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Catedral de Colatina.Por repórter Paulo Maciel.24-11-24 |
- SANTOS DO DIA 2 DE DEZEMBRO. (FONTE: revista.arautos.org)
- Santo Habacuc. Profeta do Antigo Testamento que, diante da iniquidade e da violência dos homens, prenunciou o juízo de Deus, mas também a misericórdia divina. DE ACORDO com o "site" 'iptaruma.org.br', ´Habacuc foi um profeta que viveu 600 anos antes de Cristo no reino de Judá, contemporâneo do também profeta Jeremias, tendo possivelmente presenciado a desastrosa morte do rei Josias, passando pelo cruel reinado de Jeoaquim, o exílio de Daniel e a deportação do rei Joaquim. ... Eventualmente talvez tenha visto a destruição de Jerusalém, evento sobre o qual profetizou com vinte anos de antecedência. No início do livro, o profeta questiona a Deus sobre o motivo de tanta opressão e injustiça, e o Altíssimo responde anunciando uma medida trágica: Judá tomaria do cálice da sua ira. Surgiria um povo cruel para exercer juízo sobre o seu povo, destruindo totalmente a nação de Judá, exilando o povo para outra terra e colocando abaixo o tão imponente Templo de Salomão. ... Habacuc questiona como Deus sendo tão santo, puro e justo se utilizaria dos ímpios para executar um juízo sobre o seu próprio povo? E Deus dá a Habacuc uma visão sobre o futuro, a qual ele deveria registrar e divulgar, pois seria cumprida à risca, e realmente aconteceu durante os próximos 70 anos. O profeta, então, faz uma maravilhosa oração, em forma de canto, na qual clama por misericórdia, pelo avivamento da obra do Senhor e sua manutenção ao longo dos anos. Ele adora ao Senhor exaltando seu grande poder, mas também reconhecendo sua própria insignificância diante de tal grandiosidade, comovido em seu íntimo e tremendo diante da angústia e desolação que estavam por vir. ... O final, no entanto, foi emocionante, quando o profeta se fortifica nas promessas de Deus e em seu caráter imutável, se alegrando e confessando total confiança no Deus da salvação, que sustenta o seu povo, apesar da destruição anunciada. `.- Santa Bibiana, mártir. Vítima da perseguição de Juliano, o Apóstata, séc. IV. DE ACORDO com pesquisa do padre Evaldo César de Souza (CSsR), ´Era ano de 361. O imperador Juliano, que havia renegado a religião começou uma perseguição implacável aos cristãos. Começou substituindo por pagãos todos os que ocupavam empregos civis, e quando a situação agravou-se, passou a torturar e matar os fiéis. A família de Bibiana foi toda executada. Seu pai recebeu uma marca de escravo na testa e sua mãe foi decapitada. Suas irmãs, levadas a prisão, foram violentadas. Por último foi o martírio de Bibiana, sendo levada a um bordel de luxo para abandonar a religião ou ser prostituída. Mas os homens não conseguiaram se aproveitar de sua beleza, pois a um simples toque, eram tomados por um surto de loucura. Bibiana, então, foi transferida para um asilo de loucos e lá ocorreu o inverso: os doentes iam sendo curados. Diante destes prodígios, o imperador exigiu sua morte, e ela foi chicoteada até falecer. Seu corpo foi jogado aos cães selvagens, mas estes não tocaram no cadáver. Finalmente alguns cristãos buscaram o corpo e deram digna sepultura. O Papa Simplício mandou construir no local do túmulo uma pequena igreja dedicada a ela, no ano 407. Santa Bibiana é uma das padroeiras da belíssima cidade de Sevilha, na Espanha, e também protege a Diocese de Los Angeles, nos Estados Unidos. `- São Cromácio de Aquiléia, Bispo (†407). Transformando a casa paterna em mosteiro, aí levou vida ascética. Com a morte do arcebispo de Aquiléia, Valeriano, os fiéis aclamaram-no sucessor. Favoreceu a Igreja com suas pregações, esclarecendo de modo incomum as desavenças de sua época. - São Silvério, Papa e mártir (†537). Recusando-se a reabilitar Antino, bispo herético de Constantinopla, foi, por ordem da Imperatriz Teodora, exilado na ilha de Palmaria, Itália, onde morreu. DE ACORDO com o "site" 'santo.cancaonova.com', ´... Silvério nasceu em Frosinone, Itália, sendo filho do Papa Hormisdas, que havia se casado antes de se tornar membro do alto clero. Silvério entrou para o serviço da Igreja em abril de 536, após a morte do Papa Agapito. Foi eleito mesmo com o descontentamento de muitos que não o queriam como Papa, pois, na época, ele era apenas um subdiácono, ofício religioso considerado muito baixo para ter acesso ao trono de Pedro. Entretanto, o rei Teodato, com uma ameaça, impôs a sua eleição, restando ao clero aceitar. Uma das maiores opositoras de São Silvério foi Teodora, esposa do imperador oriental Justiniano, partidária dos Monofisistas (doutrina teológica desenvolvida no ano 400, pelo arquimandrita Eutíquio, que negava a natureza divina