segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Liturgia, 21/10/26 (4ª-F.) - XXIX S.T.C. SANTOS: Malco, Úrsula, Hilarion de G., Laura de S. C. de Sena M. y U. POR rep.Paulo Maciel

- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

CATEDRAL. POR.rep.PauloMaciel.26-5-24

- LITURGIA, 21/10/2026 - QUARTA-FEIRA - XXIX *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - 1ª Leitura: Leitura da Epístola de São Paulo aos Efésios (Ef 3, 2-12): "...Em Cristo nós temos, pela fé nele, a liberdade de nos aproximarmos de Deus..." - Sl (Is 12), 2-3. 4bcd. 5-6 (R. cf. 3). R.: "Com alegria bebereis do manancial da salvação.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 12, 39-48): "... 'A quem muito foi dado, muito será pedido' ...''. - FONTES: diversas

- SANTOS DO DIA 21 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano - São Malco, monge (†séc. IV). Monge de um convento de Marónia, perto de Antioquia, na atual Turquia, cuja vida foi narrada por São Jerônimo. - Santa Úrsula e companheiras, virgens e mártires (†c. séc. IV). Sofreram o martírio perto de Colônia, Alemanha. - Santo Hilarion de Gaza, abade (†c. 371). Seguindo os passos de Santo Antão, foi exemplo de vida eremítica na região de Gaza. Faleceu em Chipre aos 80 anos. - São Viator, leitor (de. 481). Discípulo e ministro de São Justo, bispo de Lyon, seguiu-o ao Egito para entregar-se à vida de solidão e penitência no deserto. - São Pedro Yu Tae-ch’ol, mártir (†1839). Tendo sido preso quando tinha apenas 13 anos exortava seus companheiros de cativeiro a suportar os suplícios. Foi morto em Seul, Coreia, por estrangulamento, após ser cruelmente flagelado. - Santa Laura de Santa Catarina de Sena Montoya y Upegui, virgem (†1949). Foi fundadora da Congregação das Irmãs Missionárias de Maria Imaculada e Santa Catarina de Sena, e primeira colombiana elevada à honra dos altares. Laura nasceu na cidade de Jericó, na Colômbia, em 26 de maio de 1874. Ela foi batizada apenas quatro horas após o nascimento, por desejo da mãe, Dolores. Seu pai, João da Cruz Montoya, era médico e comerciante, e morreu quando ela tinha apenas dois anos numa das guerras civis. Todos os dias a família Montoya reunia-se para rezar o Santo Rosário, incluindo sempre, entre outras intenções, por um tal de Clímaco Uribe que a menina julgava tratar-se de um membro da família. Na verdade, era o assassino de seu pai. A mãe ensinava que a criança devia amá-lo, pois o cristão deve amar os inimigos pois eles nos aproximam de Deus, fazendo-nos sofrer. Com a morte do pai, foram confiscados todos os bens da família, deixando a viúva com três filhos em dificuldades. Laura foi maltratada por muitas pessoas, de quem esperava carinho.  Aos dez anos de idade, ela conheceu na ­cidade de Donmatías - para onde a família se mudara após a morte do pai - duas jovens que marcaram profundamente sua vida: Úrsula Barrera e Dolores Restrepo. Escreveria ela mais tarde que nas duas jovens modelares via um reflexo de sua vocação... Em 1887, seis anos após sua Primeira Comunhão, Jesus concedeu-lhe uma grande graça para fortalecer sua fé na Eucaristia. Ela adquiriu o hábito de, toda manhã, oferecer a Deus os trabalhos do dia, e de renovar sempre esse oferecimento. Não perdia uma oportunidade de comungar e gostava de permanecer diante do Sacrário. Superando dificuldades, recebeu, em 1893, o diploma de professora de primeiro e segundo graus. Em janeiro do ano seguinte fez sua estreia no magistério, na escola municipal de Amalfi, onde pôde dar vazão à sua sede de almas. Numerosas moças da melhor sociedade local passaram a comungar com frequência e a defender a fé. Uma noiva resolveu desistir de casar, alegando vocação religiosa, e a culpa recaiu toda sobre Laura, que sofreu inúmeras calúnias... Dois colégios liderados pela santa foram fechados por incompreensões de dentro e fora da Igreja. Em   5 de maio de 1914, Laura foi, com outras quatro missionárias, entre as quais sua mãe, já com 72 anos, evangelizar os indígenas, em Medellín. Era o passo decisivo para nascer uma nova instituição religiosa, que depois receberia aprovação diocesana com o nome de Congregação de Missionárias de Maria Imaculada e Santa Catarina de Sena. No momento de sua morte,  em 21 de outubro de 1949, havia 90 casas em três países e 467 religiosas. Hoje, as Missionárias de Maria Imaculada e Santa Catarina de Sena estão presentes em 19 países. - Beato Pedro Capucci, presbítero (†1445). Insigne pregador italiano da ordem dominicana, aconselhava a assídua meditação sobre a morte como meio eficaz de evitar os pecados.

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