terça-feira, 7 de abril de 2026

LITURGIA,14/4/26 - 3ª-F. - II SMN. DA DA PÁSCOA - SANTOS: Lidovina, Tibúrcio... POR rep.Paulo Maciel

 - POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio

Catedral-Colatina/ES,22-3-26.POR rep. Paulo Maciel
- LITURGIA.14/04/2026 - TERÇA-FEIRA - II SEMANA DA PÁSCOA DO SENHOR JESUS - ANO LITÚRGICO A.  Cor: Branca. Rito: Missa própria, Prefácio da Páscoa.   1ª Leitura: Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 4, 32-37): "..Barnabé... possuía um campo. Vendeu e foi depositar o dinheiro aos pés dos apóstolos....". - Sl 92 (93), 1ab.1c-2.5 (R. 1a). R.: "Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São João (Jo 3, 7b-15): "...'é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna'....". - FONTES: diversas.

- SANTOS DO DIA 14 DE ABRIL (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- SANTA LIDOVINA DE ACORDO com o "site" dos franciscanos, Lidvina, Lidovina ou Liduína nasceu em Schiedan, Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Recolhia, desde criança, alimentos e roupas para os pobres e doentes necessitados. Aos 15 anos de idade, num grupo de amigos foi patinar no gelo e, na descida da montanha, um deles se chocou contra ela. Figou quase morta com lesões internas e na coluna vertebral, sendo, então, levada para casa e colocada sobre a cama, de onde nunca mais saiu, até morrer. Apareceram outras doenças de forma muito rápida e, apesar dos esforços, os médicos declararam que a enfermidade não tinha cura... Ficou, por anos, a um passo do desespero total, quando visitou-lhe o padre João Pot, pároco da igreja. O sacerdote recordou a ela que: “Deus só poda a árvore que mais gosta, para que produza mais frutos; e aos filhos que mais ama, mais os deixa sofrer”. Ele pendurou na frente da cama da enferma um crucifixo, e pediu que olhasse para ele e refletisse: se Jesus sofreu tanto, foi porque o sofrimento leva à glória da vida eterna. Lidovina entendeu que seu sofrimento foi uma benção... Do seu leito, podia colaborar com a redenção, ofertando seu martírio para a salvação das almas. Disse ao padre que gostaria de um sinal confirmando ser esse o seu caminho. E ela o obteve. Na sua fronte apareceu uma resplandecente hóstia eucarística, vista por todos, inclusive pelo padre Pot. A partir de então, nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos. Pedia, sim, que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores e pela salvação das almas. Do seu leito, recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos. Após doze anos de enfermidade, também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria. Em 1421, as autoridades atestaram publicamente que nos últimos sete anos Liduína só se alimentava da sagrada eucaristia e das orações. Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos últimos sete meses de vida, seu sofrimento foi grande. Ficou reduzida a uma sombra e uma voz que rezava incessantemente. No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a assistiam, pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito. Em 1890, o Papa Leão XII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. A igreja de Schiedan, construída em sua homenagem, tornou-se um santuário muito procurado pelos devotos que a consideram padroeira dos doentes incuráveis. - SANTOS TIBÚRCIO, VALERIANO E MÁXIMO, MÁRTIRES, NA VIA ÁPIA - Valeriano era marido de Santa Cecília, de quem recebeu o dom da fé e, por sua vez, o transmitiu ao seu irmão Tibúrcio. Os dois, que enterravam, à noite, cristãos assassinados, foram condenados à morte. Antes, porém, converteram o carcereiro Máximo. Estes três mártires romanos viveram no século III. Transcorria o ano 229. As perseguições anticristãs se enfureciam. O edito de Constantino sobre a liberdade de culto ainda estava longe. A história começa com Valeriano, um nobre romano, nascido em 177, com quem Cecília se casou... No dia do casamento, Cecília confiou a Valeriano o voto que havia feito: "Nenhuma mão profana pode me tocar, porque um anjo me protege. Se você me respeitar, ele também vai lhe amar como me ama". Valeriano era um ótimo rapaz e a graça começou a entrar nele. Aceitou sua esposa e sua união virginal. Naquele momento, um anjo sorridente lhe apareceu... Valeriano foi batizado pelo Papa Urbano I e tornou-se um cristão zeloso... e conseguiu também converter seu irmão Tibúrcio.

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