Liturgia Diária, 5a-F. DEPOIS DAS CINZAS DA QUARESMA, 07/03/2019. Cor litúrgica:
Roxa. Dia de Santa Perpétua e Santa Felicidade. Primeira Leitura: Leitura do Livro do Deuteronômio (Dt 30,15-20): "Hoje te proponho a vida e a felicidade.". Salmo Responsorial (Sl 1, 1-2. 3. 4.6 (R. Sl 39,5a)): "R. É feliz quem a Deus se confia!". Proclamação do
Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas (Lc 9,22-25): "Quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará." Fonte:
sitecnbb.org.br .
TEXTO, PESQUISA: REPÓRTER, RADIALISTA E BLOGUEIRO PAULO MACIEL, DE
COLATINA/ES, PARA SUAS PÁGINAS NA WEB: paulo roberto maciel (canal no
youtube), reporterpaulomaciel.blogspot.com e
facebook.com/paulomacieldaradio (02/03/2019)
7 DE MARÇO: DIA DE SANTA PERPÉTUA E SANTA FELICIDADE - Fonte:
Sitea12.com
Neste dia a Igreja entra em comunhão com os Santos do Céu rezando: "Ó
Deus, pelo vosso amor, as mártires Perpétua e Felicidade resistiram aos
perseguidores e superaram as torturas do martírio".
No ano 202 o imperador Severo mandou matar os cristãos que não
quisessem adorar os falsos deuses. Perpétua estava celebrando uma
reunião religiosa em sua casa de Cartago quando chegou os guardas do
imperador e a levou prisioneira, junto com sua escrava Felicidade
Perpétua era uma jovem mãe, de 22 anos que tinha um bebê de poucos
meses. Pertencia a uma família rica e muito estimada por toda a
população. Enquanto estava na prisão, a pedido de seus companheiros
mártires, foi escrevendo um diário de tudo o que ia acontecendo.
Felicidade era uma escrava de Perpétua. Era também muito jovem e na
prisão deu à luz uma menina, que depois os cristãos se encarregaram de
criar muito bem.
Na prisão escreveu Perpétua: "Fiquei horrorizada, nunca tinha
experimentado tal sensação de escuridão. O calor era insuportável e
éramos muitas pessoas em um subterrâneo muito estreito. Parecia que ia
morrer de calor e de asfixia e sofria por não poder ter junto a mim o
meu filho que era de tão poucos meses e que necessitava muito de mim. O
que eu mais pedia a Deus era que nos concedesse a graça de sofrer e
lutar por nossa fé".
Então chegou seu pai, o único da família que não era cristão, e de
joelhos lhe rogava e lhe suplicava que não persistisse em chamar-se
cristã. Que aceitasse a religião do imperador. Que o fizesse por amor a
seu pai e a seu filhinho. Ela se comovia intensamente, mas terminou
dizendo-lhe: “Pai, como se chama esta vasilha que há aí na frente?” "Uma
bandeja", respondeu o pai. “Pois bem, essa vasilha deve ser chamada de
bandeja, e não de pote ou colher, porque é uma bandeja. E eu que sou
cristã, não posso me chamar pagã, nem de nenhuma outra religião, porque
sou cristã e o quero ser para sempre".
E acrescenta o diário escrito por Perpétua: "Meu pai era o único da
minha família que não se alegrava porque nós íamos ser mártires por
Cristo".
Felicidade grávida alcançou a graça que pedia, já que seu filho
nasceu antes do martírio. Um carcereiro debochava dizendo: "Agora se
queixa pelas dores do parto. E quando chegarem as dores do martírio o
que fará? Ela respondeu-lhe: "Agora sou fraca porque sofre a minha pobre
natureza. Mas quando chegar o martírio a graça de Deus me acompanhará, e
me encherá de força". E encheu-se de júbilo por poder sofrer o martírio
juntamente com seus companheiros.
Batizadas na prisão, Santas Perpétua e Felicidade, foram condenadas
pela firmeza da fé, foram lançadas na arena, onde uma vaca furiosa as
feriu. Ao ver a jovem mãe atirada de um lugar para outro, e o leite
gotejando de seus seios, o povo horrorizou-se, pedindo o fim do
espetáculo. Depois disso foram degoladas. O ano era 203. SANTA PERPÉTUA E SANTA FELICIDADE, rogai por nós!
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