quarta-feira, 20 de maio de 2026

LITURGIA.01/06/2026, 2ª-F. - S.JUSTINO - 9ª *S.T.C. - SANTOS: Simeão de Siracusa, Aníbal M.F., José Túc. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

Missa,7h,Cat.,Colat., 12-4-26.POR rep. Paulo Maciel
- LITURGIA.01/06/2026 - SEGUNDA-FEIRA - SÃO JUSTINO - MÁRTIR - IX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Vermelha. Rito: Ofício da Memória - 1ª Leitura: Leitura da Segunda Carta de São Pedro (2Pd 1, 2-7): "...seu divino poder nos deu tudo o que contribui para a vida...". - Sl 90 (91), 1-2.14-15ab.15c-16 (R. 2b). R.: "Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 12, 1-12): " ...'A pedra que os construtores deixaram de lado, tornou-se a pedra mais importante'...". - FONTES: diversas. - SANTOS DO DIA 01 DE JUNHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - São Justino, mártir (†c. 165 Roma). Denunciado por um de seus discípulos, esse Santo filósofo sofreu o martírio por amor a Cristo. DE ACORDO com o "site" ' rs21',  Justino nasceu em Flávia Neápolis, na Samaria (Israel), no início do século II d.C. e pertence à plêiade de pensadores que em cada período da história da Igreja tentam uma síntese da provisória sabedoria humana e das inalteráveis afirmações da revelação cristã. O itinerário da sua conversão a Cristo passa pela experiência estoica, pitagórica, aristotélica e neoplatônica. Daí o desenlace quase inevitável, ou melhor, providencial e a adesão à verdade integral do cristianismo. Ele mesmo conta que, insatisfeito com as respostas dadas pelas várias filosofias, retirou-se para um lugar deserto, à beira-mar, para meditar e que um velho, a quem tinha confiado sua desilusão, respondeu-lhe que nenhuma filosofia podia satisfazer o espírito humano, porque a razão sozinha é incapaz de garantir a posse plena da verdade sem o auxílio de Deus. Foi assim que Justino aos trinta anos descobriu o cristianismo, tornou-se seu propagador e para proclamar ao mundo essa sua descoberta escreveu suas duas Apologias. A primeira delas dedicou-a ao imperador Antonino Pio e ao filho Marco Aurélio, ao Senado e ao povo romano. Escreveu outras obras, pelo menos oito, entre as quais a mais considerável é intitulada Diálogo com Trifão e é relembrada porque abre o caminho à polêmica antijudaica na literatura cristã. Mas as duas Apologias permanecem como o documento mais importante, porque destes escritos aprendemos como era explicado o cristianismo naquela época e como eram celebrados os ritos litúrgicos, em particular a administração do batismo e a celebração do mistério eucarístico, Aqui não há argumentações filosóficas, mas comoventes testemunhos de vida da primitiva comunidade cristã, à qual Justino está feliz de pertencer: “Eu, um deles…” Tal afirmação podia custar-lhe a vida. De fato Justino pagou com a vida a sua pertença à Igreja. Por ocasião de sua ida a Roma, foi denunciado por um hipócrita e cínico filósofo, Crescêncio, com quem havia disputado por muito tempo. Também o magistrado que o julgou era filósofo estoico, amigo e confidente de Marco Aurélio. Mas para o magistrado, Justino não passava de simples cristão, igual a seus seis companheiros, entre os quais uma mulher, todos condenados à decapitação pela sua fé em Cristo. Do martírio de são Justino e companheiros se conservam as Atas autênticas.` - São Simeão de Siracusa, eremita (†1035). Depois de levar vida eremítica em Belém e no Monte Sinai, terminou seus dias recluso na torre da Porta Negra de Tréveris, Alemanha. - São José Túc, mártir (†1862). Camponês de 20 anos decapitado na cidade de Hung Yên, Vietnã, por ter-se recusado a pisar sobre a Santa Cruz. - Santo Aníbal Maria Di Francia, presbítero (†1927). Fundador da Congregação dos Padres Rogacionistas do Coração de Jesus e a das Filhas do Divino Zelo, em Messina, Itália. - Beato João Pelingotto (†1304). Terciário franciscano de Urbino, Itália. Retirou-se para viver numa cela, de onde só saía para atender os pobres e enfermos. - Beato Afonso Navarrete, presbítero, e companheiros, mártires (†1617). Sacerdote dominicano que foi martirizado com um padre da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho e um religioso da Companhia de Jesus por ordem do comandante supremo Hidetada. - Beato João Batista Scalabrini, Bispo (†1905). Bispo de Piacenza, fundador dos Padres Scalabrinianos e das Irmãs Missionárias de São Carlos.

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