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A
expectativa é assinar 10 milhões de contratos até dezembro de 2022 e
garantir R$ 40 bilhões em créditos para pessoas de baixa renda que
queiram começar ou ampliar o próprio negócio
Ângela Cristina Toyansk, microempreendedora que produz doces. | Foto: EBC
Facilitar
a obtenção de microcrédito para pessoas de baixa renda que queiram
começar ou ampliar o próprio negócio é uma das medidas do Programa Verde
Amarelo, lançado em 11 de novembro de 2019 pelo Governo Federal. A expectativa é
assinar 10 milhões de contratos até dezembro de 2022 e garantir R$ 40
bilhões em créditos.
O secretário Especial de Previdência e
Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, explicou que é
preciso atingir a parcela da população que está à margem do processo de
negociação e produção, além de incentivar o empreendedorismo. “Uma
grande maioria de brasileiros estão, hoje, sujeitos
a um crédito informal que chega muitas vezes a 10% na mão de agiotas. É
esse o público que queremos atingir”, esclareceu Marinho durante
discurso na cerimônia de lançamento do programa.
Dados do Banco Central mostram que,
entre a população que recebe até um salário mínimo por mês (R$ 998), os
tomadores de crédito representam 11% . Já entre os 38,6 milhões de
indivíduos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais
(CadÚnico), 6,7 milhões têm empréstimos ativos.
Entre as ações previstas para
simplificar o acesso ao microcrédito estão a modernização da legislação
trabalhista para quem faz a operação não ser confundido com bancário; e
incentivar bancos, agências de fomento e cooperativas de crédito a
investirem nesse mercado. Também está previsto o incentivo a fintechs, que são startups que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro.
“Estamos alterando uma série de leis que tratam
do tema para simplificar o processo, para permitir sua expansão de
forma exponencial e nosso público são as pessoas mais pobres e mais
vulneráveis formais e informais na nossa sociedade”, disse o secretário
Rogério Marinho.
Um exemplo de empreendedorismo usando
microcrédito é o de Ângela Cristina Toyansk. Ela já fazia doces para
complementar a renda, mas, quando se aposentou, decidiu transformar a
paixão pela culinária em negócio.
Ângela se tornou microempreendedora
individual (MEI) e conseguiu um crédito de R$ 5,5 mil, que usou pra
comprar um forno elétrico, mesa de inox, prateleira e formas para
produzir biscoito goiabinha. Foi o empurrão que faltava para chegar aos
50 quilos de biscoitos vendidos por mês. “Foi um avanço. Eu queria
comprar as coisas e tinha que tirar do meu dinheiro, do que eu uso. O
empréstimo eu pago um pouquinho e já fiz uma compra toda. Então, deu pra
eu crescer mais, eu estava começando. Foi um empurrão para eu fazer as
coisas pra fora, pra venda”, contou a microempreendedora.
A experiência com o microcrédito deu
tão certo que após terminar de pagar esse empréstimo, Ângela já tem
planos de pegar outro. Atualmente, ela faz os biscoitos na cozinha de
casa e pretende alugar um espaço maior para aumentar a produção.
Programa Verde Amarelo
O Programa Verde e Amarelo e a
Estratégia Nacional de Qualificação trazem um conjunto de iniciativas
que devem beneficiar 4 milhões de pessoas em três anos. A ideia é
incentivar a contratação de jovens de 18 a 29 anos, a reinserção de
pessoas com deficiência e reabilitados no mercado de trabalho e a
ampliação do microcrédito para pessoas de baixa renda.
Fonte: www.gov.br . Publicado
20/11/2019 - 20h35;
última modificação
20/11/2019 - 20h50.
POSTADO POR: REPÓRTER, RADIALISTA E BLOGUEIRO PAULO
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facebook.com/paulomacieldaradio (21/11/2019)
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