- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
![]() |
| Pe. Adilson Ramos de Melo e Paulo Maciel.Catedral,19-2-26 |
- SANTOS DO DIA 01 DE MARÇO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- SANTO ALBINO. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', Albino nasceu em 469, em Vannes, Bretanha, França. De família nobre, foi uma criança inteligente e generosa. Ainda jovem se interessou pela vida religiosa. Aos 25 anos foi ordenado monge. Depois de uns anos as pessoas da própria sociedade o nomearam Abade do mosteiro local, Nossa Senhora de Nantili. Por mais 25 anos foi Abade, trabalhando pela fé cristã. Foi pai e irmão dos pobres, dos perseguidos e dos prisioneiros. Era tão humilde e bondoso, que foi eleito Bispos de Angers. Durante seu Bispado, lutou contra o casamento incestuoso, pois, na época, os homens da corte se casavam com as próprias filhas e irmãs. Convocou os concílios de Órleans em 538 e 541 para fortalecer sua luta e teve apoio da Santa Sé. Conta-se que ele abriu a porta da prisão, liberando os presos, como um de seus feitos. Em março de 550, faleceu. Foi sepultado na igreja de São Pedro em Angers. Em 556 foi dedicada à ele uma igreja, na qual construíram uma cripta para onde seu corpo foi transladado. Ao lado dessa igreja foi criado um mosteiro beneditino, cujo primeiro abade foi seu discípulo Sapaudo. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Albino, monge e abade, foi eleito bispo por aclamação, no ano 529, apesar da sua relutância. Entre os promotores do III Concílio de Orleans, renovou a Igreja, lutando contra a negligência dos pastores. Defensor dos pobres e prisioneiros, usava os fundos diocesanos para libertar os piratas reféns. DE ACORDO com o "site" 'a12', Albino, aos 20 anos, Albino tornou-se monge no mosteiro de Timcillac, perto de Angers, renunciando a títulos e a uma rica herança. Foi abade e, depois, bispo de Angers. Destacou-se pela moralização dos costumes, o combate aos casamentos incestuosos comuns na época, motivados por interesses sucessórios. Condenou este e outros vícios morais nos dois concílios regionais em Órleans, de 538 e 541, arriscando a vida por causa da oposição de poderosos interessados nesses costumes. Seus esforços tiveram sucesso e houve uma diminuição drástica dessas uniões. Narrações populares atribuem a Dom Albino a realização de grandes milagres. Assim, uma mulher chamada Etheria, na prisão por dívidas ao Estado no tempo do rei Childebert, recebeu sua visita, e atirou-se aos seus pés, implorando ajuda. Um guarda ameaçou bater nela, mas Albino, com um sopro, teria feito com que ele caísse no chão, como morto. Depois disso, ela foi solta. Em outra ocasião, ao passar perto da torre da prisão de Angers, ouviu gemidos de presos maltratados. Recorreu então ao juiz local, intercedendo pela libertação dos que podiam ser soltos e por um melhor tratamento aos que não podiam. Não sendo atendido, voltou à torre e ali rezou por horas. Em seguida, um grande deslocamento de terra derrubou a torre, libertando os prisioneiros, que o seguiram até a igreja de São Maurício, onde se estabeleceram. E, sob sua orientação, tornaram-se fiéis exemplares. Noutra situação, um homem que sofria horrivelmente de dores nos rins o procurou, ajoelhou-se e pediu-lhe a bênção. Albino impôs-lhe as mãos e imediatamente o cálculo renal foi expelido e o homem curado. Santo Albino faleceu no dia 1º de março de 549. Seu túmulo tornou-se logo um local de peregrinação, e muitos milagres lhe foram atribuídos. - SANTA EUDÓXIA (ou Eudócia). DE ACORDO com o "site" 'sagradamissão', Eudóxia nasceu na Samaria (Cirjordânia, Israel, Terra Santa), mas vivia na cidade de Heliópolis, na Fenícia, atual Líbano. Era uma jovem de extraordinária beleza, cujo ímpeto pagão a fez abandonar a família para levar uma vida de libertina. Teve muitos noivos e admiradores ricos, que iam de outros países à sua procura. Dessa maneira, enriqueceu. Certa vez, pernoitou na casa de um seu vizinho cristão, um velho monge, chamado Germano. De madrugada, o monge levantou para fazer suas orações em voz alta, como de hábito, e ler o Evangelho, entoando cânticos ao Senhor. A