- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
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| Catedral Sag.C. Jesus.POR rep.Paulo Maciel. 25-6-25 |
porque sou manso e humilde de coração...". - FONTES: diversas.- SANTOS DO DIA 12 DE JUNHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - SANTO Onofre, Confessor. Século IV. - DE ACORDO com o "site" 'a12', Santo Onofre é conhecido como padroeiro da fortuna e intercessor para o combate ao vício do alcoolismo. O relato de sua história é contado por São Pafúncio, que o encontrou no deserto. De acordo com ele, Onofre foi um eremita educado em um monastério perto de Tebas. Seguindo uma visão que o orientava a viver da mesma maneira que São João Batista, optou por uma vida solitária e de oração. Ao encontrar Pafúncio, Onofre contou sobre a fome e a sede que sentiu e também sobre o conforto que Deus lhe deu alimentando-o com os frutos de uma tamareira que ficava próximo à gruta de sua moradia. Pafúncio falou sobre seu desejo de tornar-se um eremita, mas Onofre disse que não era essa a vontade de Deus, que o tinha enviado para assistir-lhe morrer. Depois, deveria retornar e contar a todos sobre o presenciou. E assim, Pafúncio ficou. Diz uma versão que ele assistiu quando um anjo deu a eucaristia a Onofre antes da morte, no dia 12 de junho. Sua imagem é representada com cabelos e barbas longos, com apenas folhas para proteger as partes íntimas. Isso porque durante os anos que esteve no deserto foi assim que permaneceu, sem vestimentas. Onofre sofreu com o alcoolismo e, após ser curado, optou por viver sua vida no deserto de Tebaida, no Alto Egito, como forma de penitência. Passou sua vida buscando a Deus por meio de orações. A igreja celebra o dia de Santo Onofre em 12 de junho, já que essa foi a data em que ele morreu. - SÃO Leão III, Papa (†816). Conferiu a coroa do Sacro Império a Carlos Magno, rei dos francos, e lutou para defender a verdadeira doutrina sobre a dignidade divina do Filho de Deus. - SANTO Esquilo, mártir (†c. 1080). Natural da Inglaterra, foi ordenado Bispo por São Sigfredo, seu mestre. Dedicou-se com empenho a converter os pagãos, pelos quais morreu lapidado, na Suécia. Esquilo foi um bispo corajoso e mártir que dedicou sua vida à conversão dos pagãos na província sueca de Södermanland. - SÃO Gaspar Bertoni, presbítero (†1843). Fundador da Congregação das Santas Chagas de Cristo, em Verona, Itália. - BEATO Guido de Cortona, sacerdote (†1245). Discípulo de São Francisco de Assis, fundou o convento de Celle. Já em vida tinha fama de santidade e operava muitos milagres. - BEATA Flórida Cevoli, virgem (†1767). De nobre família italiana, ingressou no mosteiro de clarissas capuchinhas de Città di Castello. Suas virtudes atraíram o beneplácito da abadessa, Santa Verônica Giuliani, de quem se tornou secretária e confidente. - BEATO Lourenço Maria de São Francisco Xavier, presbítero (†1856). Religioso da Congregação da Paixão, difundiu a devoção ao Menino Jesus em Caprânica, Itália. - BEATA Mercedes Maria de Jesús Molina, virgem (†1883). Fundadora do Instituto das Irmãs de Santa Mariana de Jesus, em Riobamba, Equador, para acolher e educar meninas pobres. - BEATA Maria Cândida da Eucaristia, virgem (†1949). Proibida por seus familiares de seguir a vida religiosa, à qual se sentia chamada desde os quinze anos, somente aos trinta e cinco conseguiu ingressar no Carmelo de Ragusa, Itália, do qual foi eleita priora. - DE ACORDO com o "site" 'bibliotecacatolica.com.br', '... Na linguagem bíblica, o coração quer dizer “toda a pessoa na sua unidade de consciência, inteligência, liberdade. O coração indica a interioridade do homem, como também a sua capacidade de pensar: é a sede da memória, centro de escolhas e projetos.” A devoção ao Sagrado Coração de Jesus revela, sobretudo, o infinito amor de Deus por cada um de nós, seus filhos. Sendo assim, é também um chamado para que aprendamos a amar como Ele nos amou - e ama. Em primeiro lugar, Deus quis ter um coração de carne. Isso se torna evidente na Encarnação do Verbo, pois Ele se fez homem, através de Jesus Cristo, para nos amar com o coração de Seu Filho. “O objeto específico dessa devoção é o imenso amor do Filho de Deus, que O levou a entregar-se por nós à morte e a dar-se inteiramente a nós no Santíssimo Sacramento do Altar.” Dessa forma, a devoção ao Sagrado Coração resulta também na devoção a Jesus Eucarístico, portanto é um dogma de fé. Ao se fazer homem, viver tudo como nós - exceto o pecado -, e ainda sofrer e morrer numa cruz, Cristo nos convence de que um coração humano é capaz de amar. E nos convence também do Seu amor por nós. Se para nós é difícil compreender que Deus, Criador de todo o universo, nos ama, talvez seja mais simples imaginar que um homem, humano como nós, nos ama e anseia pelo nosso amor.
Por isso, viver essa devoção é honrar de todas as formas possíveis - por meio de orações, adorações, agradecimentos etc. - tudo quanto Cristo fez por nós, especialmente entregar-se na Santa Eucaristia. ..."

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