segunda-feira, 18 de maio de 2026

LITURGIA.26/05/2026, 3ª-F. S. FILIPE NÉRI - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Eleutério, Simétrio, Mariana de Jesus. POR rep.Paulo Maciel

LITURGIA.26/05/2026, 3ª-F. S. FILIPE NÉRI - 8ª *S.T.C. - SANTOS: Eleutério, Simétrio, Mariana de Jesus. POR rep.Paulo Maciel - POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio - LITURGIA.26/05/2026 - TERÇA-FEIRA - SÃO FILIPE NÉRI - PRESBÍTERO - VIII *SEMANA DO TEMPO COMUM ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Ofício da Memória. - 1ª Leitura: Leitura da Primeira Carta de São Pedro (1Pd 1, 10-16): "...colocai toda a vossa esperança na graça que vos será oferecida na revelação de Jesus Cristo...". - Sl 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 (R. 2a)). R.: "O Senhor fez conhecer seu poder salvador, perante as nações. ". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 10, 28-31): " ....'muitos que agora são os últimos serão os primeiros'...". - FONTES: diversas. - SANTOS DO DIA 26 DE MAIO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano -- (Pesquisado no "site" do Vaticano): - SÃO SIMÉTRIO, MÁRTIR, NA VIA SALÁRIA NOVA: Simétrio ou Simítrio era um presbítero romano, sepultado na catacumba de Santa Priscila, ao longo da Via Salária Nova, junto com outros 22 Companheiros. Provavelmente, todos foram martirizados nos últimos anos do império de Antonino Pio, talvez por volta do ano 159. - SANTO ELEUTÉRIO, PAPA - Natural de Épiro, na Grécia, Eleutério foi Papa do ano 175 até 189. Tolerante com a heresia de Montano, combateu o gnosticismo e o marcionismo, contra os quais emitiu um decreto solene. Deve-se a este Papa a celebração da Páscoa no domingo. O Santo foi sepultado no Vaticano, ao lado do túmulo de São Pedro. - SÃO FELIPE NÉRI, PRESBÍTERO, FUNDADOR DA CONGREGAÇÃO DOS PADRES DO ORATÓRIO - Filipe Néri chegou a Roma em 1534, e era como uma luz acesa no escuro da miséria... Antes de morrer, octogenário, Filipe Néri queimou os manuscritos dos seus livros guardados na gaveta. Muito tempo antes, aos 24 anos de idade, fizera um pacote de todos os livros que então possuía (exceto a Bíblia e a Suma Teológica de Santo Tomás) e os levara para vender na praça, distribuindo depois o dinheiro obtido aos pobres. Desde aquele instante somente Deus haveria de ocupar seus pensamentos e coração. “Se quisermos nos dedicar inteiramente ao nosso próximo – repetia – não devemos reservar a nós mesmos nem tempo nem espaço”. Filipe Néri recolheu consigo os meninos turbulentos dos subúrbios romanos e os educava divertindo-os...Para ajudar os mais necessitados não hesitava em pedir esmolas... Um dia, um indivíduo sentindo-se importunado, deu-lhe um soco. “Este é para mim – foi a resposta sorridente do santo –, agora me dê algum dinheiro para os meus meninos”. Em pleno clima de reforma e contra-reforma, Filipe Néri expressou sua opinião a esse respeito, com uma frase muito eficaz: “É possível restaurar as instituições com a santidade, e não restaurar a santidade com as instituições”. Filipe nasceu em Florença (Itália) em 1515. Vivaz, alegre e otimista por temperamento (tanto que mereceu o apelido de Pipo, o bom), tentou várias profissões, entre as quais a de comerciante, perto de Cassino, aos dezoito anos. Estudante em Roma, abandonou os estudos vendendo os livros para dedicar-se totalmente a atividades beneficentes. Ordenado padre aos 36 anos, criou pouco depois o Oratório, congregação religiosa de padres, empenhados de modo particular na educação dos jovens. Sem parecer, Filipe tinha sólida cultura: promoveu os estudos de história eclesiástica, encaminhando a esta disciplina um dos seus sacerdotes, Barônio. Depois dos 75 anos de idade limitou sua atividade ao confessionário e à direção espiritual. Possuía o segredo da simpatia e da amizade. No leito de morte sentia-se culpado ao pensar que estava deitado numa cama macia e limpa enquanto Cristo morreu pregado na cruz. A morte se deu em 26 de maio de 1595. - SANTA MARIANA DE JESUS. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', Mariana de Jesus de Paredes e Flores é a primeira santa da república do Equador. Nasceu em Quito, em 31 de outubro de 1618. Foi a oitava e última dos filhos do capitão espanhol Jerônimo Flores de Paredes e de Mariana Granobles Jaramillo. Ficou órfã de pai aos quatro anos de idade, e de mãe aos seis. Foi educada por sua irmã mais velha, Jerônima. Mariana fez a Primeira Comunhão aos sete anos, e fez voto de virgindade. Assumiu o nome de Mariana de Jesus. Fez os exercícios espirituais e, como Santa Teresa, quis fugir de sua casa com uma prima para ir evangelizar os índios mainas. Esta iniciativa não teve êxito, como tampouco a de retirar-se a uma capela aos pés do vulcão Pichincha, para implorar a Virgem a proteção contra os perigos do vulcão. Sua família não a autorizou a entrar para as irmãs franciscanas; então ela decidiu ingressar na Terceira Ordem de São Francisco e se retirou para uma alcova de sua própria casa. Vestiu-se com um saial marrom e começou uma vida de completo recolhimento, de muitas orações e penitências. Mas tudo isso não mudou seu caráter alegre. Ela tocava violão, consolava os tristes, reconciliava negros e índios, e também fazia milagres. Mas sua saúde se ressentiu com as penitências as quais se ajuntaram dolorosas sangrias da parte dos médicos. Com os terremotos e as epidemias que aconteceram em Quito, em 1645, Marianita, como a chamavam, ofereceu sua vida por seus concidadãos. Em sua reclusão foi atacada por febre altíssima e fortes dores. Ao mesmo tempo que progredia sua enfermidade, ia diminuindo a peste na cidade e o terremoto havia cessado no momento de seu heróico oferecimento. Nos últimos três dias perdeu a voz e só no último dia aceitou que a colocassem num leito. Fazia tempo que havia expressado a seus familiares o desejo de que depois de morta a vestissem com o hábito franciscano que sempre teve em sua cela, enquanto por muitos anos levava o escapulário e o cordão da Terceira Ordem Franciscana, recebidos dos Frades Menores, por conselho de seu confessor. Predisse o dia e hora de sua morte, que aconteceu às 22 horas do dia 26 de maio de 1645. Tinha 26 anos de idade. Sua morte foi chorada por toda a cidade. Nos lábios de todos estava esta expressão: “Morreu a Santa”. Seus funerais foram um triunfo, uma explosão de agradecimento e de profunda veneração pela admirável concidadã.
 

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