de Cristo). Teodora havia escolhido para sucessor de Agapito o seu pupilo Virgílio. A doutrina Monofisismo, condenada herética pelo Concílio de Calcedônia, em 451, conseguiu encontrar prosélitos por volta dos séculos V e VI, causando uma grande separação de Roma e as Igrejas Copta, Armênia e Jacobita da Síria. No decorrer do conflito, do ponto de vista político, complicava-se a situação na península italiana que, na época, era disputada por Constantinopla e os invasores Godos. O pontificado de Silvério e toda a esfera religiosa pagavam todo o preço nessa disputa de poderes. O imperador Justiniano acabou por declarar guerra contra os Ostogodos, enviando seu melhor general, Belizário, para o combate. Neste contexto, Teodora ainda travava uma batalha contra Silvério, tentando abrandar suas posições em favor do Monofisismo. Entretanto, não tendo sucesso, tramou um complô contra Silvério: com uma carta falsa, disse que o Papa havia permitido a entrada dos Godos em Roma para libertá-los dos Bizantinos. Sem o direito de explicar-se, Silvério foi despojado de suas vestes papais e, vestido como monge, foi levado para Constantinopla. Acabou sendo deportado para Patara, na Lícia. Em seu lugar, Virgílio tornou-se Papa, mas não foi hostil ao Monofisismo. Eleito como o 58º Papa da Igreja de Roma, o pontificado de Silvério durou apenas um ano, por causa dessa grande guerra que perdurou por 18 anos. O Bispo de Patara, disposto a inocentar Silvério, apresentou ao imperador provas irrefutáveis, que obrigaram Justiniano a libertá-lo e mandá-lo de volta para Roma. Porém, Virgílio, para se defender, fez com que o general Belizário prendesse Silvério e o deportasse para a ilha das Pontinas, em Palmarola. Na tentativa de acabar com o cisma entre as Igrejas neste território, Silvério decidiu abdicar e, em aproximadamente um mês, em 2 de dezembro de 537, faleceu. Foi declarado o santo padroeiro de sua cidade, Frosinone, Itália.´ - Santa Catarina de Ricci, virgem (†1590). Religiosa dominicana. Viveu misticamente a Paixão de Cristo e recebeu os estigmas. Manteve correspondência com São Filipe Néri, São Carlos Borromeu e Santa Maria Madalena de Pazzi.’ DE ACORDO com pesquisa do padre Evaldo César de Souza (CSsR), Catarina ´pertencia à nobre família Ricci da Itália, onde nasceu em 1522, sendo batizada com o nome de Alexandria. Ainda pequena, com apenas 6 anos, fez uma experiência num convento e passou a chamar-se Catarina. Mas com o passar do tempo desistiu e voltou para casa, mas não perdeu a disciplina e o desejo da vida consagrada. Teve possibilidades de casamento, mas a vida consagrada pulsava no seu coração. Com a idade de 14 anos, Catarina procurou de novo a vida religiosa e entrou num mosteiro Dominicano. No convento Catarina viveu a pura alegria, o sofrimento, humildade e desejo profundo de imitar Santa Catarina de Sena. O seu modelo de espiritualidade era Jesus Crucificado. Contemplava de tal forma sua paixão e morte que alcançou a graça de comungar misticamente com seus sofrimentos. Os dons místicos de Santa Catarina não eram motivo de orgulho. Sua vida comunitária era tão encarnada no Evangelho que chegou a ser no convento mestra de noviças e superiora por mais de quarenta anos. Mulher santa, equilibrada e de espírito engenhoso, Santa Catarina de Ricci era amiga de santos homens, entre eles os papas Marcelo II, Clemente VIII e Leão XI. Também manteve correspondências com São Felipe Néri e São Carlos Borromeu. Era grande conselheira espiritual. Foi fecunda escritora. Recomendava o domínio de si, a luta e a mortificação dos sentidos para se abrir à graça da alegria e paz. Santa Catarina de Ricci recomendava a devoção à sagrada paixão e morte de Cristo, também a docilidade ao Espírito Santo para se chegar ao total abandono aos braços do Pai e sua Vontade. Morreu em 1590. Foi beatificada em 1732 pelo Papa Clemente XII e canonizada em 1746 pelo Papa Bento XIV. `- Beato João Ruysbroeck, sacerdote (†1381). Retirou-se com dois amigos em Groenendael (Bélgica) para levar uma vida recolhida, sob a regra de Santo Agostinho. Grande místico, escreveu várias obras de espiritualidade. - Beata Maria Ângela Astorch, abadessa (†1665). Religiosa Clarissa, modelo de penitência e humildade. - Beato Rafael Chyliński, presbítero (†1741). Religioso franciscano polonês de nobre origem. Exerceu seu apostolado como pregador e confessor em Lagiewniki e Cracóvia. -Beato João Slezyuk, Bispo e mártir (†1973). Exerceu incansavelmente, na clandestinidade, seu ministério episcopal entre os fiéis ucranianos de Rito Bizantino. Condenado duas vezes pelo governo, passou 15 anos em campos de trabalho forçado na Rússia e em cárceres na Ucrânia.
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