leitura foi sobre a nova vinda do Redentor e o juízo final. Eudóxia, acordou com aquela voz, que vinha pela parede da casa ao lado, e ficou escutando. O que ouviu, a impressionou. Foi procurar o homem que ouvira rezando e escutou por muito tempo a orientação do velho monge Germano, sentindo a alma se encher com a alegria e o amor de Cristo. Durante vários dias, ficou ouvindo as palavras do monge e rezando. Ela teve uma visão de São Miguel Arcanjo, presenciada pelo monge, confirmando assim seu arrependimento e conversão. O monge contou ao bispo de Heliópolis, Teodotos, que batizou Eudóxia. Depois, ela doou os seus bens aos pobres, libertou seus escravos e ingressou no convento feminino, próximo da cidade, de onde só saiu para morrer. Eudóxia consagrou sua vida inteiramente ao jejum, orações e purificação da alma. Abraçou a fé com tanta certeza que recebeu os dons de prodígios. O prefeito pagão, Aureliano, mandou alguns soldados para prendê-la, mas foram impedidos de forma extraordinária à medida que tentavam se aproximar do convento. Depois de três dias desistiram, voltaram e contaram tudo ao prefeito. Irritado, mandou outro grupo liderado por seu filho, outro prodígio aconteceu, assustando os cavalos e o jovem caiu e morreu. O prefeito consternado decidiu mandar um tribuno pedir ajuda à santa. Eudóxia respondeu com uma carta, que ao ser colocada em contato com o jovem, fê-lo ressuscitar. Aureliano se converteu e com ele toda a família e os seus magistrados. A filha Gelásia foi envida ao convento, o jovem ressuscitado se tornou diácono e mais tarde, bispo de Heliópolis. Eudóxia chegou a ser a superiora do convento. Na função, ela concentrou suas forças para auxiliar os pobres, curar os enfermos com seus dons pelas orações, convertendo os pagãos, rezando e jejuando. Na época do imperador Trajano, ela foi denunciada pela disseminação da fé cristã. Acusada de bruxaria e fraude, sem julgamento, Eudóxia foi decapitada em 1º de março de 114. - SÃO FÉLIX III - PAPA. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, São Félix III foi Papa desde o ano 483, e teve que enfrentar o cisma do Patriarca de Constantinopla e combater as heresias monofisitas e arianas. Apoiou os bispos africanos contra as invasões dos vândalos, e readmitiu na Igreja os cristãos que tinham sido obrigados ao batismo ariano. DE ACORDO com o "site" @paroquiasantarosalia, Felix III foi o 48º Papa da Igreja Católica e seu pontificado ocorreu entre os anos 483 e 492. Curiosamente, ele deveria ter se chamado Papa Félix II, pois o pontífice anterior que assumira esse nome fora na verdade um antipapa imposto pelo imperador Constâncio II. Ocorre que, geralmente, os antipapas não são considerados na lista dos Papas, mas Félix II foi mártir e a Igreja reconheceu-lhe a santidade. Por esse motivo, o pontífice celebrado em 1º de março é considerado Félix III, e não II, como seria de se esperar. Outra curiosidade a respeito de Félix III é que ele era filho de um padre. Isso se explica pelo fato de que o celibato eclesiástico dos padres não havia ainda sido definido. O próprio Félix era casado e pai de três filhos. Um de seus filhos foi pai de outro grande Papa: São Gregório Magno (590-604). Assim, a história nos diz que houve Papas que foram filhos de Papas. Durante seu pontificado, o Papa Félix III teve que lidar com a divisão entre a Igreja do Oriente e a Igreja do Ocidente. O grande problema era a heresia monofisita, que não concordava com as duas naturezas do Cristo, mas só com a natureza divina. Na ocasião, o patriarca de Constantinopla, Acácio, era apoiador da heresia. A controvérsia entre Oriente e Ocidente durou cerca de 35 anos. Apesar da firmeza de Félix em não aceitar a heresia monofisita, outras heresias e cismas ocorreram nos séculos sucessivos entre os cristãos orientais e os latinos. Outra frente de ação que caracterizou o pontificado de Félix III foi a luta em defesa dos bispos africanos, que sofriam com as invasões da tribo dos vândalos. Após um pontificado atribulado, Félix III morreu no dia 1º de março de 492, sendo sepultado em Roma, na Basílica de São Paulo Extra Muros.

Nenhum comentário:
Postar um comentário