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| Repórter Paulo Maciel mostra capa do DVD do filme "Jeremias" |
RESUMO ESCRITO
POR repórter Paulo Roberto Maciel, para os endereços na web:
reporterpaulomaciel.blogspot.com (BLOG), paulo roberto Maciel (CANAL DO
YOUTUBE) e www.facebook.com/paulomacieldaradio
(REDE SOCIAL)
O PROFETA
JEREMIAS ALERTOU O POVO MAS NÃO FOI OUVIDO E A DESTRUIÇÃO VEIO
No tempo do rei Josias, o jovem Jeremias –
descendente de Aarão – foi levado pelos pais ao Templo de Jerusalém. As Leis de
Moisés, perdidas há centenas de anos, foram encontradas e haveria comemoração e
festividades pela reforma do Templo. Realizar um sacrifício a Deus no Templo é
uma honra para a família de Jeremias. Muitos judeus de várias localidades, em
caravanas, seguiam pelas estradas rumo a Jerusalém, que está em festa com
muitos sacrifícios de animais, como carneiros, por exemplo. Em sonho, Deus em
forma de criança aparece para Jeremias e diz que o constituiu profeta antes de
se formar no ventre da mãe. E por isso, falaria por sua boca, enviando
mensagens ao povo judeu. Jeremias resiste em aceitar a convocação, se dizendo
criança e sem consistência para a missão, mas o Senhor diz que o guiará.
Dezesseis anos depois, na Babilônia, Nabucodonosor comemora seu fortalecimento
ao derrotar os egípcios. Ele diz que o mundo é dele e buscará mais conquistas.
Depois de Josias, o rei Joaquim se mostra fraco. O rei vai julgar o endividado pai
de Judite, namorada de Jeremias. Pela ei judaica, os devedores têm a obrigação
de servir por sete anos aos seus credores. Jeremias é chamado por Deus para
iniciar seu ministério profético. O rei Joaquim julga e fala da necessidade de
manter a prosperidade do reino. Para isso, quem deve tem que pagar a dívida de
forma exemplar, pois se a confiança é rompida fica ameaçada a prosperidade. E o
pai de Judite vai servir ao seu credor. Jeremias tira Judite do meio da família
dela e diz que Deus quer assim, a fim de salvá-la de maldades dos credores do
pai. Jeremias vê estátuas de outros deuses com comerciantes e as destrói. Ele
vai à entrada do Santuário (Santo dos Santos) do Templo e Deus lhe fala: “Tu
falarás por mim!”. Na hora de sacrificar um carneiro, ele ouve novamente a voz
de Deus, para não levar adiante a imolação do animal e transmite a advertência
aos presentes na presença do rei, que fica decepcionado com a atitude de
Jeremias. O rei ordena ao pai do profeta que não o leve novamente ao Templo.
Posteriormente, Jeremias é espancado e seu pai não intervém para impedir o ato.
Jeremias vai para o deserto, onde Deus lhe fala e manda que volte para
Jerusalém, a fim de dizer que coisas ruins irão acontecer. Jeremias é encontrado pelo escriba Baruc, que o ouvira profetizar e acreditava que aquilo só podia ser algo inspirado por Deus. Jeremias profetiza e Baruc escreve. Jeremias diz que o rei da Babilônia virá e destruirá Jerusalém. Baruc diz a Jeremias que as lideranças do reino não deram ouvidos à profecia e que ele deveria fugir. Jeremias afirma que Deus o protegerá. Os soldados da Babilônia – os caldeus - chegam em grande número. O rei Joaquim tem uma enfermidade grave e morre. Joaquim – o filho – se entrega a Nabucodonor, que o levará para a Babilônia com seus ministros. Matanias é feito rei de Judá (com o nome de Sedecias) por Nabucodonosor, que prestou-lhe essa homenagem por receber presentes dele. Nabucodonor, antes de partir, informa que quer receber dele impostos em ouro para a Babilônia a cada ano. Os caldeus não chegaram a destruir a cidade de Judá e a paz voltou a vigorar. Assim, Sedecias não dava ouvidos às profecias de Jeremias. Há discussões sobre o imposto determinado por Nabucodonosor, e Sedecias quer saber de seus assessores se o Egito pode proteger Judá. Jeremias diz que Sedecias deve aceitar a supremacia da Babilônia, pois é isso que Deus quer. O rei o chama de falso profeta, mas Jeremias alerta que todos abandonaram Deus. Jeremias profetiza que o exército