- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel
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| JESUS. Paulo Maciel. Colatina, 3-11-24 |
- SANTOS DO DIA 09 DE JULHO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano) - [...]
- SANTA PAULINA. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', Paulina nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vígolo Vattaro, Trentino Alto Ádige, Norte da Itália. Recebeu o nome de Amábile Lúcia Visintainer. Era a segunda filha de Antônio Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer. Santa Paulina foi imigrante italiana radicada no Brasil desde os nove anos de idade, adotando o país como sua pátria e os brasileiros como irmãos. Imigrou juntamente com seus pais, seus irmãos e outras famílias da região Trentina, no ano de 1875, estabelecendo-se na localidade de Vígolo – Nova Trento, no estado de Santa Catarina. Em 1887 faleceu sua mãe e Amábile cuidou da família até o pai contrair novo casamento. Desde pequena ajudava na Paróquia de Nova Trento, especificamente na Capela de Vígolo, como paroquiana engajada na vida pastoral e social. Aos 12 de julho de 1890 com sua amiga, Virginia Rosa Nicolodi, deu início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, cuidando de Angela Viviani, em fase terminal de câncer, num casebre doado por Beniamino Gallotti. Após a morte da enferma, em 1891, juntou-se a ela mais uma entusiasta de ideal: Teresa Anna Maule. Em 1894, o trio fundacional da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição transferiu-se para a cidade de Nova Trento. Receberam em doação o terreno e a casa de madeira dos benfeitores João Valle e Francisco Sgrott, hoje um centro de encontros. A itinerância missionária - Em 1903, Santa Paulina foi eleita, pelas Irmãs, superiora geral, por toda a vida. Nesse mesmo ano, deixou Nova Trento para cuidar dos ex-escravos idosos e crianças órfãs, filhas de ex-escravos e pobres no Ipiranga, em São Paulo/SP. Recebeu apoio do padre Luiz Maria Rossi e ajuda de benfeitores, em especial do conde Dr. José Vicente de Azevedo. Em 1909, a Congregação cresceu nos estados de Santa Catarina e São Paulo. As Irmãs assumiram a missão evangelizadora na educação, na catequese, no cuidado às pessoas idosas, doentes e crianças órfãs. Nesse mesmo ano, Santa Paulina foi deposta do cargo de Superiora Geral pela autoridade eclesiástica e enviada para Bragança Paulista, a fim de cuidar de doentes e asilados, onde testemunhou humildade heróica e amor ao Reino de Deus. Compreendendo que a obra é de Deus e não sua, ela se submeteu humildemente e permaneceu por 9 anos naquela missão. Em 1918, Santa Paulina foi chamada a viver na sede Geral da Congregação, onde testemunhou uma vida de santidade e ajuda na elaboração da História da Congregação e no resgate do Carisma fundante. Acompanhou e abençoou as Irmãs que partiram em missão para novas fundações. Alegrou-se com as que eram enviadas aos povos indígenas em Mato Grosso, em 1934. Rejubilou-se com o Decreto de Louvor dado pelo Papa Pio XI, em 1933, à Congregação. Santa Paulina morreu aos 76 anos, na Casa Geral paulista, dia 9 de julho de 1942, com fama de santidade, pois viveu em grau heróico as virtudes de FÉ, ESPERANÇA e CARIDADE e demais virtudes. O primeiro milagre foi registrado em Imbituba/SC, no qual foi reconhecida a cura instantânea, perfeita e duradoura de Eluíza Rosa de Souza, que possuía uma doença complexa: a morte intra-uterina do feto e sua retenção por alguns meses; extração com instrumentos e revisão do útero, seguida de grande hemorragia e choque irreversível. O caso foi discutido e, posteriormente, o Santo Padre ratificou em decreto aprovando as conclusões da Congregação para as Causas dos Santos. Já o segundo milagre comprovado ocorreu com a menina Iza Bruna Vieira de Souza, de Rio Branco (AC). Ela nasceu com má formação cerebral, diagnosticada como “meningoencefalocele occipital de grande porte”. No 5º dia de vida, foi submetida, embora anêmica, a uma cirurgia e, depois de 24 horas, apresentou crises convulsivas e parada cardiorrespiratória. A avó da menina, Zaira Darub de Oliveira rezou à Madre Paulina durante toda a gestação da filha e também durante o período no Hospital. A menina Iza Bruna foi batizada no próprio Hospital, dentro do balão de oxigênio, e logo se recuperou. A cura foi atestada pelo Santo Padre e, no dia 19 de maio de 2002, o Papa João Paulo II canonizou Santa Paulina, reconhecendo suas virtudes em grau heróico: humildade, caridade, fé, simplicidade, vida de oração, entre outras. - SÃO NICOLAU PICK, SÃO WILALDO E COMPs. DE ACORDO com o "site" 'conexaofraterna.com.br', No dia 9 de julho, a Família Franciscana, em especial a Ordem dos Frades Menores e a Ordem dos Frades Menores Conventuiais, celebram São Nicolau Pick, São Wilaldo e seus companheiros, mártires da Holanda. No ano de 1572, na Holanda, alguns adeptos do calvinismo se rebelaram contra o governo do rei Filipe II e, coordenados pelo príncipe de Orange, tomaram à força armada algumas cidades, entre elas, a de Górcum. Depois de prender o governador da cidade e os padres, freis e fiéis que também lá moravam, os soldados os ameaçavam de morte, caso não negassem, principalmente, a fé em Jesus presente na Eucaristia. Todas as teses dos soldados Gueuses eram refutadas pelos freis e foram causas de ainda mais torturas e enforcamentos, no dia 9 de julho de 1572, e o local onde ocorreu o martírio é até hoje meta de peregrinação de muitas pessoas. Foram canonizados pelo Papa Pio X em 29 de junho de 1867. - SANTA ANATÓLIA. - Santa Anatolia, Virgem e Mártir, no tempo de Décio, foi condenada à morte na cidade de Thyrum ou Thurium ou Thora. Sobre a identidade do lugar, há muita discussão entre os críticos. Ela estava morando isolada com a irmã quando a perseguição surgiu violentamente, e foi pedida em casamento por um jovem chamado Aurelius. Que ela realmente se casou duvidam os bolandistas (estudiosos jesuítas). Sob o ponto de rendimento devido a solicitações de sua irmã Victoria, ela foi reforçada pela visão de um anjo. Banida de Thora, ela foi denunciada como cristã. O carrasco Audax trancou-a em um quarto com uma serpente venenosa, mas vendo que nenhum dano foi feito a ela, também professou a fé e morreu como um mártir. Anatólia foi condenada à morte pela espada.

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