sexta-feira, 23 de outubro de 2026

LITURGIA, 04/11/26 (4ª-f.). S. CARLOS BORROMEU. - SANTOS. Vital, Modesta, Félix de Valois.. . POR rep. Paulo Maciel. @paulorobertomacielmaciel7919

LITURGIA, 04/11/26 (4ª-f.). S. CARLOS BORROMEU. - SANTOS. Vital, Modesta, Félix de Valois.. . POR rep. Paulo Maciel
- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel
- LITURGIA, 04/11/2026 - SÃO CARLOS BORROMEU - BISPO - QUARTA-FEIRA - XXXI *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Ofício da Memória. - 1ª Leitura: Leitura da Epístola de São Paulo aos Filipenses (Fl 2, 12-18): "...Conservai ... a palavra da vida. Assim ... terei a glória de não ter corrido em vão..." - Sl 26 (27), 1. 4. 13-14 (R. 1a). R.: "O Senhor é minha luz e salvação!" - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 14, 25-33): "... 'se não renunciar ao que tem, não pode ser meu discípulo!' ...''. - FONTES: diversas
- SANTOS DO DIA 04 DE NOVEMBRO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") e Martirológio Romano
- São Carlos Borromeu - Bispo. Nascido em 1538, de nobre família italiana. Com apenas 21 anos, foi sagrado Bispo de Milão, e elevado a cardeal por seu tio, o Papa Pio IV. Deu extraordinários exemplos de virtude e foi modelo perfeito de pastor de almas. Aplicou as reformas do Concílio de Trento e faleceu aos 46 anos. DE ACORDO com o endereço telemático "rs21", São Carlos Borromeu, de uma nobre família Italiana foi feito Cardeal e Arcebispo por seu tio, o Papa Pio IV. Sua vida foi de dedicação e trabalho. O lema de sua divisa tinha uma única palavra: 'Humildade'. Não era simples curiosidade heráldica, era escolha consciente. Carlos era nobre e riquíssimo, e privou-se de tudo para viver em contato com o povo escutando suas necessidades e confidências. Definiram-no como pai dos pobres. Nasceu no castelo da família em Arona, próximo de Milão, em 2 de outubro de 1538. O pai era o conde Gilberto Borromeu e a mãe era Margarida de Médicis, da mesma casa da nobreza, de grande influência na sociedade e na Igreja. Carlos era o segundo filho do casal, e aos doze anos a família o entregou para servir a Deus, como era hábito na época. Levou a sério os estudos diplomando-se em direito canônico aos 21 anos de idade. Um ano depois, fundou uma Academia para estudos religiosos, com total aprovação de Roma. Sobrinho de Pio IV, aos 24 anos já era sacerdote e Bispo de Milão. Na sua breve trajetória, deixou-se guiar apenas pela fé, atuando tanto na burocracia interna da Igreja quanto na evangelização. Sentindo-se atraído pela vida contemplativa, pensou em renunciar à Arquidiocese, mas Dom Frei Bartolomeu dos Mártires, Arcebispo de Braga e amigo, o dissuadiu da ideia, convencendo-o de que naquele século em que o alto Clero tantas vezes dava mau exemplo, seria melhor que ele, altamente colocado na escala social e ademais sobrinho de um Papa, desse o bom exemplo de vida santa como arcebispo. Usou seus bens na construção de hospitais, albergues, casas de formação para o clero, empenhando-se em levar à frente as reformas sugeridas pelo Concílio de Trento, do qual foi um dos principais atores. Movido por sincero espírito de reforma, levou rígida disciplina para o clero e religiosos, não se preocupando com as hostilidades dos que não estavam dispostos a renunciar a privilégios. Foi alvo de atentado enquanto rezava na sua capela, mas saiu ileso, perdoando o autor do crime. Chegou 1576 e com ele a peste. Milão foi duramente assolada e mais de cem padres pagaram com a própria vida visitando os doentes. Um dos mais ativos era Carlos Borromeu. Visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo, num trabalho incansável. Chegou a flagelar-se em procissões públicas, pedindo perdão a Deus em nome de seu povo. Um dia, no entanto, foi contaminado pela febre, que minou seu organismo lentamente. Morreu anos depois, dizendo-se feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder encontrar-se com ele de coração puro. Tinha apenas quarenta e seis anos de idade, quando isso aconteceu no dia 4 de novembro de 1584, na sua sede episcopal, na Itália. O Papa Paulo V canonizou-o em 1610 e designou a festa em sua homenagem para o dia de sua morte. - São Vital (e São Agrícola): São celebrados no dia 4 de novembro. Eles foram mártires em Bolonha (Itália) entre os séculos III e IV. São Vital era o servo de Agrícola, seguiu seu mestre na conversão ao cristianismo e foi