possuía uma proximidade com a Igreja. Ordenou-se padre no ano de 1920 e na sequência estudou na Universidade Gregoriana, na Universidade de Roma e na Pontifícia Academia Eclesiástica. Paulo VI teve um papel importantíssimo para a continuidade do Concílio Vaticano II (1962-1965) convocado por João XXIII, que veio a falecer. Quando eleito, em 1963, Paulo VI retomou o processo para refletir sobre os desafios da Igreja. Uma das mudanças feitas por ele foi a de abolir o uso da tiara pontifícia (uma mitra composta por tríplice coroa, incrustada com joias e pedrarias), costume que surgiu no Período Medieval). Em 22 de agosto de 1968, foi o primeiro Papa a pisar em solo latino-americano. Ele abriu, em Bogotá, na Colômbia, a II Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e participou do XXXIX Congresso Eucarístico Internacional. Paulo VI era devoto da Virgem Maria e tinha um carinho especial pelo título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, expresso, de modo particular, em 15 de agosto de 1967, ao enviar uma rosa de ouro para o Santuário Nacional de Aparecida, por ocasião dos 250º ano do encontro da Imagem no rio Paraíba do Sul. Na década de 1970 fez uma viagem apostólica para a Ásia e Oceania e sofreu um atentado no aeroporto de Manila, nas Filipinas. Um pintor boliviano, Benjamin Mendoza y Amor, vestido de padre, segurava um crucifixo dourado numa das mãos e, na outra, escondido por um pano, um kriss (punhal malaio). Paulo VI foi ferido no pescoço, felizmente protegido pelo seu colarinho rígido, e outro golpe no peito, perto do coração. Paul Marcinkus, arcebispo norte-americano, foi quem impediu o homem de esfaquear o Papa. O testemunho de vida do Papa Paulo VI é marcado por sua dedicação e liderança durante um período de muitas mudanças na Igreja Católica, no período da Guerra Fria e do Concílio Vaticano II. Suas decisões firmes mudaram para sempre a história e o legado da Igreja. Senhor nosso Deus, que chamastes o papa são Paulo VI, solícito apóstolo do Evangelho do vosso Filho, para governar a vossa Igreja, fazei que, iluminados pelos seus ensinamentos, colaboremos generosamente, para que se dilate em todo o mundo a civilização do amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
 

Prato de 4ª:bife,canjiquinha,farofa,banana-da-terra,jujuba.POR rep.Paulo Maciel.ColatinaES,20.may.26

ALMOÇO: Canjiquinha, bife, farofa, banana. POR repórter Paulo Maciel. Colatina/ES, 20/5/26

- TEXTO, filmagem e narração: REPÓRTER/RADIALISTA Paulo Maciel, de Colatina/ES 

- REDES DIGITAIS:  CANAL DO YOUTUBE 'Paulo Roberto Maciel Maciel'; 'facebook.com/paulomacieldaradio'; Instagram: '@paulorobertomaciel6/' - BLOG: 'reporterpaulomaciel.blogspot.com' - YouTube: '@paulorobertomacielmaciel7919'

- Canjiquinha amarela, bife suíno, farofa, banana-da-terra cozida, bala jujuba. Este é o almoço de quarta-feira (20/05/2026) do repórter Paulo Maciel, em Colatina, município da região noroeste do estado do Espírito Santo com mais de 124 mil habitantes (Censo 2021). O alimento foi saboreado na varanda da casa, de frente para a rua Humberto de Campos e travessa Jaudat Rachid, vias de acesso à cidade alta, ou seja, os bairros Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Operário, Pôr do Sol, Moacir Brotas, Jardim Planalto, Vista da Serra e Residencial Nobre.


 

LITURGIA.31/05/2026, DOM. - SANTÍSSIMA TRINDADE - 9ª *S.T.C. - SANTOS: Camila Battista Varano, Félix de Nicósia, Noé M.. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

