quinta-feira, 11 de setembro de 2025

LITURGIA. 23/09/2025 (3ª-f.)- S.PIO DE PIELTRECINA - 25ªSTC. SANTOS: Zacarias e Santa Isabel, Lino. POR rep.Paulo Maciel

 - PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

Igr.Im.Cor.Mª, Colatina-ES. POR rep. Paulo Maciel. 31-8-25
- LITURGIA. 23/09/2025 - TERÇA-FEIRA - SÃO PIO DE PIELTRECINA - PRESBÍTERO - XXV *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO C. Cor: Branca. Rito: Ofício da Memória. - 1ª Leitura: Leitura do Livro de Esdras (Esd 6,7-8. 12b. 14-20): "...Estabeleceram também os sacerdotes, segundo suas categorias, e os levitas,....". - Sl 121 (122),1-2. 3-4a. 4b-5 (R. cf. 1). R.: "Que alegria, quando me disseram: ´Vamos à casa Senhor!´". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 8, 19-21): "...'Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra'...". - FONTE: novaalianca.com.br o outras publicações.

- SANTOS DO DIA 23 DE SETEMBRO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano)
- - São Pio de Pietrelcina, sacerdote (†1968). Memória obrigatória no Brasil, facultativa em Portugal. Da ordem dos Frades Menores Capuchinhos, extraordinário taumaturgo e apóstolo do sacramento da Confissão. Pietrelcina é uma cidadezinha do Sul da Itália, cercada de terras férteis, mas rochosas... Em 25 de maio de 1887, ela assistiu ao nascimento de um menino, batizado com o nome de Francisco, que com o correr dos anos se tornaria conhecido em toda a terra. Trata-se do “mártir” do confessionário, que possuía o dom de ler as consciências e passava de dez a quinze horas por dia administrando o Sacramento da Reconciliação; do sacerdote perseguido, que por pouco mais de dois anos chegou a ser proibido de celebrar a sua Missa diária em público, de atender confissões e até de dar conselhos espirituais àqueles que os solicitavam; do religioso que guardou obediente silêncio ante tal situação; do frade capuchinho procurado por multidões oriundas de todo o mundo: São Pio de Pietrelcina... Ele recebeu em suas mãos, pés e lado o sinal sobrenatural e doloroso dos estigmas, os quais lhe marcaram a vida e o apostolado durante cinquenta anos. Sobre esse monge estigmatizado, que assombrou e ainda assombra o mundo inteiro, comentou o Papa Paulo VI: “Vede que fama teve o Padre Pio! […] Mas por quê? […] Porque celebrava a Missa humildemente, atendia confissões desde a manhã até à noite, e era um representante visível dos estigmas de Nosso Senhor. Era um homem de oração e de sofrimento”. Um de seus biógrafos assim resume sua existência: “um genuflexório, um altar, um confessionário”.[2] Essas três palavras indicam os lugares onde passou a maior parte de seus dias, dedicados à oração, à celebração da Santa Missa e ao atendimento dos milhares de penitentes que se ajoelhavam para pedir perdão, como também uma luz no caminho de suas vidas. Padre Pio orava a todo momento e em todos os lugares. Era essa a fonte da qual ele extraía forças. “O que essas pessoas querem de mim? Sou apenas um pobre frade que reza”, dizia de si mesmo. As Missas celebradas pelo Padre Pio constituíam um maravilhoso espetáculo de piedade e de fé. Ele subia ao altar sem as luvas que normalmente cobriam os estigmas das mãos, e quem pôde contemplá-lo nessas ocasiões nunca esquecerá. Os fiéis se aglomeravam em frente à igreja duas horas antes do início do Santo Sacrifício, a fim de ocupar os primeiros lugares, e todos saíam tendo crescido em devoção. Diz-se que o Padre Pio vivia da Missa e para a Missa. A esse respeito, na década de 1950 o embaixador francês na Santa Sé declarou: “Nunca em minha vida assisti a uma celebração tão desconcertante e, no entanto, tão simples. […] A Missa adquiria não sei que proporções e tornava-se um ato absolutamente sobrenatural”. Mais do que para ouvir suas homilias, os fiéis acorriam para participar