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| Missa. POR repPaulo Maciel. Col.7h 1-12-24 |
R.:"- Senhor, quem vos seguir, terá a luz da vida." . EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO São Mateus (Mt 11, 16-19): "... 'a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras'... ". - FONTE: novaalianca.com.br. -
- SANTOS DO DIA 13 DE DEZEMBRO. (FONTE: revista.arautos.org)
- Santa Luzia, Virgem e mártir (séc. IV). Martirizada em Siracusa, seus restos são venerados em Veneza e seus olhos encontram-se na igreja de São João Maior, em Nápoles. - SEGUNDO O ´site´da Comunidade Católica Canção Nova, ´Santa Luzia nasceu em Siracusa, na Itália, no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia. Pela cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras. Assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda. Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é, muitas vezes, representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que, por fim, a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no dia 13 dezembro de 304. Conta-se que, antes de sua morte, teriam arrancado os seus olhos. Fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”. O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz. Oração: Ó, Santa Luzia, que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados, antes de negar a fé e conspurcar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos, para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, eu recorro a vós para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, a fé, pela qual posso conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós, Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos anjos e no santuário. Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. Amém. ´- Santa Odila, Otília ou Odília, virgem (†séc. VII). Filha do Duque da Alsácia, França, primeira abadessa do mosteiro de Hhenburg, no qual instalou um hospital para doentes incuráveis e abandonados. Transformou em hospitais e conventos os castelos herdados de seus pais. - DE ACORDO com o "site" 'cruzterrasanta.com.br', ´Odila, também conhecida como Otília ou Odília, nasceu na região da Alsácia, no século VII, quando esta região era um ducado da Alemanha. Na época, o soberano do local era um duque chamado Aldarico. Como todo soberano, ele desejava muito ter um filho que o sucedesse no governo de sua cidade rica e poderosa. Aldarico era recém-batizado, mas não era um cristão decidido. Sua esposa, Benvinda, sim, era uma cristã fiel e caridosa. Nesta família nasceria Santa Odila. Porém, em condições muito adversas. Odila, a primeira filha do casal, nasceu com duas desvantagens: a primeira, pelo simples fato de ser mulher. Seu pai, Aldarico, queria um homem para sucessor. Além disso, ela nasceu cega. Quando o pai soube disso, rejeitou-a e expulsou-a de casa. O bebê foi entregue a um mosteiro de religiosas. Lá, ela recebeu cuidados e educação. As irmãs souberam criá-la com amor, alegria e cuidados, apesar de sua deficiência visual. Certo dia, as irmãs receberam uma visita inesperada: o bispo da diocese, chamado Dom Heraldo. Ele chegou dizendo que teve um sonho no qual um anjo lhe ordenara ir ao mosteiro para batizar uma menina. Surpresas, as irmãs apresentaram a menina ao bispo. Ele a batizou dando o nome de Odila, cujo significado é "luz de Deus". No exato momento em que a batizava, o bispo foi movido em seu coração a dizer a ela: "Que os teus olhos do corpo se abram, como foram abertos os teus olhos da alma". No mesmo instante, Odila começou a enxergar e recebeu o dom da profecia. Mais tarde, ela veio a se tornar uma grande mística da Igreja. O dom da profecia que ela recebeu impressiona ainda hoje. Ela previu, entre outros acontecimentos, a Segunda Guerra Mundial, descrevendo-a com detalhes. Aldarico designou o castelo de Hohenbourg, que ficava no topo de uma montanha, às margens do famoso rio Reno, para ser o mosteiro. Odila foi a primeira abadessa. Logo, muitas religiosas ingressaram nele. Elas passaram a atender aos pobres, aos doentes e aos abandonados. Por isso, logo Santa Odila fundou ali um importante hospital. Anos mais tarde, o próprio Aldarico e sua esposa Benvinda foram para o mosteiro, onde faleceram recebendo os cuidados da filha. Os castelos que Odila herdou após a morte dos pais, foram transformados em hospitais e mosteiros. Houve um tempo em que o mosteiro ficou sem água por causa de uma grande seca que atingiu a região. Santa Odila rezou intensamente e, no mosteiro brotou uma fonte de água milagrosa, que sustentou o local santo nos tempos mais difíceis. Assim, ela conseguiu continuar sua obra de caridade junto aos mais necessitados. Após vários anos dedicados à caridade, à oração e à penitência, Santa Odila faleceu no final do século VII, num dia 13 de dezembro. Ela foi sepultada ao lado da fonte que fizera brotar por sua oração. Desde então, vários fiéis doentes ficaram curados ao molharem-se nas águas dessa fonte. Em 1807 o local foi transformado num santuário, data em que o Papa Pio VII canonizou Santa Odila e autorizou seu culto e sua festa no dia do seu falecimento. Todos os imperadores da Alemanha, começando por Carlo Magno no ano 800, renderam homenagens a Santa Odila. O papa São Leão IX e o rei inglês Ricardo I fizeram peregrinação para visitar seu túmulo. Santa Odila é venerada até hoje como protetora dos portadores de doenças da visão, dos cegos e dos oftalmologistas. Ela foi declarada padroeira da Alsácia, território que hoje pertence à França. Os hospitais e os mosteiros fundados por Santa Odila foram passados para a administração dos monges beneditinos. Eles tiveram o cuidado de manter a finalidade principal da obra criada por santa Odila: a assistência e caridade para com os pobres e doentes incuráveis. Além disso, fizeram florescer uma vigorosa Congregação religiosa, que se espalhou pelos cinco continentes.`
- São Pedro Cho Hwa-so e cinco companheiros, mártires (†1866). Leigos torturados até à morte por se recusarem a renegar a Fé, durante a perseguição na Coreia. - Beato João Marinoni, presbítero (†1562). Com São Caetano de Thiene, dedicou-se à reforma do clero e assistência aos necessitados. - Beato Antônio Grassi, presbítero (†1671). Religioso da Congregação do Oratório, falecido em Fermo (Itália), exerceu seu ministério impulsionando com seu exemplo a educação dos jovens. - Beata Maria Madalena da Paixão, virgem (†1921). Fundadora da Congregação das Irmãs Compassionistas Servas de Maria, em Castellammare di Stabia, Itália.

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