reporterpaulomaciel.blogspot.com - 5/2026
- LITURGIA.31/05/2026 - DOMINGO - VIII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Missa pr., Glória, Creio, Prefácio pr. - Ofício da Solenidade. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Êxodo (Ex 34, 4b-6.8-9): "...Senhor, .. caminha conosco... perdoa nossas culpas ...". - (Sl) Dn 3, 52. 53. 54. 55. 56 (R. 52b). R.: "A vós louvor, honra e glória eternamente!". - 2ª Leitura: Leitura da Segunda Epístola de São Paulo aos Coríntios (2Cor 13, 11-13): "...a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós...". Leitura - Evangelho: Leitura do Evangelho de São João (Jo 3, 16-18): " ...'Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho..'...". - FONTES: diversas.
- SANTOS DO DIA 31 DE MAIO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- SANTA Camila Battista Varano, abadessa (†1524). Filha do príncipe de Camerino (Itália), abandonou tudo para ingressar, aos 23 anos, no mosteiro das clarissas de Urbino. Três anos depois, fundou em Camerino um mosteiro da Ordem, do qual foi abadessa. DE ACORDO com pesquisa de José Duarte de Barros Filho, no "site" 'a12', Camila nasceu em 1458 e era filha ilegítima do Duque de Camerino, na Itália, gerada antes do seu casamento com Joana Malatesta. A madrasta a acolheu com amor, e Camila cresceu na corte, bela, inteligente, de espírito vivo, caridosa e piedosa. Gostava de cantar e dançar, e tinha dom para a filosofia e teologia. Ainda criança, ao ouvir uma pregação sobre a Paixão de Jesus, fez um voto de toda sexta-feira derramar ao menos uma lágrima recordando os Seus sofrimentos. Mas isto era difícil de conciliar com sua vida divertida, e ela se sentia mal por toda a semana quando não conseguia chorar esta lágrima. Adolescente, ... interessou-se pelas atenções de um pretendente, mas um sermão na Quaresma a inclinou para Deus. Com o auxílio de Frei Francisco de Urbino começou a amadurecer sua vocação religiosa. A família, especialmente o pai, desejava para ela um casamento de vantagens políticas para o ducado. Camila recusou, e após sete meses de grave doença, compreendeu o chamado de Deus e se decidiu pela vida religiosa. Em 1481, com 23 anos, entrou no mosteiro das Irmãs Pobres de Santa Clara de Urbino, adotando o nome de Irmã Batista. Fez os votos definitivos em 1843, e redigiu “As Recordações de Jesus”, registrando as instruções e admoestações de Jesus que Dele recebera ainda no palácio paterno. No ano seguinte, seu pai construiu um mosteiro em Camerino, movido por saudades, e Irmã Batista, com outras oito irmãs, nele fundou uma nova comunidade de clarissas, sob a regra própria de Santa Clara e não das urbinistas. ... Várias vezes foi eleita abadessa, e viveu de intensas experiências místicas centradas na Paixão e Morte de Cristo, e visões de Nossa Senhora, Santa Clara e dos anjos. Entre 1488 e 1490, (em crise espiritual) escreveu livros. "As Dores Mentais de Jesus na Sua Paixão", de 1488, serviu como guia de meditação para grandes santos.... Seu confessor, Beato Domenico de Leonessa, a instruiu a escrever sua autobiografia, chamada “A vida Espiritual”, redigida em 1491. Outras obras se seguiram, como “Instruções ao Discípulo”, dirigida ao sacerdote franciscano João de Fano. Em 1501, os tumultos políticos na Itália da época atingiram Camerino. O devasso Papa Alexandre VI excomungou o pai de Camila, Júlio, por interesses políticos, e seu general, César Borgia (que inspirou o livro “O Príncipe” de Maquiavel, por causa da sua infame conduta), prendeu Júlio e seus três irmãos. Camila e outra irmã clarissa, parente dos Varano, fugiram... Também conseguiram escapar a mãe de Camila, seu irmão mais novo João Maria e seu sobrinho Sigismundo. Em 1503, Júlio e irmãos foram assassinados, mas após a morte de Alexandre VI e, portanto, com o fim do apoio a César Borgia, os Colonna e o Papa Júlio II ajudaram João Maria a retomar Camerino. A abadessa Camila Batista perdoou os inimigos, retornando à cidade. Em 1505 retornou a Fermo para fundar um mosteiro clarissiano por ordem do Papa. ... Em 1521, foi a São Severino, nas Marcas, para fundar um novo mosteiro. Ficou conhecida como reformadora da Ordem de Santa Clara por observar com radicalidade a sua Regra, por exemplo cultivando com empenho a pobreza pessoal e comunitária. ... Foi considerada uma das maiores eruditas do seu tempo e admirada por São Filipe Néri e Santo Afonso. Contribuiu também para a instituição dos Capuchinhos, intercedendo ao Papa Clemente VIII em favor da aprovação deste ramo franciscano em 1524. ... Em 1524, na festa de Corpus Christi, 31 de maio, a irmã Batista faleceu em decorrência da peste que assolou a Itália. A exumação do corpo, 30 anos depois, o revelou em perfeito estado de conservação. Nova exumação em 1593, expôs a língua ainda fresca e vermelha.` - SÃO Félix de Nicósia, religioso (†1787). Irmão leigo do convento capuchinho de Nicósia, Itália, admitido na ordem após dez anos de insistência. - SÃO Noé Mawaggali, mártir (†1886). Morto pelos emissários do rei, de quem era fâmulo, enquanto ministrava uma aula de catecismo em Mityana, Uganda. - BEATO Tiago Salomoni, presbítero (†1314). Aos dezessete anos, distribuiu todos os seus bens aos pobres e ingressou no mosteiro dominicano de Veneza. - BEATOS Roberto Thorpe, sacerdote, e Tomás Watkinson, mártires (†1591). Foram decapitados durante o reinado de Isabel I da Inglaterra. O primeiro por ser padre católico e o segundo por ter prestado frequentemente auxílio aos padres. - BEATO Nicolau Barré, presbítero (†1686). Fundou as Escolas Cristãs e da Caridade, nas quais se inspirou São João Batista de La Salle para a fundação dos Irmãos das Escolas Cristãs. - BEATO Mariano de Roccacasale, religioso (†1866). Frade franciscano, foi durante mais de quarenta anos porteiro do convento de Bellegra, Itália, onde não perdia ocasião de fazer bem às almas.

