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Missa. Catedral. POR rep.Paulo Maciel. Colatina,5-3-25 |
- SANTOS DO DIA 21 DE MARÇO. (FONTE: revista.arautos.org)
- Santo Amadeu de Saboia. (FONTE: rs21.com.br). - Amadeu de Saboia pertencia a uma família nobre, que vivia entre os montes entre a Suíça e a França. Ele nasceu em 1435. Ainda criança, não gostava muito de tudo o que acontecia dentro do palácio. Preferia ficar no seu quarto. Algo dentro de si o fazia aspirar por coisas mais importante na vida. Quando jovem foi apresentado a uma bela garota com a qual se casou e tiveram sete filhos. Uma das filhas foi para uma congregação religiosa de vida em clausura, e foi beatificada. Com a morte do pai, Amadeu assumiu o governo de uma maneira sábia, prudente e abençoada por Deus. Ele resolvia os conflitos de modo diplomático. Detestava palavrões, odiava a guerra e resolvia os problemas com delicadeza, sabedoria, equilíbrio e sobriedade. Era um homem de Igreja e de oração profunda. Entre suas devoções pessoais ele gostava de meditar sobre a Paixão e Morte de Jesus. Participava diariamente da Eucaristia. Ele tinha um sacerdote dentro do palácio para cuidar de sua vida espiritual. Com a saúde debilitada, faleceu aos 37 anos de idade e posteriormente foi declarado santo. Ele usou o título da nobreza para fazer com que o seu coração fosse, de verdade, nobre. Aberto às necessidades das pessoas, ele acolhia, dentro do seu palácio, muitas pessoas carentes e ajudava quem precisava. Ninguém saía de mãos vazias. - SÃO NICOLAU DE FLÜE, PADROEIRO DA SUÍÇA - De acordo com o "site" do Vaticano,´Nicolau era casado e pai de 10 filhos. Em 1467, aos 50 anos, coroou seu sonho de se tornar eremita. Viveu até o fim da sua vida em uma caverna, alimentando-se apenas da Eucaristia, mas sempre a serviço da paz em sua terra natal. Foi canonizado pelo Papa Pio XII, que também o proclamou Padroeiro da Suíça. “Meu Senhor e meu Deus, afastai de mim tudo o que me distancia de vós! Meu Senhor e meu Deus, concedei-me tudo o que possa me aproximar de vós! Meu Senhor e meu Deus, livrai-me de mim mesmo e permiti-me de viver sempre na vossa presença!”. Nicolau nasceu em uma família de camponeses, na cidadezinha de Flüe, na região de Obwalden, então Confederação dos oito Cantões da Suíça central. Apesar de permanecer analfabeto por toda a vida, foi considerado um dos maiores místicos da Igreja católica. Sua vocação brotou logo em seu coração, mas, entre 1440 e 1444, teve que partir como soldado, e depois como oficial, nas guerras que os confederados declararam aos Habsburgos; por fim, voltou para casa e se casou com Doroteia, com quem teve dez filhos. Passaram-se 20 anos, mas, em Nicolau, a voz de Deus jamais se apagou, muito pelo contrário. Ele a chamava "lima que aperfeiçoa e aguilhão que estimula". Enfim, o Senhor lhe concedeu as três graças que ele queria: o consentimento de sua esposa e filhos para partir; a ausência de tentação de voltar e a possibilidade de viver sem beber e sem comer. Embora seu último filho fosse recém-nascido, Nicolau partiu, finalmente, com o objetivo de se retirar e entrar para a vida monacal das comunidades da Alsácia, com as quais estava em contato. Transcorria o ano de 1467, um período delicado para a Confederação Helvética, encruzilhada para o comércio Europeu; aquele ano marcou o fim do Cisma Ocidental. No entanto, Nicolau não foi muito além de Liestal, no Cantão da Basileia, para não ficar muito longe de casa. Assim, estabeleceu-se em um lugar íngreme, chamado Ranft, onde construiu uma cela de tábuas, que, depois, se tornou capela pelos habitantes da localidade. Ali, viveu por 20 anos, vestido com roupas rudes, descalço, com o terço na mão, alimentando-se apenas de Jesus na Eucaristia. Mas não viveu sempre sozinho. Esta sua escolha despertou a curiosidade dos habitantes da região. Muitos o procuravam para conversar com ele, pedir conselhos, explicações sobre coisas religiosas e até espiá-lo. Eles o chamavam Bruder Klaus, Irmão Klaus, que falava com simplicidade, sem comparações eruditas, porque seu conhecimento sobre Deus vinha do coração. Não obstante sua sede de solidão, ele recebia todos e transmitia sua mensagem de paz, que provinha do Evangelho: "Em todas as coisas, a misericórdia é maior que a justiça", dizia. Nicolau não deixava sempre seu refúgio e, se o fazia, era por uma boa causa. Por exemplo, em 1481, pediram para ele impedir uma guerra fratricida no país. Devido à sua intervenção junto à Assembleia de Stans, hoje o santo é recordado como "Pai da Pátria". Em 1482, ele foi novamente requisitado para resolver uma questão entre Constança e a Confederação sobre o exercício do direito em Thurgau. Na ocasião, ele também foi capaz de restabelecer a paz. Nicolau de Flüe faleceu em sua cela, em 1487, no dia em que completava 70 anos de idade. Foi canonizado por Pio XII, em 1947.` - SÃO NICOLAU DE FLÜE, ROGAI POR NÓS! -
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