LITURGIA, 21/3/26 - Sáb. - IV SMN. da QRSMA - SANTOS: Amadeu de Saboia, Nicolau de Flüe. POR rep.Paulo Maciel
- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
- LITURGIA.21/03/2026 - SÁBADO - IV SEMANA DA QUARESMA - ANO LITÚRGICO A. Cor: Roxa. Rito: Missa própria, Prefácio da Quaresma. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Profeta Jeremias (Jr 11, 18-20): "...Senhor dos exércitos, ...concede que eu veja a vingança que tomarás contra eles...". - Sl 7, 2-3. 9bc-10. 11-12 (R. 2a). R.: "Senhor meu Deus, em vós procuro o meu refúgio.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São João (Jo 7, 40-53): "...'Ninguém jamais falou como este homem'...". - FONTE: novaalianca.com.br
- SANTOS DO DIA 21 DE MARÇO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- Santo Amadeu de Saboia. (FONTE: rs21.com.br). - Amadeu de Saboia pertencia a uma família nobre, que vivia entre os montes da Suíça e a França. Ele nasceu em 1435. Ainda criança, não gostava muito de tudo o que acontecia dentro do palácio, onde vivia. Preferia ficar no seu quarto. Algo dentro de si o fazia aspirar por coisas mais importantes na vida. Quando jovem foi apresentado a uma bela garota com a qual se casou e tiveram sete filhos. Uma das filhas foi para uma congregação religiosa e foi beatificada. Com a morte do pai, Amadeu assumiu o governo de maneira sábia, prudente e abençoada por Deus. Ele resolvia os conflitos de modo diplomático, detestava palavrões, odiava a guerra e resolvia os problemas com delicadeza, sabedoria, equilíbrio e sobriedade. Era um homem de Igreja e de oração profunda. Entre suas devoções pessoais ele gostava de meditar sobre a Paixão e Morte de Jesus. Participava diariamente da Eucaristia. Amadeu tinha um sacerdote dentro do palácio para cuidar de sua vida espiritual. Faleceu aos 37 anos de idade e posteriormente foi declarado santo. Usou o título da nobreza para fazer com que o seu coração fosse, de verdade, nobre, acolhendo no seu palácio muitos indivíduos carentes e ajudava quem precisava. - SÃO NICOLAU DE FLÜE, PADROEIRO DA SUÍÇA - De acordo com o "site" do Vaticano, Nicolau era casado e pai de 10 filhos. Em 1467, aos 50 anos, se tornou eremita. Viveu até o fim da vida numa caverna, alimentando-se apenas da Eucaristia, sempre a serviço da paz em sua terra natal. Foi canonizado pelo Papa Pio XII, que também o proclamou Padroeiro da Suíça. Nicolau nasceu numa família de camponeses, na cidadezinha de Flüe, na então Confederação dos Oito Cantões da Suíça Central. Mesmo analfabeto, foi considerado um dos maiores místicos da Igreja Católica. Entre 1440 e 1444, teve que partir como soldado, e depois como oficial, nas guerras que os confederados declararam aos habsburgos. Depois, voltou para casa e se casou com Doroteia, com quem teve dez filhos. Vinte anos depois, a voz de Deus jamais permanecia, e ele a chamava "lima que aperfeiçoa e aguilhão que estimula". Enfim, o Senhor lhe concedeu as três graças que queria: o consentimento da esposa e filhos para partir; a ausência de tentação de voltar e a possibilidade de viver sem beber e sem comer... Nicolau partiu, com o objetivo de entrar para a vida monacal das comunidades da Alsácia, com as quais estava em contato. Era o ano de 1467, período delicado para a Confederação Helvética, encruzilhada para o comércio Europeu, fim do Cisma Ocidental... Nicolau não foi muito além de Liestal, no Cantão da Basileia, para não ficar muito longe de casa. Estabeleceu-se num lugar íngreme, chamado Ranft, onde construiu uma cela de tábuas, que, depois, se tornou capela pelos habitantes da localidade. Viveu por vinte anos, vestido com roupas rudes, descalço, com o terço na mão, alimentando-se apenas de Jesus na Eucaristia... O fato despertou a curiosidade dos habitantes da região, que o procuravam para conversar, pedir conselhos, explicações sobre coisas religiosas e até espiá-lo. Eles o chamavam Bruder Klaus, Irmão Klaus, que falava com simplicidade, sem comparações eruditas, porque seu conhecimento sobre Deus vinha do coração. Não obstante sua vontade de viver na solidão, recebia todos e transmitia sua mensagem de paz, que provinha do Evangelho: "Em todas as coisas, a misericórdia é maior que a justiça", dizia ele. Nicolau não deixava sempre seu refúgio e, se o fazia, era por uma boa causa. Por exemplo, em 1481, pediram para ele impedir uma guerra fratricida no país. Devido à sua intervenção junto à Assembleia de Stans, o santo é recordado como "Pai da Pátria". Em 1482, ele foi novamente requisitado para resolver uma questão entre Constança e a Confederação sobre o exercício do direito em Thurgau. Na ocasião, ele também foi capaz de restabelecer a paz. Nicolau de Flüe faleceu em sua cela, em 1487, no dia em que completava 70 anos de idade. Foi canonizado pelo Papa Pio XII, em 1947.
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