sexta-feira, 22 de maio de 2026

LITURGIA.02/06/2026, 3ª-F. - 9ª *S.T.C. - SANTOS: Marcelino e Pedro - Mártires, Eugênio I, Nicolau, Blandina. POR rep.Paulo Maciel

LITURGIA.02/06/2026, 3ª-F. - 9ª *S.T.C. - SANTOS: Marcelino e Pedro - Mártires, Eugênio I, Nicolau, Blandina. POR rep.Paulo Maciel
- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
- LITURGIA.02/06/2026 - TERÇA-FEIRA - IX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou SANTOS MARCELINO E PEDRO - MÁRTIRES (Mem. facult.. Cor vermelha). - 1ª Leitura: Leitura da Segunda Carta de São Pedro (2Pd 3, 12-15a. 17-18): "...esperamos, de acordo com a sua promessa, ... novos céus e ... nova terra...". - Sl 89 (90), 2.3-4.10.14 e 16 (R. 1). R.: "Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 12, 13-17): " ...'Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus'...". - FONTES: diversas.
- SANTOS DO DIA 02 DE JUNHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- Santos Marcelino, presbítero, e Pedro, exorcista (†304 Roma). Foram mártires durante a perseguição do imperador Diocleciano. DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, a vida e o martírio de Marcelino e Pedro Exorcista ocorreram no contexto da grande perseguição contra a Igreja de Cristo, no século IV, por parte do Imperador Diocleciano. Foram mártires por causa do amor a Jesus. Marcelino era um padre muito estimado pelo clero de Roma, e Pedro era um padre exorcista. Conhecidos pela comunidade, rapidamente foram denunciados por serem cristãos e estarem atuando para a conversão de muitos. Foram presos, e, na cadeia, souberam que o responsável daquela prisão - Artêmio - estava deprimido, e quiseram saber o porquê. A filha dele estava sendo oprimida pelo Maligno. Eles, então, anunciaram Jesus àquele pai, e falaram do poder do Senhor para libertá-la. Conseguiram liberação, foram até a casa da família, anunciaram Jesus e oraram pela libertação da criança, explicando que a cura viria pela conversão sincera da família. Por graça, toda a família se converteu, aceitando o santo batismo. Este pai de família, juntamente com a esposa e filha, após evangelizarem publicamente, também foram martirizados. Diante das tantas obras realizadas, e após conseguirem a conversão do próprio carcereiro e de sua família, as autoridades não mais esperaram e os condenaram à decapitação. No entanto, para evitar qualquer movimentação da população, tudo foi feito de forma isolada. Não queriam que soubessem onde os seus corpos seriam deixados. Quando tudo isso aconteceu, o futuro Papa Dâmaso I era um adolescente e testemunhou os fatos, os quais ele narra tempos depois: “Marcelo e Pedro foram torturados, levados para um bosque, conhecido como Selva Negra, onde foram obrigados a uma última e cruel humilhação - escavar suas próprias covas - e, por fim, decapitados”. O fato se deu no ano de 304. Depois de muito tempo que seus corpos ficaram escondidos, uma mulher chamada Lucila os encontrou e, no desejo de dar-lhes uma digna sepultura, transladou os restos mortais. A devoção aos santos se espalhou por toda a Igreja Católica. O imperador Constantino edificou uma igreja para homenageá-los, e o Papa Virgílio também introduziu os nomes dos santos Marcelino e Pedro no próprio Cânon da Missa. - Santo Eugênio I, Papa (†657). Sucedeu a São Martinho I e combateu, como ele, a heresia dos monotelistas. - São Nicéforo de Constantinopla, Bispo (†829). Era simples leigo quando foi aclamado Patriarca de Constantinopla. Exilado pelo Imperador iconoclasta Leão V, por defender o culto às imagens sagradas. - São Nicolau (†1094). Peregrino que percorria a região da Apúlia, Itália, levando na mão um Crucifixo e invocando sem cessar o perdão de Deus. - Santa Blandina (†177). Ela foi decapitada em Lyon, França, nos tempos do imperador Marco Aurélio, após sofrer numerosos tormentos. DE ACORDO com o Facebook 'santosEsantas', em 2 de junho relembra-se a vida de Santa Blandina e de companheiros, todos mártires de Lyon, na França. No ano 177 d.C. começou em Lyon uma perseguição contra os cristãos, de acordo com os decretos do imperador Marco Aurélio. O Martirologio Romano recorda no dia 2 de junho um grupo de 48 mártires mortos mais ou menos ao mesmo tempo por ódio à fé cristã, em Lyon e em Vienne, na França. Eles são chamados normalmente de Mártires de Lyon... A história completa está numa carta que a Igreja da Gália enviou, logo após os eventos, à Igreja de Esmyrna, aos cristãos da Ásia e da Frígia. O historiador Eusébio de Cesareia incluiu o fato integralmente em sua "História Eclesiástica". O grupo de mártires é liderado por São Fotino, bispo nonagenário, e o segundo nome é o de Blandina, uma escrava cristã presa juntamente com sua senhora. Blandina era originária da Ásia Menor, mais especificamente da região central da atual Turquia. Apesar dos temores que outros cristãos alimentavam em relação à sua fidelidade na fé, ela mostrou uma firmeza extraordinária ao enfrentar o martírio, em que não lhe foi poupada a crueldade. Ela repetia: "Eu sou uma cristã e entre nós não há mal nenhum". Ela foi conduzida inicialmente ao anfiteatro Trois Gaules, que ainda existe na cidade de Lyon, e foi pendurada num poste em forma de cruz. Blandina rezou em voz alta e as feras não a atacaram. Em seguida, foi levada para a arena com outros fiéis sobreviventes de várias torturas, onde foi forçada a testemunhar a terrível morte dos companheiros, enquanto superava mais uma vez o tormento da grelha ardente. Ficando sozinha, foi desnuda e coberta com uma rede, sendo exposta às vaias dos espectadores e à fúria de um touro, que a golpeou com os chifres e jogou-a para o ar várias vezes. Finalmente, foi morta pela espada. Os próprios pagãos declararam que jamais uma mulher sofrera tão duros tormentos. Santa Blandina, escrava na vida mas mártir heroica e gloriosa na morte, é representada na arte com os atributos de seu suplício: a rede, o touro, a grelha e o leão. Blandina é a santa padroeira da cidade de Lyon. É também, com Santa Marta, padroeira das empregadas. - Beato Sadoc, presbítero, e companheiros, mártires (†1250). Superior do convento dominicano de Sandomierz, Polônia, foi trucidado pelos tártaros, junto com outros quarenta e oito religiosos, enquanto cantavam a Salve Regina.
 

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