POR Rep.Paulo Maciel. 5/2/26. @paulorobertomacielmaciel7919
- NOTA LEGISLATIVA - CPMI do INSS aprova 6 pedidos de prisão preventiva entre 57 requerimentos. Na primeira reunião do ano de 2026, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou 57 requerimentos, incluindo quebras de sigilo, pedidos de informação e seis solicitações de prisão preventiva contra investigados por descontos ilegais em aposentadorias. Foi no dia 05/02/26 (5ª-f.). O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), explicou que pedidos ligados ao Banco Master foram retirados para adequação do tema, que devem ficar restritos aos empréstimos consignados. O deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPMI, destacou as prisões já realizadas em função do trabalho do colegiado. - POR Rodrigo Resende. PUBLICADA em 05/02/2026, 15h51. Fonte: Agência Senado. - (Pesquisado por rep. Paulo Maciel, de Colatina/ES, no "site" do Senado - 05/02/26). - SAIBA MAIS: FILHOS dos envolvidos nas denúncias também serão investigados. A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo fiscal de servidores do INSS, filhos de investigados e de 36 empresas. Dos 57 requerimentos aprovados, 51 tratam de quebras de sigilo. Os deputados e senadores ainda aprovaram o pedido de prisão preventiva e de retenção de passaporte de suspeitos de envolvimento nas fraudes do INSS. (...). As fraudes do INSS consistiram na falsificação de autorização de idosos para que se tornassem mensalistas de associações e sindicatos. As entidades utilizavam irregularmente acordos com o INSS para descontar automaticamente as mensalidades das aposentadorias e pensões. Outro assunto que marcou a retomada dos trabalhos do colegiado no dia 05/02/26 foi a retirada dos documentos sobre o Banco Master que haviam sido enviados à CPMI, o que aconteceu por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, salientou que o togado se comprometeu a devolver o material após a conclusão das diligências policiais. Viana também ressaltou que a atuação da comissão deve se concentrar nos descontos irregulares que prejudicaram aposentados
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