na celebração que era, por si, uma pregação. Todos queriam ter contato com ele. No caminho para o altar ou para o confessionário, procuravam tocá-lo, amontoavam-se junto a ele, expunham-lhe suas tristezas, pediam orientação. Quando, em setembro de 1916, ele chegou a San Giovanni Rotondo...,  ninguém imaginava que, anos depois, multidões se dirigiriam para lá desejosas de assistir às suas Missas e de se confessarem... Os testemunhos de penitentes que se confessaram com o Padre Pio revelam o quanto ele se mostrava severo com quem não estava compenetrado da gravidade de seu pecado nem determinado a abandoná-lo, e, ao mesmo tempo, paternal, compreensivo e encorajador com quem se arrependia de suas fraquezas. Alguns dos que a ele acorriam deparavam-se com atitudes talvez desconcertantes, mas isso não os desanimava: invariavelmente voltavam a procurá-lo. “É pecado, é pecado” – costumava repetir a quem recebia o Sacramento da Reconciliação – “Se você não quer deixar de ofender a Deus, o que vem fazer aqui?” Os penitentes do Padre Pio provinham não apenas das cidades vizinhas, mas também de toda a Itália e do exterior. Como seu número aumentasse sempre mais, optou-se por distribuir senhas e fazer turnos, chegando, em alguns dias, a estender-se o atendimento por até dezesseis horas! No ano de 1967, ele confessou cerca de quinze mil mulheres e dez mil homens, cerca de setenta pessoas por dia. “Uma multidão de almas sedentas de Jesus cai sobre mim” – dizia –. “Não me deixam livre um momento”. O dom de ler as consciências e esquadrinhar os corações o tornou célebre: “Eu os conheço por dentro e por fora”, reconhecia. Àqueles que há muito tempo não se confessavam, ele os lembrava de seus pecados esquecidos. O Padre Pio passou grande parte de sua vida no confessionário, ouvindo as misérias e dores humanas com admirável paciência. Pode ser considerado um “mártir” do Sacramento da Reconciliação. “Sinto-me bem, mas estou sobrecarregado com centenas e milhares de Confissões que ouço dia e noite. Não tenho um instante para mim”, declarou certa vez. Exausto pela generosa entrega a seus irmãos, o capuchinho estigmatizado expirou na madrugada do dia 23 de setembro de 1968, com o rosto sereno e o rosário em suas mãos. Tinha oitenta e um anos. Bento XV, o Papa que governava a Igreja quando a fama do Padre Pio começava a espalhar-se pela Itália, descreveu-o como “um homem verdadeiramente extraordinário, dos que Deus envia de tempos em tempos à terra para converter os homens”. No dia de sua canonização, São João Paulo II afirmou: “Padre Pio foi um generoso dispensador da misericórdia divina, estando sempre disponível para todos através do acolhimento, da direção espiritual e, sobretudo, da administração do Sacramento da Penitência”. (POR Pe. Fernando Néstor Gioia Otero, EP) São Zacarias e Santa Isabel, pais de São João Batista, Precursor do Messias. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, ´O Evangelho de Lucas começa... com a história destes dois esposos, que eram justos diante de Deus, fiéis e observantes. Porém, tinham um espinho no coração por não poder conceber um filho. Naquela época, a esterilidade era uma causa de marginalização. A história de Zacarias e Isabel ensina-nos que jamais devemos perder a esperança, porque "nada é impossível para Deus". Zacarias era um sacerdote da oitava classe, ou seja, a de Abias, uma das 24 estabelecidas por Davi, que regulamentavam os turnos semanais de serviço no Templo. Casou-se com Isabel, que também era descendente de uma família sacerdotal, e se estabeleceu em Ain Karin. O matrimônio não foi agraciado pelo nascimento de um filho... No entanto, a união do casal era sólida... Certo dia, enquanto Zacarias estava no Templo, recebeu a visita do arcanjo Gabriel, que lhe preanunciava a gravidez da sua