segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Liturgia,18/10/26 (dom.) - XXIX S.T.C. SANTOS: Lucas, Asclepíades, Amável, Monon, Pedro de Alcântara. POR rep.Paulo Maciel

- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

CATEDRAL. POR.rep.PauloMaciel.26-5-24

- LITURGIA, 18/10/2026 - DOMINGO - XXIX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa pr., Gl., Cr., Pref. do Dom.. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Profeta Isaías (Is 45, 1. 4-6): "...Eu sou o Senhor, não existe outro..." - Sl 95 (96), 1. 2a. 3.4-5. 7-8. 9-10a.c (R. 7ab). R.: "Ó família das nações, dai ao Senhor poder e glória!". 2ª Leitura: Leitura da Primeira Epístola de São Paulo aos Tessalonicenses (1Ts 1, 1-5b): "...o nosso evangelho... chegou... mediante a força que é o Espírito Santo...". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 22, 15-21): "... 'Dai ... a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus' ...''. - FONTES: diversas

- SANTOS DO DIA 18 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano - São Lucas Evangelista. Exercia a profissão de médico. Conheceu pessoalmente Nossa Senhora e, segundo antiga tradição, pintou um retrato d’Ela. Não se sabe ao certo a data em que faleceu. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', O Evangelho (escrito por São Lucas) é reconhecido como o do amor e da Misericórdia. Foi escrito sob o signo da fé, nos tempos em que isso podia custar a própria vida. Mas falou em nascimento e ressurreição, perdão e conversão, na salvação de toda a humanidade. Além do terceiro evangelho, escreveu os Atos dos Apóstolos, onde registrou o desenvolvimento da Igreja na comunidade primitiva, relatando os acontecimentos de Jerusalém, Antioquia e Damasco, deixando-nos o testemunho do Cristo da bondade, da doçura e da paz. Lucas nasceu na Antioquia, Síria. Era médico e pintor, muito culto, e foi convertido e batizado por São Paulo. No ano 43, já viajava ao lado do apóstolo, sendo considerado seu filho espiritual. Escreveu o seu Evangelho em grego puro, quando São Paulo quis pregar a Boa-Nova aos povos que falavam aquele idioma. Os dois sabiam que mostrar-lhes o caminho na própria língua facilitaria a missão apostólica. Assim, através de seus escritos, Lucas tornou-se o relator do nascimento de Jesus, o principal biógrafo da Virgem Maria e o primeiro a expressá-la através da pintura. Quando das prisões de São Paulo, Lucas acompanhou o mestre, tanto no cárcere como nas audiências. Presença que o confortou nas masmorras e deu-lhe ânimo no enfrentamento do tribunal do imperador. Na segunda e derradeira vez, Paulo escreveu a Timóteo que agora todos o haviam abandonado. Menos um. “Só Lucas está comigo” E essa foi a última notícia certa do evangelista. A tradição cristã diz-nos que depois do martírio de São Paulo o discípulo, médico e amigo Lucas continuou a pregação. Ele teria seguido pela Itália, Gália, Dalmácia e Macedônia. E um documento traduzido por São Jerônimo trouxe a informação que o evangelista teria vivido até os oitenta e quatro anos de idade. A sua morte pelo martírio em Patras, na Grécia, foi apenas um legado dessa antiga tradição. Todavia, por sua participação nos primeiros tempos, ao lado dos apóstolos escolhidos por Jesus, somada à vida de missionário, escritor, médico e pintor, transformou-se num dos pilares da Igreja. Na suas obras, Lucas dirigia-se a um certo Teófilo, amigo de Deus, que tanto poderia ser um discípulo como uma comunidade, ou todo aquele que entrava em contato com a mensagem da Boa-Nova através dessa leitura. Com tal recurso literário, tornou seu Evangelho uma porta de entrada à salvação para todos os povos, concedendo o compartilhamento do Reino de Deus por todas as pessoas que antes eram excluídas pela antiga lei. - Santo Asclepíades, Bispo (†218). Insigne confessor da Fé nos tempos das perseguições, na Antioquia, Síria. - Santo Amável, presbítero (†séc. V). Pároco de Riom, França, conhecido como “varão de admirável santidade”, por suas virtudes e dons de milagres. - São Monon, mártir (†c. 630/640). Eremita de origem irlandesa apedrejado por ladrões incomodados pela sua santidade de vida. - São Pedro de Alcântara, presbítero (†1562). Franciscano de vida penitente e austera, renovou a disciplina nos conventos da ordem, na Espanha, e foi conselheiro de Santa Teresa na reforma da Ordem Carmelita. DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, São Pedro de Alcântara é o Padroeiro do Brasil. Nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499, descendente de uma nobre família. Era um menino simples, orante e de bom comportamento. Estudou na universidade ainda novo, mas soube igualmente destacar-se no cultivo das virtudes cristãs. Ao obedecer ao Mestre, o casto e caridoso jovem entrou para a Ordem de São Francisco, embora seu pai quisesse para ele o Direito. São Pedro de Alcântara foi ordenado sacerdote e tornou-se modelo de perfeição monástica e ocupante de altos cargos, que administrou até chegar, com vinte anos, a superior do convento, e, mais tarde, eleito provincial da Ordem. Franciscano de espírito e convicção, era sempre de oração e jejum, poucas horas de sono, hábito surrado, grande pregador e companheiro das viagens. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo. Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III; além de amigo dos santos e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila. Esta atestou sobre ele depois da morte do santo: “Pedro viveu e morreu como um santo, e, por sua intercessão, conseguiu muitas graças de Deus”. Foi São Pedro quem obteve a autorização para que Santa Teresa fundasse, em Ávila, seu primeiro convento de carmelitas. Considerado um dos grandes místicos espanhóis do século XVI e dos que levaram a austeridade até um grau sobre-humano, entrou no Céu com 63 anos, em 1562, após sofrer muito e receber os últimos Sinais do Amor (Sacramentos), que o preparou para um lindo encontro com Cristo. São Pedro de Alcântara soube vencer o corpo do pecado por meio de muita oração e muitas mortificações. Foi beatificado pelo Papa Gregório XV em 1622; em 1669, canonizado pelo Papa Clemente IX. No ano 1826, foi declarado Padroeiro do Brasil por solicitação de Dom Pedro I, que tinha o santo como devoção particular de sua família.

Nenhum comentário: