quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Liturgia,11/10/26 (dom.) - XXVIII S.T.C. SANTOS: João XXIII, Felipe Diácono, Firmino, Gaudêncio. POR rep.Paulo Maciel

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Jesus e Paulo Maciel. Catedral-Col,6-7-25
- LITURGIA, 11/10/2026 - DOMINGO - XXVIII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa pr., Gl., Cr., Pref. do Dom.. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Profeta Isaías (Is 25, 6-10a): "...O Senhor Deus eliminará para sempre a morte..." - Sl 22 (23), 1-3a. 3b-4. 5-6 (R. 6cd). R.: "Na casa do Senhor habitarei, eternamente.". - 2ª Leitura: Leitura da Epístola de São Paulo aos Filipenses (Fl 14, 12-14. 19-20): "...Tudo posso naquele que me dá força....". -Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 22, 1-14): "... 'muitos são chamados, e poucos são escolhidos'...''. - FONTES: diversas

- SANTOS DO DIA 11 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano - SÃO João XXIII - Papa. - DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica "Canção Nova", João XXIII ou Angelo Giuseppe Roncalli nasceu em 25 de novembro de 1881, em Sotto il Monte, Província de Bérgamo, Itália. Passou a infância na cidade natal, crescendo numa família rural de origens humildes. Em 1892, entrou no seminário de Bérgamo. Em 1895, começou a escrever as “notas espirituais”, que depois fariam parte do Giornale dell’anima. Em 1900, foi enviado a Roma, onde se formou em teologia; em 1904, recebeu a ordenação sacerdotal. No ano seguinte, foi chamado pelo bispo Radini Tedeschi a voltar para Bérgamo, tornando-se o seu secretário, permanecendo ao seu lado até 1914, assimilando a sua vivacidade pastoral e o seu espírito reformador. Depois da experiência da guerra, tornou-se diretor espiritual no seminário maior. Em 1921, transferiu-se para Roma a fim de desempenhar o cargo de presidente do conselho central da Obra da Propagação da Fé. A 3 de março de 1925, Pio XI nomeou-o visitador apostólico na Bulgária. Recebeu a ordenação episcopal a 19 de março sucessivo, escolhendo como lema “Oboedientia et pax”. No dia 17 de novembro de 1934, tornou-se delegado apostólico na Turquia e Grécia; e no dia 23, administrador apostólico do vicariato de Constantinopla. Depois, a 23 de dezembro de 1944, foi transferido para a França, onde foi núncio apostólico durante oito anos. Na conclusão do seu mandato, a 12 de janeiro de 1953, o Papa Pio XII criou-o cardeal e três dias depois nomeou-o patriarca de Veneza. Em 1958, após a morte do Papa Pacelli, participou no Conclave que teve início a 25 de outubro. Já com 77 anos, depois de onze escrutínios, foi eleito Papa na tarde do dia 28, com uma escolha interpretada no sinal da “transição” no final do longo e difícil pontificado do Papa Pacelli. Três meses depois, no dia 25 de janeiro de 1959, na basílica de São Paulo Fora dos Muros, surpreendeu todos anunciando a intenção de convocar “um concílio ecumênico para a Igreja universal”, manifestando também a vontade de proclamar um Sínodo diocesano para Roma e de atualizar o Codex iuris canonici. Foi uma decisão inesperada e clamorosa, que suscitou uma repercussão vastíssima na opinião pública e orientou de modo preeminente todo o seu pontificado. São João XXIII se mostrou profundamente radicado na dimensão pastoral e episcopal do serviço papal. Em cinco anos, multiplicaram-se as visitas e os encontros com os fiéis de Roma. Além disso, consolidou-se a internacionalização do colégio cardinalício e valorizou-se cada vez mais o papel dos episcopados locais. São João XXIII dedicou também à paz a sua oitava e última encíclica Pacem in terris, publicada em abril de 1963. Precisamente naqueles meses as suas condições de saúde agravaram-se repentinamente devido ao aumento do tumor que lhe tinha sido diagnosticado no outono precedente. Faleceu na noite de 3 de junho de 1963. No dia 18 de novembro de 1965, durante a última fase do concílio, o Papa Montini (São Paulo VI) anunciou o início da causa de beatificação. Foi proclamado beato por João Paulo II a 3 de setembro de 2000. - São Felipe, diácono escolhido pelos Apóstolos (At 6, 5). Converteu a Samaria à Fé de Cristo. Pregou o Evangelho em todas as cidades por onde passava. Enviado por um Anjo, instruiu na Fé e batizou o ministro da Rainha da Etiópia. - São Firmino, Bispo e confessor, séc. VI. - Santo Anastácio, presbítero (†666). Companheiro de São Máximo o Confessor, na defesa da Fé e nos sofrimentos, morreu exilado nas montanhas do Cáucaso. - São Bruno, Bispo (†965). Irmão do imperador Oto I, foi, ao mesmo tempo, Bispo de Colônia e Duque da Lotaríngia. - São Gaudêncio, Bispo (†1011). Bispo de Gniezno, Polônia. Irmão e fiel companheiro de Santo Adalberto, bispo de Praga, presenciou o martírio deste e seguiu-o no cárcere. - São Meinardo, Bispo (†1196). Monge alemão que, já em avançada idade, partiu para evangelizar a Letônia, onde foi ordenado Bispo. - Santo Alexandre Sauli, Bispo (†1592). Abandonou suas funções na corte do imperador Carlos V para fazer-se barnabita. Foi confessor de São Carlos Borromeu e superior geral da Ordem. Eleito bispo de Aléria, é considerado o “Apóstolo da Córsega”. - São Pedro Lê Tuy, presbítero e mártir (†1833). Decapitado no tempo do imperador Minh Mang, em Hanoi, Vietnã. - Santa Maria Soledade Torres Acosta, virgem (†1887). Fundadora da Congregação das Servas de Maria Ministras dos Enfermos, em Madri, Espanha, para cuidar de doentes e necessitados. - Beato Tiago de Ulm Griesinger, religioso (†1491). Religioso dominicano falecido em Bolonha, Itália que, embora analfabeto, foi excelente pintor de vitrais.

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