quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Liturgia, 20/08/2026 (5ª-F.). S.BERNARDO. - XX *S.T.C. SANTOS: Samuel, Máximo, Filiberto. POR rep.Paulo Maciel

 - POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - Paulo Roberto Maciel Maciel/ - facebook.com/paulomacieldaradio


D.Joaquim Wladimir Lopes Dias.Reprod.TV C.Nova.POR rep.Paulo Maciel.2026

- LITURGIA, 20/08/2026 - QUINTA-FEIRA - SÃO BERNARDO - ABADE E DOUTOR DA IGREJA - XX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Ofício da Memória. - 1ª Leitura: Leitura da Profecia de Ezequiel (Ez 36, 23-28): "...Eu vos purificarei de ... impurezas e de ... ídolos...". - Sl 50 (51), 12-13. 14-15. 18-19 (R. Ez 36,25). R.: "Eu hei de derramar sobre vós uma água pura, e de vossas imundícies sereis purificados.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 22, 1-14): "... 'jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes'...''. - FONTES: diversas
- SANTOS DO DIA 20 DE AGOSTO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano
- São Bernardo de Claraval, abade e Doutor da Igreja (†1153 Langres – França). Com trinta amigos e parentes, entrou para o mosteiro de Cister. Fundou o mosteiro de Claraval, do qual foi o primeiro abade, e outros sessenta e sete em diversos países. Deu tal impulso à Ordem Cisterciense, que é considerado seu segundo fundador. Consultado por papas e reis, interveio como pacificador em vários conflitos. DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, Bernardo de Claraval nasceu em 1090, em Fontaines, França, numa família opulenta. Aos 22 anos, após ter estudado gramática e retórica, entrou para o Mosteiro fundado por Roberto de Molesmes, em Citeaux (em latim Cistercium, do qual deriva o nome de Cisterciense). Alguns anos depois, fundou o Mosteiro de Claraval (Clairvaux), junto com doze companheiros, entre os quais quatro irmãos, um tio e um primo. Pelo seu exemplo, muitos de seus parentes também escolheram a vida religiosa. Segundo o espírito de Bernardo, a vida monacal era constituída de trabalho, contemplação e oração, tendo como estrelas fixas Jesus e Maria. Para o abade cisterciense, Cristo era o centro de tudo: “Para mim, nas discussões ou conversas, se não for pronunciado o nome de Jesus, nada tem sentido”, disse ele. Acrescentou que Maria leva a Jesus. Para ele, nos perigos e nas angústias deve-se elevar o pensamento a Maria e invocá-la. "Se rezarmos a ela, não nos desesperaremos; se pensarmos nela, não erraremos…”, enfatizou numa homilia. Para o monge cisterciense, os degraus fundamentais do amor são quatro: 1 – O amor de si para si: “Primeiro, o homem ama-se a si mesmo; depois, vendo que sozinho não pode viver, começa a buscar a Deus por meio da fé”. 2 – O amor de Deus para si: “No segundo degrau, portanto, ame a Deus para si e não para Ele. Porém, deve começar a frequentar a Deus e a honrá-lo, segundo as próprias necessidades”. 3 – O amor de Deus por Deus: “A alma passa para o terceiro degrau, amando a Deus, não por si mesmo, mas por Ele. Neste degrau, se detém longamente; aliás, não sei se nesta vida seja possível chegar ao quarto degrau”. 4 – O amor de si por Deus: “Aquele amor em que o homem ama a si mesmo somente por Deus. Assim sendo, terá quase que esquecido admiravelmente a si mesmo; quase deixa a si mesmo para tender totalmente a Deus, a ponto de ser um só espírito com Ele”. Entre seus escritos, há um famoso elogio da Ordem monacal-militar dos Templários, fundada em 1119, por alguns cavaleiros, sob a guia de Hugo de Payns, feudatário da região de Champanhe e parente de Bernardo: "antes da batalha, armam-se interiormente, com a força da fé. A sua única fé é a Deus”... Depois de Roberto, Alberico e Stefano, Bernardo foi o pai da Ordem Cisterciense. A obediência e o bem da Igreja, muitas vezes, o levaram a deixar a paz monástica para tratar das questões político-religiosas mais sérias de seu tempo. Guia espiritual e educador de gerações de santos, ele deixou, em seus sermões sobre a Bíblia, um documento excepcional de teologia monástica... São Bernardo morreu em 20 de agosto de 1153. O Papa Alexandre III o proclamou santo em 1174. O Papa Pio XII dedicou-lhe uma encíclica intitulada “Doctor Mellifluus” (que escorre mel), na qual recorda, de modo particular, estas palavras de Bernardo: “Jesus é mel na boca, suave concerto aos ouvidos, júbilo ao coração”. “O Doutor melífluo, último dos Padres, mas não, certamente, inferior aos primeiros – escreveu o Pontífice – se destacou por seus dotes de mente e de espírito, aos quais Deus acrescentou abundantes dons celestes”.- São Samuel, profeta. Chamado por Deus ainda criança, foi juiz de Israel. Ungiu Saul como rei de seu povo e, sendo este infiel, ungiu Davi, de cuja descendência nasceu o Salvador. - São Máximo, monge (†séc. V). Discípulo de São Martinho de Tours, foi monge na Abadia de Île-Barbe, em Lyon, França. De lá saiu para fundar um mosteiro perto de Chinon, onde passou o resto de sua vida. - São Filiberto (ou Felisberto), abade (†c. 684). Fundou e dirigiu as abadias de Jumièges e Noirmoutier, na França. - São Bernardo Tolomei, abade (†1348). Fundador da Congregação Beneditina Olivetana, dirigiu-se a Siena, Itália, para assistir a seus monges durante uma epidemia de peste e morreu desta enfermidade. - Santa Maria Mattias, virgem (†1866). Discípula de São Gaspar de Búffalo, fundou em Roma a Congregação das Irmãs Adoradoras do Preciosíssimo Sangue de Cristo. - Beata Maria Climent Mateu, virgem e mártir (†1936). Terciária franciscana dedicada ao apostolado secular, fuzilada durante a Guerra Civil Espanhola.

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