sexta-feira, 12 de novembro de 2021

EQUILÍBRIO. Médica veterinária homoafetiva critica ativistas LGBT e feministas

 ---TEXTO, pesquisa, transcrição e foto: repórter/radialista Paulo Maciel, para: 'Paulo Roberto Maciel' (CANAL DO YOUTUBE); 'reporterpaulomaciel.blogspot.com' (BLOG); e 'facebook.com/paulomacieldaradio' e 'instagram.com/paulorobertomaciel6/'

----Médica veterinária homoafetiva e conservadora critica pautas LGBT - A colunista Cristina Graeml, do Canal do Youtube "Gazeta do Povo", entrevistou a médica veterinária Maria Luíza Neta, homossexual assumida, que não se vê representada pela agenda LGBT e diz que o ativismo atual não gera inclusão mas, sim, exclusão. Maria Luíza comenta casos recentes como a cartilha LGBT que chegou ao escotismo, o cancelamento do jogador de vôlei Maurício Souza e o caso do travesti que agrediu uma adolescente porque ela reclamou de ter que dividir o banheiro feminino da escola com ele. A entrevistada disse, entre outras coisas: "... Sou tua fã (admiradora de Cristina Graeml). É muito bom ter uma imprensa de credibilidade, uma mídia conservadora falando pela gente. Eles (os LGBTs) se infiltram em todos os lugares, há uma tendência em querer influenciar o pensamento de todo mundo para pensar como eles. Eu fiquei bastante constrangida, pois esse pessoal LGBT tem se infiltrado em todos os lugares, colocando conceitos que não são exatamente verdadeiros. ... Eu sempre vi os escoteiros como um grupo que ensinava valores e não uma cartilha de algum grupo específico. A gente fala de inclusão, mas não é exatamente isso. Esse povo não inclui ninguém. ... Aos poucos eu vi esse movimento LGBT se politizar, se esquerdizar e, de repente, virou um confrontamento com religião, com valores cristãos, com valores conservadores. Eu sempre pontuei que a gente precisa ser reconhecido socialmente pelo que fazemos, pelo que somos. Eu não quero me apresentar como homossexual, eu quero me apresentar como uma pessoa, uma médica veterinária que contribui de alguma forma para a sociedade com o meu trabalho. Você e a Bárbara do 'Te Atualizei' (Canal do Youtube) representam muito melhor a gente do que as feministas, porque vocês não querem se impor. ... Se sentir menino não te faz ser um menino. Como veterinária eu sei que existe uma coisa chamada biologia, e isso é imutável. Acredito que o que se precisa fazer é ajudar as pessoas entenderem, a conviverem com a sua questão biológica e a integrar ao que elas sentem. ... Como veterinária eu não posso descrever hormônios para engordar bovinos porque isso pode fazer mal para as pessoas... Mas um médico pode prescrever hormônio para uma pessoa fazer uma transição, que na verdade é ilusória. ... Houve o caso de uma moça que se sentiu constrangida por um travesti usar o banheiro feminino da escola, e o travesti a agrediu. O rapaz agrediu a menina. É mais um caso de intolerância. Eu acho que meninas têm assunto de meninas, e elas não se sentem à vontade, talvez, falando desse assunto com o travesti. Com todo o respeito, ele é um menino. Eu acho isso, algumas vezes, constrangedor para elas, que talvez não se sintam à vontade. Eu não me sentiria à vontade. Não é dessa forma que se vai incluir a pessoa. Com relação ao Maurício Souza (atleta de vôlei), eu me tornei mais fã dele ainda, porque ele não foi homofóbico. Ele colocou a posição dele a respeito do assunto. Eu também não curto ver o Super-Homem, que foi meu herói de infância, se tornando bissexual. O Super-Homem é um marco da minha infância. Eu acho que a grande ideia por trás disso é causar confusão e fazer barulho, o que só ajuda a estragar. ... E as pessoas estão entrando tanto nessa vaibe, que o Maurício Souza, ao invés de ser cancelado, foi exaltado. Em pouco tempo, ele teve milhões de seguidores. ... O problema de nós, conservadores, é que nós vamos às redes sociais, escrevemos a respeito, vamos a passeatas, mas a gente não boicota. O que a gente tem que fazer é não comprar mais o produto, é não comprar mais o copo de tal personagem (história em quadrinho)... Eu acho que é a única forma da gente se libertar disso. ... Eu acho que nós temos que ter arquétipos, e o Super-Homem é um arquétipo... Ele é importante e quando a gente mexe nesse arquétipo, a gente está querendo mexer na construção mental do que é ser um homem, do que é ser uma mulher.... A gente tem na nossa mente arquétipos.... Uma criança tem que ser uma criança. A partir do momento que ela crescer, naturalmente ela vai começar a se interessar por outra menina ou outro menino. A gente não precisa impor isso pra ela... Não é que a gente está dizendo que ser 'gay' não é natural. Não é isso! É que não é o momento em que se vai falar sobre isso com criança, nem estimulá-la a namorar, a ter comportamento adulto. ... Sobre o Super-Homem.... está se tentando fazer virar moda ser homossexual ... Isso está sendo imposto ... Pega-se a cabeça do adolescente, que é super moldável, e diz para ele que agora é moda ser 'gay' ... Isso não é coisa genuína! Cria um conflito muito grande dentro do adolescente. ... Num momento da adolescência, começa-se a produzir hormônio e naturalmente a mente e o corpo começam a se entender... E quando impõe-se isso como verdade, como modismo, o conflito é bem maior daquele que eu mesmo tive na adolescência. Eu não vou ser hétero porque agora não é mais moda ser hétero? Não é assim que a gente funciona. As pessoas foram feitas para serem felizes. Então, cada um deve respeitar o espaço do outro e não fazer moda com isso, fazer política em cima disso, não se deve usar as pessoas politicamente como tem sido feito. Devem parar de querer lacrar e começar a realmente ter respeito, tanto de um lado quanto do outro, para caminhar para um lugar bem legal na sociedade. Do jeito que as coisas estão é bem preocupante. ... A gente ouve falar assim: 'Não tem mulheres na engenharia mecânica!'. ... Faz vestibular, e vai trabalhar com isso. ... Não é a faculdade que não aceita, são as mulheres que não querem ser engenheiras.... Por que agora toda propaganda de xampu tem que ter um casal homossexual, tem que ter negro, tem que ter japonês, pra mostrar que você é inclusivo? Não precisa mostrar! Precisa ser inclusivo! .... Quanto ao escoteiro, ele já é a favor do meio ambiente, ele já é a favor da diversidade, ele já é integrado com a natureza, enfim com todas essas pautas que estão dizendo que estão trazendo para os escoteiros agora. ... Então, acho que temos que repensar essa palavra 'inclusão', 'o que é ser inclusivo'...". ---(((FONTE: Canal do Youtube "Gazeta do Povo". 474 mil inscritos - 11/11/2021)))
-ILUSTRAÇÃO: Jornalista Cristina Graeml e veterinária Mª Luíza Neta. CRÉDITO: repórter Paulo Maciel/Colatina-ES,reprod.GazetadoPovo. 11-11-2021.

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