torturado e morto por sua fé em Cristo, servindo de exemplo de coragem. - (Fonte: Vatican News). - São Piério, presbítero (†séc. IV). Sacerdote de Alexandria, insigne filósofo, porém mais ilustre pela integridade de vida e voluntária pobreza. - Santa Modesta, abadessa (†séc. VII). Consagrada a Deus desde a infância, foi a primeira abadessa do convento de Öhren, na cidade de Tréveris, Alemanha. - Santo Henrique ou Emerico da Hungria (†1031). Filho de Santo Estevão rei da Hungria, colaborou com seu pai na evangelização dos súditos. - São Félix de Valois (séc. XIII). Príncipe da Casa Real francesa, renunciou ao mundo e fundou, junto com São João da Mata, a Ordem da Santíssima Trindade para a Libertação dos Cativos. - DE ACORDO com o "site" 'cruzterrasanta.com.br', Félix nasceu em Paris, França, no ano 1127. Ele era um príncipe da família real de Valois. Como tal, tinha sempre à sua disposição todos os luxos e comodidades que a realeza oferecia. Porém, seu espírito era caridoso e despojado de vaidades. Desde menino manifestou vocação para o sacerdócio. Além disso, ainda criança, preocupava-se com os pobres e, sempre que podia, ajudava os necessitados. ... Frequentemente privava-se do próprio alimento para socorrer aos famintos. Ainda jovem, atendeu ao chamado de Cristo para o sacerdócio... (e) foi ordenado padre, renunciando a todos os títulos de nobreza que possuía, e os seus direitos de príncipe. Depois, foi viver uma vida de eremita, na solidão e na humildade, dedicando sua vida totalmente a Deus. Porém, Deus tinha outros planos para a sua vida. Um doutor e padre chamado João da Mata, amigo de Félix, procurou-o com a intenção de viver como ele. Félix, sabendo do alto grau de instrução e espiritualidade do amigo, acolheu-o como companheiro. Ali, os dois viveram por três anos. Ambos aprenderam muito, juntando a santidade de Félix e a cultura e inteligência prática do padre João da Mata. Naquela época, grupos de piratas ... invadiam cidades portuárias e causavam o terror. Eram turcos muçulmanos, inimigos da fé cristã. Por isso, matavam, roubavam, saqueavam e levavam cristãos que sobreviviam para servirem de escravos. Certo dia, Félix e João caçavam nos bosques...e tiveram a mesma visão sobrenatural. Deus os chamava para empreender uma luta para libertar os cristãos escravizados pelos muçulmanos. A luta se daria através da criação de uma Ordem religiosa com esta finalidade... Félix e João obedeceram e começaram a Obra imediatamente... Viajaram para a cidade de Roma com o fim de contar ao Papa Inocêncio III sobre a visão e pedir a autorização da Igreja para fundar a Ordem. Como sinal de Deus, o próprio Papa tinha tido a mesma visão. Por isso, reconheceu naqueles dois padres os mais indicados para iniciarem tal missão... e aprovou ... a fundação da Ordem da Santíssima Trindade para a Libertação dos Cristãos. Ela ficou conhecida também como Ordem dos Padres Trinitários. O primeiro convento da Ordem foi construído em Cerfroi, no local exato da visão divina. João da Mata cuidou da organização da Ordem e do estabelecimento de suas ações apostólicas, e Félix trabalhou na formação dos membros, que aumentavam em número mais e mais, atraídos que eram pela santidade de São Félix. A luta que a Ordem dos Trinitários enfrentou foi tenebrosa, porém, de maneira surpreendente e rápida, recuperou a liberdade de muitos cristãos que tinham sido escravizados. Vários padres da Ordem chegavam a se oferecer como escravos para conseguirem libertar e resgatar irmãos escravizados. Dessa forma, cumpria-se outra profecia de Félix: a de que os padres dessa Ordem seriam submetidos a vexames, sofrimentos e perseguições para conseguirem a liberdade e a recuperação da dignidade de cada cristão escravizado... A beatificação de Félix foi celebrada em 1666 e a canonização no fim do século XVII. Sua festa foi instituída para o dia de sua morte, 20 de novembro. - Beata Helena Enselmini, virgem (†1242). Recebeu o hábito das mãos de São Francisco e teve por diretor espiritual Santo Antônio de Pádua. Acometida de dolorosíssima enfermidade, deu heroicas provas de paciente resignação. - Beata Francisca de Amboise, religiosa (†1485). Desposada com Pedro II, duque da Bretanha, ambos mantiveram castidade perfeita de comum acordo. Após ficar viúva, fez-se carmelita e fundou os mosteiros de Bondón e Nantes, na França.
 

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