sábado, 7 de março de 2026

LITURGIA, 12/3/26 - 5ª-F., III SMN.DA QRSMA-SANTOS: Inocêncio I, Gregório de Nissa, Teófanes . POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

Catedral, Colatina, POR Paulo Maciel. 19h, 7-3-26
- LITURGIA.12/03/2026 - QUINTA-FEIRA - III SEMANA DA QUARESMA - ANO LITÚRGICO A. Cor: Roxa. Rito: Missa própria, Prefácio da Quaresma. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Profeta Jeremias (Jr 7, 23-28): "... Ouvi a minha voz, assim serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo...". - Sl 94 (95), 1-2. 6-7. 8-9 (R. 8). R.: "Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os vossos corações.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 11,  14-23): "...'Quem não está comigo, está contra mim'...". - FONTE: novaalianca.com.br

- SANTOS DO DIA 12 DE MARÇO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano -- Santo Inocêncio I, Papa (†417). Condenou a heresia pelagiana, defendeu São João Crisóstomo, consolou São Jerônimo e aprovou Santo Agostinho. DE ACORDO com o "site" da Diocese de Apucarana/PR, ´Santo Inocêncio I foi Papa nos anos de 401 a 417. Ele nasceu perto de Roma. Pertencia ao Clero até chegar à Cátedra de Pedro. Trabalhou na construção de muitas igrejas, no culto aos mártires, elaborou e definiu os livros consagrados e inspirados da Bíblia. Dentre tantos acontecimentos que marcaram seu pontificado, três se destacaram: a luta contra o Pelagianismo; a correção de um temível imperador; e a proteção de Roma, dos invasores. Pelágio foi um monge que semeava a mentira doutrinal sobre o pecado original e outras mentiras, que invalidavam a necessidade da graça e da redenção do Cristo. Santo Inocêncio, com a ajuda de Santo Agostinho, condenou a heresia pelagiana. Quanto ao imperador, denunciou a traição deste para com São João Crisóstomo, e, com relação aos invasores que assaltaram Roma, Santo Inocêncio fez de tudo para afastar esses bárbaros da Cidade Eterna. Este grande santo, empenhado pela paz e conversão dos pagãos, é considerado um dos maiores Santos Padres do Cristianismo. Santo Inocêncio, rogai por nós!`- São Teófanes, monge (†817). Defensor das imagens sagradas, morreu de privações em Bitínia, Turquia, onde fora deportado pelo imperador iconoclasta Leão, o Armênio. - São José Zhang Dapeng, mártir (†1815). Após ser batizado em Guiyang, China, abriu as portas de sua casa para missionários e catequistas. Preso, foi condenado e conduzido ao suplício da cruz, onde derramou lágrimas por ter sido considerado digno de morrer por Cristo. - São Luís Orione, presbítero (†1940). Aluno e dirigido espiritual de São João Bosco, fundador da Pequena Obra da Divina Providência. Faleceu em San Remo, Itália. - Beata Fina de São Geminiano, virgem (†1253). Acometida por grave doença aos dez anos de idade, morreu cinco anos depois, tendo suportado com admirável paciência todos os sofrimentos. - Beata Justina Bézzoli Francúcci, virgem (†1369). Religiosa beneditina destacada na prática de austeras penitências. Seu corpo encontra-se incorrupto no mosteiro do Espírito Santo em Arezzo, Itália. - Beata Ângela Salawa, virgem (†1922). Escolheu passar toda sua vida exercendo a profissão de empregada doméstica. Morreu numa extrema pobreza, aos quarenta e um anos. - SÃO GREGÓRIO DE NISSA. DE ACORDO com texto do padre Evaldo César de Souza, CSsR, ´Gregório de Nissa aparece sempre associado ao de seu irmão Basílio e a Gregório, o de Nazianzo. Os três são conhecidos como Padres Capadócios. Gregório de Nissa pertencia a uma família tradicionalmente cristã: o pai era um retórico estimado e a mãe era uma mulher de muita fé e piedade. O avô de Gregório teve a honra de sofrer o martírio e sua irmã mais velha, Macrina, foi mais tarde canonizada. A família de Gregório de Nissa buscou zelar pela formação de seus filhos, tanto que enviou o seu primogênito, São Basílio Magno, para estudar em Constantinopla e Atenas, berços culturais da época. Com o retorno de Basílio, este recebeu a missão de formar seu irmão mais novo nas artes da cultura clássica. Gregório não foi apenas um bom discípulo; chegou a ultrapassar o seu irmão, apesar de nunca ter tido a oportunidade de estudar em um dos grandes centros culturais do período em que viveu. Gregório de Nissa queria dedicar-se ao magistério, mas no ano 372, o imperador Valente decidiu enfraquecer o poder eclesiástico da região através da divisão da Capadócia em duas partes. Percebendo de imediato o ardil do imperador, Basílio, que nessa época já era bispo de Cesaréia e exercia grande influência em toda a região, decidiu agir rápido e nomeou novos bispos para a nova Capadócia, e entre eles estava Gregório; era a providência de Deus alterando os rumos da vida de nosso santo. Mesmo contrariado em seus planos, Gregório assumiu com todo amor a missão que Deus lhe confiou. O povo de Nissa, cidade da região central da Capadócia, reconhecia nele o bom pastor à imagem de Jesus Cristo. Entretanto alguns hereges tramavam contra sua vida, e em 376 conseguiram que ele fosse expulso e exilado de Nissa através de falsas acusações de inexatidão na contabilidade de sua diocese. Depois de dois anos, com a morte do imperador Valente, Gregório retornou a Nissa, onde foi recebido triunfalmente pelo povo. Ficou conhecido em sua época por sua fé inabalável, uma profunda cultura teológica e vastíssima ciência, e isso capacitava-o primorosamente para empreender, mesmo após a morte do irmão, uma verdadeira cruzada contra os hereges, especialmente os arianos. Como bispo soube encontrar uma linguagem simples e direta para apresentar ao seu rebanho ensinamentos concretos, ao mesmo tempo que escrevia com profundidade teológica poucas vezes vista. São Gregório de Nissa participou de inúmeros sínodos e concílios, entre os quais merece destaque o Concílio de Constantinopla em 381. Foi dele o discurso de abertura, e os demais bispos entusiasmaram-se com suas palavras cheias de vigor, temor a Deus e amor à Igreja de Cristo. Em 394 assistiu pela última vez a um sínodo, pois pouco tempo depois veio a falecer.

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