- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - Paulo Roberto Maciel Maciel/ - facebook.com/paulomacieldaradio
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| D.Joaquim Wladimir Lopes Dias.Reprod.TV C.Nova.POR rep.Paulo Maciel.2026 |
- LITURGIA, 16/08/2026 - DOMINGO - ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA (NOSSA SENHORA) - XX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Missa pr., Gl., Cr., Prefácio pr. - Ofício da Solenidade. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Apocalipse de São João (Ap 11, 19a; 12, 1. 3-6a. 10ab): "...ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações....". - Sl 44 (45), 10bc. 11. 12ab. 16 (R. 10b). R.: "À vossa direita se encontra a rainha, com veste esplendente de ouro de Ofir.". 2ª Leitura: Leitura da Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios (1Cor 15, 20-27a): "...em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão....". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 1, 39-56): "... 'Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!'...''. - FONTES: diversas
- SANTOS DO DIA 16 DE AGOSTO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano
- Santo Estêvão da Hungria, Rei (†1038 Székesfehérvár – Hungria). Marido da Beata Gisela e pai de Santo Emerico. Empenhou-se na evangelização de seu reino. Governou com justiça e paz, procurando sempre a unidade. Fundou numerosos mosteiros, que logo se tornaram grandes centros missionários. DE ACORDO com o "site" 'cancaonova', Estêvão nasceu por volta de 969 na região da Panônia, atual Hungria, área onde as tribos magiares (povos dominados pela Alemanha e França) se instalaram e conheceram o cristianismo. Este contato proporcionou que inúmeras pessoas fossem, aos poucos, se convertendo e abraçando a religião católica. Filho primogênito do duque Gesa com uma princesa cristã, foi criado no seguimento de Cristo. Ao completar dez anos de idade, foi batizado; na cerimônia, teve a felicidade de ver seu pai, convertido, recebendo o mesmo sacramento. Em 997, tornou-se rei após a morte de seu pai, que sonhava em unir seu povo em uma única nação cristã, mas não conseguiu. Estêvão resolveu seguir o legado de seu pai, sendo um excelente estadista. Unificou as 39 tribos, até então hostis entre si, fundando o povo húngaro. Ele consolidou o cristianismo como única religião deste povo, permitindo à Igreja maior estruturação. Casou-se com a princesa Gisela, irmã do imperador da Baviera, Henrique II. O seu orientador espiritual e conselheiro, o bispo de Praga, Adalberto, confiou aos monges beneditinos de Cluny a missão de ensinar ao povo a doutrina cristã. Conseguiu do Papa Silvestre II a fundação de uma hierarquia autônoma para a Igreja húngara. Para tanto, enviou a Roma o monge Astric, que o papa consagrou bispo com a função de consagrar outros bispos húngaros. Desta forma, criou dez dioceses, cuidou da fundação e da consolidação de muitas abadias, inspirando-se na reforma de Cluny. Fundou hospitais, asilos e creches para a população pobre, atendendo, especialmente, os abandonados e marginalizados. Humilde, fazia questão de tratar pessoalmente dos doentes, tendo adquirido o dom da cura. Corajoso e diplomático, soube consolidar as relações com os países vizinhos, mesmo mantendo vínculos com o imperador de Bizâncio, adquirindo também o dom da sabedoria. Assim, transformou a nação próspera e o povo húngaro num dos mais fervorosos seguidores da Igreja Católica. Santo Estêvão é exemplo do que podem fazer todas as pessoas influentes na sociedade. A influência é dom de Deus e há de orientar-se sempre para o bem. O apostolado cristão é dever de todos os que foram dotados de riquezas, poder e autoridade. Muito hábil em política, o rei Estêvão I faleceu em 1038. Devido a seus grandes feitos, passou a ser venerado pelo povo húngaro, que fez do seu túmulo local de intensa peregrinação de fiéis, que iam agradecer ou pedir sua intercessão para graças e milagres. Cinquenta anos mais tarde, após os seus feitos de santidade percorrem toda a Europa, foi incluído no livro dos santos, em 1083, pelo papa Gregório VII.`- São Teodoro, Bispo (†séc. IV). Seguindo o exemplo de Santo Ambrósio, defendeu a Fé Católica contra o arianismo, na sua Diocese de Valais, Suíça.- Santo Arsácio, eremita (†358). Abandonou o exército romano para dedicar-se à vida de oração e penitência. - São Roque, peregrino (†c.1379). Nascido na França, peregrinou pela Itália cuidando dos afetados pela peste. De origem nobre, despojou-se de suas riquezas para atender os afligidos pela peste. Morreu encarcerado injustamente em Montpellier, sua terra natal.DE ACORDO com pesquisa do padre Evaldo César de Souza, CSsR, Roque nasceu em 1295 na França, numa família rica, da nobreza da região. Ficou órfão na adolescência e vendeu toda a herança, distribuindo o que arrecadou entre os pobres. Depois disto, viveu como peregrino andante. Percorreu a França com destino a Roma. No caminho, Roque deparou com regiões infestadas pela chamada peste negra. Era comum, ver à beira das estradas, pequenos povoados só de doentes que foram isolados do convívio das cidades, para evitar o contágio do restante da população ainda sã. Enxergando nas pobres criaturas o verdadeiro rosto de Cristo, Roque se atirou de corpo e alma na missão de tratá-los. Seu zelo pelos doentes era tanto que ele descuidou-se de si próprio. Certo dia percebeu uma ferida na perna e viu que fora contaminado pela peste. Assim, decidiu se refugiar sozinho em um bosque, onde foi amparado por Deus. Roque foi encontrado por um cão. Este animal passou a levar-lhe algum alimento todos os dias, até que seu dono, curioso, um dia o seguiu. Comovido, constatou que era seu cão que socorria o pobre doente. Este homem auxiliou Roque na sua recuperação. Já com a saúde em dia, Roque voltou para sua cidade, mas foi preso, considerado como um espião. No cárcere continuou praticando a caridade e pregando a palavra de Cristo, convertendo muitos prisioneiros e aliviando suas aflições, até morrer. Hoje as relíquias de São Roque são veneradas na belíssima basílica dedicada a ele em Veneza, Itália, sendo considerado o Santo protetor contra as pestes. Oração: Ó inefável padroeiro nosso, São Roque, pela ardente caridade com que amastes o próximo nesta terra, chegastes a expor vossa própria vida para assisti-lo nas necessidades e doenças, especialmente nas moléstias contagiosas. Oh! Fazei que estejamos sempre livres dessas terríveis enfermidades e livrai-nos da peste ainda perigosa que é o pecado. Assim seja. Amém! - SÃO ROQUE, ROGAI POS NÓS! - Santa Rosa Fan Hui, virgem e mártir (†1900). Durante a perseguição dos boxers, na China, sofreu inúmeras torturas e foi lançada ao rio quando ainda agonizava. - Beato João de Santa Marta, presbítero e mártir (†1618). Franciscano espanhol decapitado em Kioto, Japão, após três anos de indizíveis. - Beata Petra de São José, virgem (†1906). Fundou em Málaga, Espanha, a Congregação das Irmãs Mães dos Desamparados e São José da Montanha. sofrimentos num cárcere. - ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA: DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, A Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria é celebrada no dia 15 de agosto, desde o século V, com o significado de “Nascimento para o Céu”, ou, segundo a tradição bizantina, de “Dormição”. Em Roma, essa festa era celebrada desde meados do século VII, mas foi preciso esperar até 1° de novembro de 1950, para o Papa Pio XII proclamar o Dogma da Assunção de Maria, elevada ao céu em corpo e alma. No Credo Apostólico, professamos a nossa fé na “ressurreição da carne” e na “vida eterna”, fim e sentido último do caminho da vida terrena. Esta promessa de fé cumpriu-se em Maria, sinal de “consolo e esperança” (Prefácio). Trata-se de um privilégio de Maria, por ser intimamente ligado ao fato de ser Mãe de Jesus: visto que a morte e a corrupção do corpo humano são consequências do pecado, não era oportuno que a Virgem Maria – isenta de pecado – fosse implicada nesta lei humana. Daí o mistério da sua “Dormição” ou “Assunção ao céu”. O fato de Maria ter sido elevada ao céu é motivo de júbilo, alegria e esperança para nós: “Já e ainda não”. Uma criatura de Deus, Maria, já está no Céu e, com Ela e como ela, também nós, criaturas de Deus, estaremos um dia. Portanto, o destino de Maria, unida ao corpo transfigurado e glorioso de Jesus, será o mesmo destino de todos os que estão unidos ao Senhor Jesus, na fé e no amor. A Solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, em corpo e alma ao Céu, é um sinal eloquente do que, não só a “alma”, mas também a “corporeidade” confirmam que “tudo era muito bom” (Gn 1,31), tanto que, como aconteceu com a Virgem Maria, também a “nossa carne” será elevada ao céu. Isto, porém, não quer dizer que somos isentos do nosso compromisso com a história; pelo contrário, é precisamente o nosso olhar, voltado para a Meta, o Céu, a nossa Pátria, que nos dá o impulso para nos comprometermos com a vida presente, nas pegadas do Magnificat: felizes pela misericórdia de Deus, atenciosos com todos nossos irmãos e irmãs, que encontramos ao longo do caminho, começando pelos mais fracos e frágeis. “Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos S. Pedro e S. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” (Papa Pio XII, Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950). Maria encontra-se na glória de Deus. Ela alcançou a Meta, onde, um dia, todos nos encontraremos. Eis porque, hoje, Maria é sinal de consolação e esperança, pois, se ela, criatura como nós, conseguiu, também nós conseguiremos. Mantenhamos nosso olhar e coração fixos naquela mulher, que nunca abandonou seu Filho Jesus e, com Ele, agora, goza da alegria e da glória celeste. Confiemos em Maria! Que ela nos ajude a percorrer o caminho da vida, reconhecendo as grandes coisas, que Deus faz em nós e em torno de nós...

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