CASO MASTER: SENADOR JAQUES WAGNER (PT-BA) É ALVO DE OPERAÇÃO DA PF; DEPUTADO POLLON CRITICA VICE DA GESTÃO PETISTA NO PLANALTO, G. ALCKMIN
- PESQUISADO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
- LÍDER PETISTA NO Senado, J. Wagner é alvo de busca e apreensão pela PF. O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo, em 18/6/26 (5ª-f.), de mandado de busca e apreensão, cumprido pela Polícia Federal (PF) na 9ª fase da "Operação Compliance Zero" a fim de investigar fraudes relacionadas ao Banco Master. Wagner é líder no Senado da gestão petista em sua nova era no Planalto. A PF encontrou US$ 49 mil (equivalente a R$ 250 mil) no endereço fixo de Wagner em Brasília/DF. A apuração policial revelou que o político baiano petista teria recebido um apartamento no valor de R$ 2,45 milhões do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master. O parlamentar esquerdista admitiu ter pedido a Lima que comprasse um apartamento do residencial Poème Horto, a fim de adquiri-lo num segundo momento. A investigação revela ainda que “a possível relação ilícita” entre Wagner e Lima “seria antiga, próxima e marcada por elevado grau de confiança pessoal”, o que “teria criado ambiente propício à realização de tratativas reservadas em prol da defesa de interesses privados do Banco Master”. Wagner admitiu conhecer Lima há algum tempo, mas negou ter qualquer vínculo com o Master ou com Daniel Vorcaro, com quem garante apenas ter se encontrado duas vezes. A PF aponta que o senador teria recebido outras vantagens econômicas do banqueiro, incluindo o repasse de mais de R$ 5,5 milhões à BN Financeira, empresa administrada por parentes do político e que, para os investigadores, ocupa papel central no “eixo dos pagamentos supostamente destinados ao núcleo familiar de Jaques Wagner”. Ainda entre as vantagens supostamente recebidas, cita-se o uso gratuito de aeronaves custeadas por Lima e pelo Banco Master e o recebimento de ingressos para shows no exterior. A 9ª fase da "... Compliance ..." foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF. - (Pesquisado por rep. Paulo Maciel em "sites" na web (como Agência Brasil e outros) - 18/6/26). - DEPUTADO MARCOS POLLON repudia vice-presidente ao associar cidadão legalmente armado com o abastecimento ao crime organizado. – O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) protocolou requerimentos repudiando e cobrando esclarecimentos de declarações do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, relacionadas ao acesso legal às armas de fogo por cidadãos brasileiros e sua suposta vinculação ao abastecimento do crime organizado. Durante o lançamento de um programa federal (“Brasil Contra o Crime Organizado”), o vice da gestão petista, em sua nova era no Planalto, associou políticas de ampliação do acesso legal às armas de fogo implementadas no governo anterior ao fortalecimento do crime organizado. Pollon disse que “No Governo Bolsonaro os índices de homicídio caíram em números superiores a 30% e agora querem tirar" do cidadão brasileiro "a única chance de defender a sua vida, a sua família e o seu patrimônio”. Foi protocolado voto de repúdio ao vice em razão da associação genérica entre cidadãos legalmente armados e o abastecimento do crime... Um segundo requerimento o convida para prestar esclarecimentos na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, acerca das declarações públicas. ... Para o parlamentar sul-mato-grossense a fala do vice da gestão petista 2023-2026 extrapola o campo do debate político ordinário e atinge diretamente milhões de cidadãos brasileiros que exercem, dentro dos limites da lei, o direito à posse e ao uso legal de armas de fogo. Trata-se de manifestação institucional grave, realizada em evento oficial do Governo Federal, sem a apresentação de dados técnicos, estudos auditáveis ou estatísticas verificáveis que sustentem a narrativa exposta. Pollon revelou que ao associar genericamente armas legalmente adquiridas por cidadãos de bem ao fortalecimento do crime organizado, a fala acaba por lançar suspeição coletiva sobre colecionadores, atiradores desportivos, caçadores e demais cidadãos regularmente autorizados pelo Estado brasileiro, todos submetidos a rigorosos critérios legais de controle, fiscalização, rastreabilidade, capacidade técnica, aptidão psicológica e análise de antecedentes. É necessário esclarecer quais estudos, bancos de dados, relatórios periciais, auditorias ou levantamentos oficiais sustentam a alegação de que armas regularmente adquiridas por CACs, colecionadores, atiradores desportivos, caçadores ou cidadãos comuns durante o período de flexibilização normativa tenham efetivamente migrado, em escala relevante, para organizações criminosas. A narrativa de responsabilização genérica dos cidadãos legalmente armados ignora problemas historicamente reconhecidos relacionados ao tráfico internacional de armas, às fronteiras vulneráveis, ao comércio ilícito transnacional e até mesmo a desvios oriundos de arsenais públicos e decorrentes de furtos, roubos ou corrupção institucional. A simplificação do debate compromete a construção de soluções reais e efetivas para o combate ao crime organizado. A liberdade, a legítima defesa, a proteção da vida e da propriedade privada constituem valores constitucionalmente relevantes e não podem ser tratados sob lógica meramente ideológica ou reducionista. O cidadão que cumpre rigorosamente as exigências legais não pode ser tratado como suspeito presumido em razão de escolhas políticas ou narrativas desprovidas de comprovação técnica. - PUBLICADA em 19/05/2026. - Fonte: Assessoria de Imprensa do Deputado. - (Pesquisado por rep. Paulo Maciel no "site" 'partidoliberal.org.br' - 19/6/26)
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