egípcio virá mas retornará, pois Deus condenou a cidade, a menos que as autoridades judaicas se arrependam. Aparece um falso profeta de nome Ananias dizendo que Deus lhe fala que os judeus derrotarão a Babilônia, e agride Jeremias. Sedecias acredita que Ananias é profeta. Jeremias é preso e adverte que Sedecias será escravo na Babilônia, fazendo ainda outras profecias catastróficas. Jeremias é posto numa gaiola suspensa, como pena pela sua condenação. Enquanto isso, os caldeus (exército da Babilônia) voltam a atacar Judá. Da gaiola, Jeremias diz que Deus manda o rei render-se à Babilônia. Sedecias diz ao general e conselheiro que o que Jeremias falou está acontecendo. Mas o general diz que Deus não destruiria seu próprio povo. Depois de cumprir a pena, Jeremias sai da gaiola e Sedecias manda libertar os escravos, com forte crítica do seu general. Solto, Jeremias vai até a Judite e informa que a família dela está livre. Jeremias enfatiza que é somente a Deus que pode servir e não ao rei, e por esta razão não poderá formar família com Judite. Sodados do general prendem Jeremias e o arrastam puxando-o com cavalos e o aprisionando. Judite aparece e tenta cuidar dele. Jeremias manda que ela fuja, pois os babilônios vão destruir a cidade. O general acaba aparecendo com seus guardas, que matam Judite. Jeremias grita por Deus. Um ano depois, Judá continua sendo atacada por seus inimigos e o profeta ainda está preso. Há brigas nas ruas por alimentos e os habitantes estão em situação caótica, vivendo como maltrapilhos. Jeremias é levado a Sedecias, que lhe pede a profecia de Deus para aquele momento, mas nada lhe é respondido que o agrade. Ele solta Jeremias, que continua a alertar que Deus quer a rendição aos caldeus. O general do rei prende Jeremias de novo, por causa dessa profecia divina. O eunuco Ebed Malech diz ao rei que Jeremias foi colocado num poço e se acontecer a sua morte, a ira de Deus cairá sobre Judá. Jeremias é solto e, indo novamente ao rei, critica as estatuetas dos falsos deuses que o rei possui num compartimento do palácio, advertindo-o sobre o castigo que virá por isso. O rei implora para salvá-lo, mas Jeremias responde que Deus o salvará somente se ele se render à Babilônia. O rei retruca que se fizesse isso, o povo o mataria. Jeremias diz que ao se render, o rei não morrerá, mas viverá como escravo, situação que o monarca não aceita. Jeremias diz, então, que o rei já é um escravo. Uma nova invasão de guerreiros acontece, e o general chama o rei para fugir. Eles fogem por túneis e passagens secretas. Os invasores destroem a cidade, enquanto a família real empreende sua fuga. Ela, no entanto, acaba sendo entregue ao rei Nabucodonosor. O rei babilônio mata a família e a comitiva de Sedecias, cujos olhos são queimados. Enquanto isso, Jeremias é libertado em Judá por ordem de Nabucodonosor, no momento em que a cidade está em chamas e há muita gritaria de dor por todo lado, em que as pessoas fogem sem rumo. Jeremias anda pelos escombros e profetiza que o Templo haverá de ser reconstruído, mas essa reconstrução acontecerá também no coração dos judeus. (Texto, pesquisa e fotos: repórter, radialista e blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES, para os endereços na web: reporterpaulomaciel.blogspot.com (BLOG), paulo roberto Maciel (CANAL NO YOUTUBE) e www.facebook.com/paulomacieldaradio). Resumo do filme “Jeremias”, com Patrick Dempsey, Oliver Reed e Klaus Maria Brandaner). Informações oficiais da película: “Para alertar o povo de Jerusalém da destruição de sua cidade, Jeremias (Patrick Dempsey) abandona sua família. Mesmo perseguido e chamado de traidor pelo povo judaico, o profeta não abandona a cidade e testemunha sua invasão... e a prisão do povo pelos persas. ... ELE FOI PERSEGUIDO E CHAMADO DE TRAIDOR. SEM ACREDITAR NO PROFETA, O POVO DE JERUSALEM – Cidade Sagrada – SERÁ DESTRUÍDO PELOS BABILÔNIOS”. 29/03/2020)




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