sexta-feira, 20 de maio de 2022

LITURGIA. 25/05/2022, 4ª-F. . VI SEMANA DA PÁSCOA. SANTO: Gregório VII e Mª Madalena de Pazzi. Voz: Paulo Maciel. Colatina/ES

-- LITURGIA. 25/05/2022, QUARTA-FEIRA - VI SEMANA DA PÁSCOA. Cor: Branca. Ano C. Rito: Ofício do Dia. Santo do dia: São Gregório VII e Santa Mª Madalena de Pazzi..

--- 1ª Leitura:  Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 17,15.22-18,1): "... 'ele estabeleceu um dia em que irá julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou, diante de todos, oferecendo uma garantia, ao ressuscitá-lo dos mortos'...." SALMO RESPONSORIAL: Sl 148,1-2.11-12ab.12c-14a.14bcd. "R: Da vossa glória estão cheios o céu e a terra."  EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO São João (Jo 16,12-15): "...'o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade.'... " FONTE: NOVAALIANCA.COM.BR. 


- SANTO DO DIA 25 DE MAIO: São Gregório VII - Papa.  . (FONTE: rs21.com.br) - Sua vocação era a vida monástica. Mesmo no sólio pontifício usava o capuz beneditino. Híldebrando de Soana, toscano, nascido em 1028, parece ter iniciado sua vida monástica em Cluny. Após ter colaborado com os papas são Leão IX, que o nomeou abade de São Paulo, e Alexandre II, foi proclamado papa pelo povo. Era o dia 22 de abril de 1073. Oito dias depois os cardeais confirmaram a eleição, que ele aceitou com “muita dor, gemido e pranto”. Feito papa com o nome de Gregório VII, realizou com muita coragem o programa de reformas, que ele mesmo planejara como colaborador de seus predecessores: luta contra a simonia e contra a intromissão do poder civil na nomeação dos bispos, dos abades e dos próprios pontífices, restauração de severa disciplina para o celibato. Encontrou violentas resistências também da parte do clero. No concílio de Mogúncia os clérigos gritaram: “Se ao papa não bastam os homens para governar as Igrejas locais, que dê um jeito de procurar anjos”. O papa confiava seus sofrimentos aos amigos com cartas que revelavam toda a sua sensibilidade, sujeita a profundos desconfortos, mas sempre pronta à voz do dever: “Estou cercado de grande dor e de tristeza universal- escrevia em janeiro de 1075 ao amigo santo Hugo, abade de Cluny – porque a Igreja Oriental deserta da fé; e se olho das partes do Ocidente, ou meridional, ou setentrional, com muito custo encontro bispos legítimos pela eleição e pela vida, que dirijam o povo cristão por amor de Cristo, e não por ambição secular”. No ano seguinte teve de enfrentar o duro desentendimento com o imperador Henrique IV, que se humilhou em Canossa, mas, logo depois, retomou as rédeas do império, vingou-se com a eleição de um antipapa e marchou contra Roma. Gregório VI_I, abandonado pelos próprios cardeais, refugiou-se no Castelo Santo Ângelo, de onde foi libertado pelo duque normando Roberto de Guiscardo. O papa foi depois, em exílio voluntário, para Salerno, e aí morreu, um ano depois, pronunciando a célebre sentença: “Amei a justiça e odiei a iniquidade, por isso morro no exílio”. Seu corpo foi sepultado na catedral de Salerno. Foi canonizado em 1606. Acostumados a ver neste papa um lutador empenhado com um braço de ferro contra o irrequieto imperador, não devemos esquecer o humilde servo da Esposa de Cristo, a Igreja, por cujo decoro trabalhou e sofreu a fim de que “permanecesse livre, casta e católica”. São as últimas palavras que ele escreveu na carta do exílio de Salerno, para convidar os fiéis a “socorrer a mãe”, a Igreja.


-- OUTRO SANTO. Santa Maria Madalena de Pazzi - Virgem. A família dos Pazzi, a cujo nome está ligada a célebre conjuração contra o grão-duque de Médici, era uma das mais importantes da Florença renascentista, opulenta e festiva. Catarina de Pazzi (Maria Madalena foi o nome assumido pela santa carmelita na profissão religiosa) nasceu em 1566, num século rico de acontecimentos na história civil e religiosa da Itália e assinalado por grande florescimento de santos. Por sua vez, Maria Madalena de Pazzi também participou da situação histórica e social do seu tempo escrevendo cartas muito corajosas ao papa, aos cardeais, aos bispos e aos príncipes, apontando as causas dos males que afligiam a Igreja na deficiência dos cristãos e de seus pastores. É este um dos lados extraordinários da santa, associada à paixão de Cristo com os estigmas e outros fenômenos místicos como as visões, os êxtases, os raptos, durante os quais tratava de árduas questões teológicas. Três coirmãs, encarregadas pelo diretor espiritual, transcreviam as revelações da irmã Maria Madalena. O livro, intitulado Contemplações e redigido de modo excepcional, é considerado importante tratado de teologia mística, e ao mesmo tempo nos revela o itinerário espiritual da santa, que entrara aos dezoito anos no mais austero convento florentino, o das carmelitas. Desde pequenina, Catarina de Pazzi mostrava-se mais inclinada à devoção do que à vida divertida do seu tempo. Teve de fato o privilégio, até então raro, de fazer a primeira comunhão com a idade de dez anos. Dando adeus ao mundo e trocando o nome, a irmã Maria Madalena foi instrumento dócil da graça divina, atravessando todos os estados da vida mística, dos arrocebos da contemplação à tormentosa prova da morte dos sentidos, na escuridão abissal da aridez espiritual, com duração de cinco anos, durante os quais foi provada na fé, na esperança e na caridade. E, finalmente, no dia de Pentecostes de 1590, seu espírito foi novamente submerso pela esplendorosa luz do êxtase, reforçando-se para a prova sucessiva, a da dor física. Martirizada no corpo por úlceras dolorosíssimas, quando a dor se tornava insuportável, a irmã Maria Madalena, escolhida pela sua Ordem para mestra das noviças, encontrava a força de repetir aquelas palavras que se tornaram norma da sua vida: Padecer, e não morrer. Morreu a 25 de maio de 1607, no convento de santa Maria dos Anjos, em Florença. Foi canonizada em 1669.

--- ((Um santo para cada dia – Paulus Editora)) ---

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- São Gregório VII e Santa Mª Madalena de Pazzi. , ROGAI POR NÓS!


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