- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
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| Catedral Sag.C. Jesus.POR rep.Paulo Maciel. 25-6-25 |
- LITURGIA.08/06/2026 - SEGUNDA-FEIRA - X *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou SANTO EFRÉM - DIÁCONO E DOUTOR DA IGREJA (Mem. facult.. Cor branca). - 1ª Leitura: Leitura do Primeiro Livro dos Reis (1Rs 17, 1-6): "...Pela vida do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo...". - Sl 120 (121), 1-2.3-4.5-6.7-8 (R. Cf. 2). R.: "Do Senhor é que vem o meu socorro, do Senhor que fez o céu e fez a terra!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 5, 1-12): " ...'Bem-aventurados os que são perseguidos... porque deles é o Reino dos Céus.'...". - FONTES: diversas.- SANTOS DO DIA 08 DE JUNHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- São Medardo (†561). Bispo de Noyon, França, trabalhou com todo o empenho para converter o povo das superstições pagãs à doutrina de Cristo. - Santo Efrém, Diácono e Doutor da Igreja (†373). Foi o primeiro padre da Igreja de que se tem notícia a proclamar-se servo de Maria. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Efrém, aos 15 anos, defrontou-se com o Evangelho e o estudou com paixão. Porém, isto lhe custou a perseguição do seu pai, sacerdote pagão. Aos 18 anos, recebeu o batismo e seguiu o bispo Tiago no Concílio de Nicéia (325). Depois, retornou a Nísibis (hoje Turquia), onde abriu uma escola bíblica. Quando a cidade foi invadida, várias vezes, pelos persas, Efrém foi obrigado a deixar sua cátedra, tornando-se herói da resistência. Logo, foi um teólogo de pulso, combatente e homem de caridade. Para diminuir o impacto da escassez, que em certo momento atingiu Edessa, ele arregaçou as mangas para garantir ajuda humanitária à população. O pensamento e os escritos de Efrém foram seus melhores talentos, além da música. Ele escreveu muito e de tudo com grande qualidade espiritual e estilo. Seus poemas e sermões em versos, seus hinos (as obras mais abundantes), e comentários bíblicos abordavam os pilares da fé que o fascinavam: Deus, Criador, a virgindade de Maria, a redenção do Cristo... A poesia foi o instrumento que lhe permitiu se aprofundar na reflexão teológica "através de paradoxos e imagens", como, há alguns anos, o Papa Bento XVI observou ao comentar sobre a vida de Efrém. A cidade de Edessa, ajudada por Efrém durante o drama da escassez, foi a cidade para aonde o santo se transferiu e se estabeleceu após uma peregrinação em 362. Ali prosseguiu seu trabalho como teólogo e pregador... O cuidado dos doentes de peste foi a última obra-prima, que Efrém da Síria escreveu com a tinta da caridade. Santo Efrém faleceu em Edessa, acometido pela pestilência, em 373... Ele sempre foi um diácono exemplar, um servo de todos, por amor a Deus, um seu cantor e "Harpa do Espírito Santo". - São Fortunato, Bispo italiano, séc. VI. - São Guilherme Fitzherbert, Bispo (†1154). Após ser restituído à sua sé arcebispal de York, Inglaterra, da qual tinha sido injustamente deposto, perdoou seus inimigos e favoreceu a paz. - São Tiago Berthieu, presbítero e mártir (†1896). Missionário jesuíta preso e morto pelos fetichistas em Madagascar. - Beato João Davy, diácono e mártir (†1537). Religioso cartuxo inglês que, por negar-se a prestar o Juramento de Supremacia, sofreu terríveis torturas e morreu de fome no cárcere, durante o reinado de Henrique VIII. - Beata Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, virgem (†1926). Fundou em Kerala, Índia, a Congregação das Irmãs da Sagrada Família. - Beato Nicolau de Gesturi, religioso (†1958). Sacerdote capuchinho, do convento de Cagliari, Itália. Sempre pronto para ajudar os indigentes, estimulou muitos outros à prática da caridadepara com os pobres. - Beata Maria do Divino Coração, virgem (†1899). Pertencia à nobre família alemã Droste zu Vischering. Ingressou na Congregação das Irmãs da Caridade do Bom Pastor e foi enviada ao Porto, Portugal, sendo nomeada superiora da casa. Foi favorecida com visões e revelações de Nosso Senhor, o qual lhe pediu a consagração do mundo a seu Divino Coração. No mundo, chamava-se ela condessa Maria Droste zu Vischering. Sua estirpe destacava-se há séculos pela fidelidade à Igreja e ao Papa, em cujo serviço nunca recusava qualquer esforço ou sacrifício. [...] Desde a mais tenra idade, esta alma inocente fora atraída pelo Sagrado Coração de Jesus. Para ela, a devoção ao adorável Coração se fundia na devoção ao Santíssimo Sacramento. No dia de sua crisma, aos 12 anos, já percebeu sua vocação e decidiu que seria religiosa... Tinha 26 anos, quando foi admitida na Congregação do Bom Pastor, uma instituição dedicada a cuidar de moças transviadas e de meninas órfãs ou abandonadas. Em 1897, ela recebeu de Jesus a incumbência de comunicar ao Papa Leão XIII o pedido de ser feita a consagração do mundo ao seu Sagrado Coração. Foi impedida por seu confessor de ir ao Papa, que, na sua visão, já tinha seus conselheiros. Outras duas vezes, Nosso Senhor insistiu no seu pedido. Ela, então, escreveu ao Papa duas cartas, que impressionaram profundamente o Pontífice. A segunda delas chegou em janeiro de 1899 e já em fevereiro o Sucessor dos Apóstolos decidiu consagrar todo o gênero humano ao Sagrado Coração de Jesus. Declarou o Papa Leão XIII: “Vou praticar o ato mais grandioso de meu Pontificado. Sabemos por revelação divina que esse ato apressará as misericórdias que esperamos. Há no mundo almas que recebem comunicações do Céu, e algumas vezes elas são transmitidas ao Papa em circunstâncias tais, que é impossível duvidar que venham de Deus.” Justamente na manhã do dia de sua morte, chegou-lhe às mãos um consolador presente do Santo Padre: dois exemplares da encíclica “Annum Sacrum”, cujo tema era a consagração da humanidade e do mundo ao Sagrado Coração do Divino Redentor. Cheia de paz, a santa mensageira expirou às três horas da tarde, na doce certeza de ter sido cumprido o desejo do Senhor. Foi beatificada pelo Papa Paulo VI em 1975.
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