esposa. ... Embora fosse um homem piedoso, pediu uma prova. Por isso, ficou mudo até o oitavo dia do nascimento do filho, quando a criança devia ser circuncidada. (Aí) a língua se soltou para confirmar o nome do filho: João. ... O papel de Isabel, contra qualquer previsão, era ser a mãe daquele que estava destinado a preparar o caminho de Jesus: João Batista. ... Esta vida exultou dentro dela na visita inesperada da sua prima Maria. A Virgem também havia recebido o anúncio do Anjo, ao qual disse sim, imediatamente,... Eis o encontro de duas mulheres, que traziam no ventre a história da salvação. Quando Zacarias voltou a falar, ..., pronunciava louvores a Deus: o “Benedictus”, também conhecido como Cântico de Zacarias...: "Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu seu povo; fez nascer, por nós, um poderoso Salvador da casa de Davi, seu servo, como havia anunciado pela boca de seus Santos e profetas, desde o início dos tempos...".... SÃO ZACARIAS E SANTA ISABEL, ROGAI POR NÓS! São Lino, Papa e Mártir. Foi o segundo Papa da História, escolhido pelo próprio São Pedro. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, ´Lino, filho de Herculano e natural da região da Toscana, na Itália, estudou em Volterra e, depois, se transferiu para Roma. Ali, conheceu São Pedro e se converteu ao cristianismo. ... Santo Irineu de Lyon diz que São Paulo e São Pedro lhe confiaram a função de Bispo, e o identificou com o personagem mencionado na Segunda Carta a Timóteo. Eusébio de Cesareia reitera tal identificação. ... (Lino Foi) Bispo de Roma depois do martírio dos dois apóstolos. Todos os elencos dos Bispos de Roma preservados... citam seu nome depois de Pedro. Antes de tornar-se bispo, Lino viveu sob a perseguição desencadeada pelo imperador Nero contra os cristãos. No início do seu Pontificado, o Império Romano passava por uma fase de turbulência, com a morte dos três sucessores imediatos de Nero: dois foram assassinados enquanto o outro se suicidou. No ano 69 d.C., Vespasiano chegou ainda com mais violência. Seu filho, Tito, acabou com a revolta judaica e destruiu o Templo de Jerusalém, no ano 70 d.C. Naquele período, Lino começou a organizar a Igreja: ordenou Bispos e sacerdotes e impôs algumas normas, entre as quais... a obrigação de as mulheres participarem da Eucaristia com véu na cabeça. Aqueles também eram anos de contendas com a escola de Simão Mago e os Ebionitas, judeus cristãos que praticavam a observância da Lei mosaica. São Lino é venerado como mártir... e foi sepultado na Colina Vaticana, ao lado do Apóstolo Pedro. Santo Adamnano de Iona, presbítero e abade (†704). Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e infatigável defensor da unidade, convenceu muitos escoceses e irlandeses a celebrar a Páscoa segundo o costume romano. - Beata Helena Duglioli, viúva (†1520). Nasceu em Bolonha, Itália. Em sua juventude, quis consagrar-se ao Senhor. Diante da oposição de seus familiares, foi obrigada a casar-se. Após a morte de seu marido, dedicou-se às obras de caridade. - Beatos Cristóvão, Antônio e João, mártires (†1527-1529). Jovens indígenas mortos em Tlaxcala (México), durante a primeira evangelização da América, por ajudarem a propagar a Fé cristã. - Beata Maria Emilia Tavernier, religiosa (†1851). Depois da morte do marido e de seus três filhos, fundou a Congregação das Irmãs da Providência, em Quebec (Canadá), para cuidado de órfãos e doentes mentais. - Beata Bernardina Jablonska, virgem (†1940). Fundadora da Congregação das Irmãs Servas dos Pobres em Cracóvia, Polônia. Foi filha espiritual de Santo Alberto Chmielowski. - Beato José Stanek, presbítero e mártir (†1944). Religioso da Sociedade do Apostolado Católico, preso e enforcado em Varsóvia durante a II Guerra Mundial.

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