segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

LITURGIA, 22/02/26- I DOM. DA QUARESMA-SANTOS: Papias, Maximiano de Ravena, Margarida de Cortona... POR rep.Paulo Maciel

- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista Paulo Maciel, de Colatina/ES, NO BLOG reporterpaulomaciel.blogspot.com, CANAL DO YOUTUBE Paulo Roberto Maciel Maciel - facebook.com/paulomacieldaradio - instagram.com/paulorobertomaciel6/ - @paulorobertomacielmaciel7919

 Adalto, da Eq. de Acolhida e Paulo Maciel. Catedral,Colatina,15-2-26
- LITURGIA. 22/02/2026 - I DOMINGO DA QUARESMA - (Hoje, omite-se a Festa de Cátedra de São Pedro, Apóstolo) -  ANO LITÚRGICO A. Cor: Roxa. Rito: Missa própria, Creio, Prefácio próprio. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Gênesis (Gn 2, 7-9; 3, 1-7): "A mulher...colheu um fruto... comeu e deu também ao marido, que estava com ela, e ele comeu....". - Sl 50 (51), 3-4. 5-6a. 12-13. 14. 17 (R. cf. 3a). R.: "Piedade, ó Senhor, tende piedade, pois pecamos contra vós.". - 2ª Leitura: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos (Rm 5, 12-19): "...o ato de justiça de um só trouxe, para todos ... a justificação que dá a vida....". Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 4, 1-11): "...'Adorarás ao Senhor teu Deus e somente a ele prestarás culto'... - FONTE: novaalianca.com.br.

- SANTOS DO DIA 22 DE FEVEREIRO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- - São Papias, Bispo (†séc. II). Bispo de Hierápolis, Frígia (atual Turquia). Foi companheiro de São Policarpo, recolheu fatos narrados por testemunhas dos Apóstolos e escreveu vários comentários sobre os Evangelhos. - São Maximiano de Ravena, Bispo (†556). Deu grande desenvolvimento à Diocese de Ravena, Itália, e defendeu com denodo a unidade da Igreja contra os hereges da época. - Santa Margarida de Cortona, penitente (†1297). Consternada pela trágica morte do nobre com o qual mantinha um relacionamento pecaminoso, arrependeu-se da vida que levara e, depois de muitas provas, foi admitida na Ordem Terceira Franciscana, onde dedicou-se à penitência. - Beata Isabel de França, virgem (†1270). Irmã do Rei São Luís IX da França, renunciou ao casamento e fundou em Paris o mosteiro das Irmãs Menores, onde serviu a Deus na pobreza e humildade. - Beato Diogo Carvalho, presbítero e mártir (†1624). Missionário jesuíta português torturado junto com vários fiéis em Sendai, Japão. - Beata Maria de Jesus d’Oultremont, viúva (†1879). Dama da sociedade belga que, após o falecimento do seu esposo e sem descurar a educação dos seus quatro filhos, fundou em Paris a Congregação das Irmãs de Maria Reparadora. - CÁTEDRA DE SÃO PEDRO. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, a festa de 22/02 coloca em evidência a Cátedra de São Pedro, ou seja, a missão peculiar que Jesus confiou ao apóstolo Pedro. Esta festa remonta ao século III e se distingue do martírio de Pedro, em 29 de junho. A data nasceu para destacar a “Cátedra” de Pedro, lugar onde o Bispo de Roma reside e governa. A "Cátedra", sede fixa do Bispo, na igreja-mãe de uma Diocese - daí o nome "Catedral" - é símbolo da sua autoridade e doutrina evangélica, que ele, como sucessor dos Apóstolos, é chamado a preservar e transmitir à comunidade cristã. Pode-se dizer que a primeira "catedral" foi o Cenáculo, onde Jesus reuniu os seus discípulos para a Última Ceia e onde, junto com a Virgem Maria, receberam o dom do Espírito Santo. Com o passar do tempo, Pedro transferiu-se para Antioquia, cidade evangelizada por Barnabé e Paulo, onde os discípulos de Jesus foram chamados “cristãos” pela primeira vez (Atos 11,6). Pedro foi o primeiro Bispo de Antioquia. Por isso, a cidade celebrava uma "festa própria" da Cátedra de Pedro, no dia 22 de fevereiro. A seguir, Pedro foi para Roma, onde concluiu a sua vida terrena com o martírio. Por este fim "glorioso" da sua existência, Roma foi considerada sede da "Cátedra" de Pedro, celebrada em 18 de janeiro. Em 1960, o Papa João XXIII uniu as duas festas, abolindo a de 18 de janeiro. Logo, esta festa representa a autoridade pastoral e magistral, que Cristo conferiu ao apóstolo Pedro, segundo a passagem evangélica da liturgia de hoje. Os testemunhos de São Jerônimo e Santo Agostinho ajudam-nos a compreender melhor seu significado e valor. São Jerônimo escreve: “Decidi consultar a cátedra de Pedro, onde se encontra aquela fé que a boca de um Apóstolo exaltou; agora venho pedir um alimento para a minha alma ali, onde, outrora, recebi a veste de Cristo. Não busco outra primazia, a não ser a de Cristo; por isso, ponho-me em comunhão com a tua bem-aventurança, ou seja, com a cátedra de Pedro. Sei que sobre esta pedra está edificada a Igreja". Santo Agostinho acrescenta: “A instituição da solenidade de hoje recebeu o nome de Cátedra dos nossos predecessores, porque, se diz, que o primeiro apóstolo, Pedro, tomou posse da sua Cátedra episcopal. Por este preciso motivo, as Igrejas honram a origem da Sede, que o Apóstolo aceitou para o bem das Igrejas”. “Naquele tempo, ao chegar ao território de Cesareia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: “No dizer do povo, quem é o Filho do Homem”?. Responderam: “Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”. Disse-lhes Jesus: “E vós, quem dizeis que eu sou”? Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”!. Jesus, então, lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. E eu declaro: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus” (Mt 16,13-19). Jesus interroga os seus discípulos e, depois de lhes perguntar o que “o povo” pensa dele, encurta a questão, dizendo: “E vós, quem dizeis que eu sou”?. Esta questão perpassa os séculos, a fim de confirmar que a fé em Jesus é fé em Deus, no Senhor Jesus Cristo, e se coliga com a função de Pedro e de seus Sucessores. O barco da Igreja e da sua história tem como leme Jesus, Filho de Deus: não há tormentas que façam sucumbir este barco. Pedro e seus Sucessores, escolhidos como "sinal e princípio visíveis da unidade", são pontos de referência para prosseguirmos no nosso caminho, com confiança e segurança. Enfim, celebrar a festa da "Cátedra" de Pedro significa atribuir-lhe um forte significado espiritual e reconhecê-la como sinal privilegiado do amor de Deus, Pastor bom e eterno, que quer reunir toda a sua Igreja e a guiar rumo à salvação.´

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