LITURGIA.30/05/2026, Sáb. - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Fernando III, Joana D'Arc, Basílio e Emília. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

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- LITURGIA.30/05/2026 - SÁBADO - VIII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou Nª Srª, no sáb.. - 1ª Leitura: Leitura da Carta de São Judas (Jd 17. 20b-25): "...Jesus Cristo, nosso Senhor: glória, majestade, poder e domínio...". - Sl 62 (63), 2.3-4.5-6 (R. 2b). R.: "A minha alma tem sede de vós, ó Senhor!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 11, 27-33): " ...'O batismo de João vinha do céu ou dos homens?'...". - FONTES: diversas.
- SANTOS DO DIA 30 DE MAIO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- Santos Basílio e Emília (†349 e 372). Casal virtuoso da Capadócia (atual Turquia), instruiu no caminho da perfeição seus dez filhos, dos quais quatro são venerados nos altares: São Basílio Magno, São Gregório de Nisa, São Pedro de Sebaste e Santa Macrina. - São Fernando III, Rei de Castela e Leão (†1252). Grande devoto da Virgem Maria, foi prudente na administração do reino, cultivador das artes e das ciências e zeloso na propagação da Fé. - Santa Joana d’Arc, Virgem (†1431). Após ter combatido valentemente em defesa da Pátria, foi entregue nas mãos dos inimigos, condenada num processo iníquo e queimada viva. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Joana D’Arc foi uma jovem que restituiu a honra à coroa da França e morreu acusada, falsamente, de heresia... Joana D"Arc guiou o exército para libertar Orléans das mãos dos britânicos, por uma imperiosa missão divina... Foram 19 anos de vida: nasceu em 6 de janeiro de 1412, em Domremy, nordeste da França, ajudou sua família em casa e nos campos, mal conseguindo rezar. ... Aos 13 anos de idade, ouviu vozes do Céu e se sentiu envolvida num grande projeto. A missão que lhe foi incumbida era livrar a França de inimigos e proclamar Carlos VII, rei, seguindo as vozes dos santos Arcanjo Miguel, Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia... As vozes foram classificadas como brincadeiras de uma analfabeta... Todavia, a jovem, de 17 anos, fugiu de casa e predisse com exatidão uma derrota da França contra os invasores britânicos. Então suas “fantasias” adquiriram valor. Ao ser examinada por teólogos, que a interrogaram sobre a sua fé, Joana foi posta à frente de um exército, que marchou para Orléans e a cercou... Em oito dias, os ingleses foram, várias vezes, derrotados na batalha, onde a audácia da jovem foi incomparável. Orléans foi libertada e em 17 de julho de 1429 atingiu o auge da sua glória: Carlos VII foi coroado em Reims e, ao seu lado, Joana d'Arc, com seu estandarte. No entanto, duas forças opostas e similares conspiraram contra a donzela. De um lado, os ingleses, que não aceitavam ser derrotados por uma jovem. De outro, os próprios franceses, generais e clérigos, que não queriam ser suplantados pelo mesmo motivo. Por isso, enquanto Joana D’Arc guiava a libertação de Compiègne, a ponte levadiça foi levantada antes que ela pudesse se livrar. Assim a jovem foi capturada pelos borgonheses. Era o dia 23 de maio de 1430. Após dois dias, a Universidade de Paris pediu aos membros da Inquisição que a jovem fosse julgada por feitiçaria. Carlos VII fez bem pouco para libertá-la e, no dia 21 de novembro, Joana foi entregue aos ingleses... No julgamento perguntaram-lhe, entre outras coisas, se ela estava na graça de Deus e Joana respondeu: “Se eu estiver, Deus me protegerá. Se não estiver, que Deus me permita tê-la, pois prefiro morrer a não estar na graça de Deus!”. A heroína da França foi considerada uma herege e, em 30 de maio de 1431, foi obrigada a subir na fogueira, preparada na praça do Vieux-Marché, em Rouen, onde morreu queimada viva, com os olhos fixos na grande cruz, que o frade Isembard de la Pierre havia levado para ela. A Igreja a reabilitou solenemente em 1456. O Papa Pio X a beatificou em 1910 e, dez anos depois, Bento XV a canonizou. São Lucas Kirby, presbítero e mártir (†1582). Após sofrer inúmeros tormentos, foi suspenso na forca em Tyburn, Londres, durante o reinado de Isabel I. - São Matias Kalemba, mártir (†1886). Cognominado Mulumba o Forte, em Kampala, Uganda, abandonou o culto maometano, foi batizado, renunciou ao cargo de juiz e se dedicou a difundir a doutrina católica, sendo por isso torturado e morto por ordem do rei Mwanga. - São José Marello, Bispo (†1895). Bispo de Acqui, no Piemonte, Itália, fundador da Congregação dos Oblatos de São José. - Beato Guilherme Scott, presbítero e mártir (†1612). Nascido numa família anglicana, converteu-se ao catolicismo e fez-se beneditino. Foi morto no reinado de Jaime I da Inglaterra, por exercer clandestinamente seu ministério sacerdotal.