sábado, 5 de agosto de 2023

OS MALES PROVOCADOS PELA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO. Pesq. por repórter Paulo Maciel, a partir de homilia sacerdotal. 2023

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Padre em homilia.  POR rep. Paulo Maciel. De Studio Católico. 2023

- SACERDOTE FALA DOS MALES PROVOCADOS PELA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO. Um padre, que tem mais de 25 anos de ordenação, disse que há três exercícios no Tempo da Quaresma: oração, penitência e caridade. No tópico caridade se encaixam, por exemplo, aspectos propostos pela Campanha da Fraternidade, que se realiza anualmente durante o período quaresmal. Ocorre, no entanto, que, do fim da década de 1970 em diante, quem escreve os documentos são pessoas claramente ligadas à denominada Teologia da Libertação. Este é um tipo de teologia da Igreja Católica que prevaleceu no Brasil e quis se impor como a única leitura teológica possível. A TL diz que o problema do cristão é estrutural, que se ele conseguir transformar as estruturas política, social, econômica e religiosa, o mundo será um paraíso. Ou seja, com isso acontecendo, o católico teria o reino de Deus na terra, o que é falso, é uma mentira, segundo o Evangelho de Jesus Cristo e o documento "Libertatis Nuntius" (1984), da Congregação para a Doutrina da Fé , dirigida pelo então cardeal Joseph Ratzinger (que foi depois o Papa Bento XVI). Muitos desmandos que se espalharam pelo continente latino-americano, oriundos dos frutos nefastos da TL, afastaram o povo da vida espiritual e da Igreja Católica.  A TL diz que a libertação de que o ser humano precisa não é do pecado que habita o coração do ser humano, das estruturas do pecado original ou das paixões e más inclinações, da desobediência a Deus. Por outro lado, os padres que não são da TL consideram que tudo isso é preciso, e com vida de oração, para que o Senhor tenha misericórdia e  transforme o coração de cada um. A TL fez, muitas vezes, das comunidades da Igreja um espaço para militância política, orientadamente de esquerda. E o espaço da Igreja Católica não é local apropriado para militância ideológica. Na CF de 2021 há documentos explícitos sobre o que a TL pensa, que é de atacar e destruir a estrutura patriarcal e tradicional, com o falso intuito de acabar com a homofobia, o machismo, o racismo... Essa desconstrução não irá acabar com esses problemas, que estão, sim, no coração da pessoa mau-caráter, xenófoba e que praticamoutros males. A estrutura que está aí é reflexo do coração do ser humano, do que está dentro da pessoa, que não reza, não faz penitência, não se arrepende dos pecados, não busca a Palavra do Senhor. Os integrantes da TL dizem que Jesus Cristo era um revolucionário, um ideólogo político, que comprou brigas com o Império Romano. A TL entende que Cristo morreu não para salvar-nos dos nossos pecados, não porque se entregou, mas morreu porque agitou e revolucionou o seu tempo, e por causa de questões de poder, sociais, políticas e econômicas. A TL ensina, então, que o cristão tem que entrar nos conflitos sociais, políticos e econômicos, doutrina que não está na Bíblia mas, sim, no Capital (do comunista Karl Marx), na luta de classes dos comunistas, na Escola de Frankfurt, em cartilhas de partidos de esquerda. Isso não é do Cristo que o católico ama, que o católico serve e que libertou a sua vida. A luta de classes não está nos Evangelhos. Por causa de um Cristo agitador político e revolucionário, há pelo menos trinta anos "sequestraram" a Semana Santa em muitas paróquias. Se a mudança de estrutura econômica, política e social trouxesse o reino de Deus aqui na terra, ele estaria na Suíça, no Japão, na Finlândia, pois estão muito bem estruturados. Acontece, no entanto, que o Reino de Deus não chegou a eles. A aplicação da cartilha marxista da luta de classes traz, sim, genocídio, mortes, governos totalitários e criminosos. Perto do Brasil, há fila de pobres para comer sobras de estabelecimentos comerciais de alimentos. - (Transcrito em parte por PRM, da homilia de um padre, sem nome e data identificados, em vídeo do Canal do Youtube "Studio Católico" - que "Estreou em 2 de set. de 2021")

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