quinta-feira, 26 de março de 2026

PROJETO FEMINISTA CALA HOMEM E MULHER; - R$ 500 MILHÕES EM + UMA FRAUDE. POR rep. Paulo Maciel. 2026

PROJETO DE MISOGINIA CAUSA CENSURA E PRISÃO; - INVESTIGADA FRAUDE DE R$ 500 MILHÕES
- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
- PROJETO DE MISOGINIA CALA HOMEM E MULHER. SENADO aprova projeto que pretensamente defende a mulher mas pode configurar censura. - O Plenário do Senado aprovou, em 24/3/26 (3ª-f.), a inclusão da misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação (PL 896/2023). A pena para esse tipo de crime é de dois a cinco anos de prisão, além de multa. A matéria tem que passar por votação também na Câmara Federal. ... O texto aprovado define a misoginia como “a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo (Lei 7.716, de 1989), ao lado de cor, etnia, religião e procedência. A legislação atual equipara a misoginia à injúria e à difamação – com pena que pode ir de dois meses a um ano de reclusão, de acordo com o Código Penal (arts. 139 a 141). Alguns senadores disseram temer riscos à liberdade de expressão e banalização da Lei de Racismo. ... Para o senador Eduardo Girão (Novo-CE), o projeto deveria ter uma ressalva, como previsto em uma de suas emendas, para vedar “a punição de manifestações de natureza artística, científica, jornalística, acadêmica ou religiosa, quando ausente a intenção discriminatória”. Um destaque apresentado para votar essa emenda de forma separada foi rejeitado. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) se disse preocupada com uma possível banalização da Lei do Racismo. Para a senadora, o ideal seria incluir a misoginia na legislação penal..., prevendo que a matéria será modificada na Câmara dos Deputados e enviada de volta ao Senado. O senador Carlos Portinho (PL-RJ)... pediu o envolvimento dos homens na defesa dos direitos femininos. No entanto, disse temer o que chamou de ativismo judicial. O senador sugeriu a inclusão da frase "observadas as garantias e liberdades individuais previstas na Constituição". Fonte: Agência Senado. - PUBLICADA em 24/03/2026, às 19h59. - (Pesquisado, com cortes, por rep. Paulo Maciel, no "site" do Senado - 25/03/2026). - *MANCHETE própria do repórter Paulo Maciel. - PS.: Muitos analistas de diversas mídias ponderaram que o projeto pode se tornar em censura à fala de homens e até mesmo de mulheres com outras mulheres. Todos estariam sujeitos a penalizações, dependendo do julgador, apenas se dissessem, por exemplo, que uma mulher está nervosa por causa da Tensão Pré-Menstrual (TPM). Até o ex-procurador Deltan Dallagnol e o deputado federal Níkolas Ferreira tiveram essa opinião. A esperança é que a matéria seja barrada na Câmara. - FRAUDE DE 500 MILHÕES. Operação investiga suspeita de fraude de R$ 500 milhões. Uma operação policial foi deflagrada no dia 25/3/26 (4ª-f.) em três estados brasileiros, a fim de investigar fraudes cujo montante pode passar de R$ 500 milhões. O nome da operação é "Fallax", e vem sendo conduzida pela Polícia Federal, cumprindo determinações judiciais de bloqueio e sequestro de bens. O alvo do dia da ação foi o Grupo Fictor, que em 2025 teve como projeto comprar o Banco Master. As diligências foram para esclarecer suspeitas de fraudes financeiras aplicadas contra a Caixa Econômica Federal. Há indícios de estrutura organizada visando à obtenção de vantagens ilícitas no sistema financeiro. - (Redig. por rep. Paulo Maciel após pesq. no "site" da 'gazetadopovo.com.br' - 26/3/26)
 

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