segunda-feira, 13 de abril de 2026

LITURGIA,21/4/26 - 3ª-F.. - III SMN. DA PÁSCOA - SANTOS: Apolônio, Anselmo, Conrado de Parzão. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

Missa,7h,Cat.,Colat., 12-4-26.POR rep. Paulo Maciel
- LITURGIA.21/04/2026 - TERÇA-FEIRA - III SEMANA DA PÁSCOA DO SENHOR JESUS - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Missa própria, Prefácio da Páscoa. 1ª Leitura: Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 7, 51 - 8, 1a): "....'Senhor Jesus, acolhe o meu espírito'...". - Sl 30 (31), 3cd-4. 6ab e 7b e 8a. 17 e 21ab (R. 6a)). R.: "Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São João (Jo 6, 30-35): "...'Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome'....". - FONTES: diversas.

- SANTOS DO DIA 21 DE ABRIL (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
-
SANTO APOLÔNIO, FILÓSOFO E MARTIR ROMANO
 (†185). Cidadão romano eminente, foi denunciado como cristão e fez ante o prefeito Perennio e o Senado de Roma uma insigne apologia do Cristianismo. Depois confirmou com seu sangue o testemunho da Fé. - DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Apolônio foi martirizado em 185, sob o imperador Cômodo. Uma das coisas que se recorda deste mártir foi a sua derradeira oração diante do prefeito pretoriano Perênio, não em prol da sua defesa pessoal, mas fez uma verdadeira apologia sobre o cristianismo, pontual e poética, que lhe custou a vida. - SANTO ANSELMO, ARCEBISPO DE CANTUÁRIA E DOUTOR DA IGREJA - DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Anselmo nasceu em Aosta (Itália), no século XI (1103), e viveu entre a França e a Inglaterra. Foi um monge beneditino e arcebispo de Cantuária. Fundador da Teologia escolástica, também tinha o carisma de um grande pastor de almas. Em 1720, foi proclamado Doutor da Igreja e é celebrado em 21 de abril. Uma noite, quando Anselmo ainda era criança, sonhou que Deus o convidava para ir sobre os cumes dos altos Alpes, onde lhe daria "um pão puríssimo" para comer. Desde então, sua vida foi voltada a "elevar a mente à contemplação de Deus". [...] Nascido no seio de uma família nobre, sofreu contrastes com o pai, homem envolvido com os prazeres da vida, que o impediu de entrar para a Ordem Beneditina, a fim de evitar a dispersão do patrimônio familiar. Diante da oposição paterna, Anselmo, aos15 anos, adoeceu pela decepção. Ao recuperar a saúde, decidiu ir para a França, e se deixou levar pela dissipação moral. Após três anos, teve um encontro providencial com Lanfranco de Pavia, prior da Abadia Beneditina de Bec, na Normandia, que reanimou a sua vocação. Finalmente, aos 27 anos, Anselmo pôde entrar para a Ordem monacal e ser ordenado sacerdote. Em 1063, tornou-se prior do mesmo mosteiro de Bec, onde demonstrou ser um educador dócil, mas determinado... Lanfranco de Pavia, ao tornar-se arcebispo de Cantuária, pediu-lhe ajuda para reformar a comunidade eclesial local, devastada por invasores normandos. Anselmo, então, transferiu-se para a Inglaterra, onde se dedicou à nova missão. Com a morte de Lanfranco, foi seu sucessor em Cantuária, recebendo a ordenação episcopal em 1093.[...] Apoiou, com coragem, a independência do poder espiritual do poder temporal, defendendo a Igreja das ingerências políticas. Esta sua atitude custou-lhe dois exílios da sede de Cantuária, para a qual retornou, definitivamente, apenas em 1106, [...]. Anselmo faleceu em 21 de abril de 1109 e seus restos mortais foram sepultados Catedral de Cantuária. Como fundador da teologia escolástica, a tradição cristã atribuiu-lhe o título de "Doutor Magnífico" porque foi grande o seu desejo de aprofundar os mistérios divinos, através de três etapas: a fé, como dom gratuito de Deus; a experiência ou encarnação da Palavra na vida diária; e o conhecimento ou intuição contemplativa. Eis uma afirmação de Anselmo: "Senhor, eu não tento penetrar na vossa profundeza, porque nem posso comparar meu intelecto com ela. Porém, queria entender, pelo menos até certo ponto, a vossa verdade, que meu coração acredita e ama. Eu não procuro entender para acreditar, mas acredito para entender". As principais obras de Anselmo - o Monólogo e o Colóquio, que demonstram a existência de Deus, respectivamente, a “posteriori” e a “priori”, pretendem reafirmar que Deus é "o Ser do qual não se pode imaginar um maior". Por outro lado, a grande coleção de epístolas de Anselmo revela a sua atuação e o seu pensamento político, sempre inspirados no seu "amor pela verdade", pela retidão e a honestidade episcopal, longe dos condicionamentos temporais e dos oportunismos. [...] Em 1163, o Papa Alexandre III concedeu ao falecido Anselmo "a elevação do corpo", um ato que, naquela época, correspondia à Canonização. Em 1720, o Papa Clemente XI o proclamou Doutor da Igreja. - Santo Anastásio, o Sinaíta, abade (†700). Natural da Palestina, foi eleito abade do mosteiro do Monte Sinai, onde lutou contra o monofisismo e escreveu várias obras de polêmica e de exegese. - São Melrúbio, abade (†722). Em Applecross, Inglaterra, fundou um mosteiro de missionários, de onde difundiu durante cinquenta anos a luz da Fé ao povo da região. - São Conrado de Parzham Birndorfer (Conrado de Parzão), religioso (†1891). Jovem de rica família da Baviera, Alemanha, fez-se capuchinho e exerceu durante mais de 40 anos a humilde função de porteiro do convento. - São Romão Adame, presbítero e mártir (†1927). Exerceu clandestinamente seu ministério sacerdotal até ser descoberto e fuzilado em Nochistlán, México. - Beato Bartolomeu Cérvere, presbítero e mártir (†1466). Religioso dominicano assassinado por hereges valdenses quando viajava para Cérvere, Itália.

Nenhum comentário: