sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Liturgia, 25/08/2026 (3ª-f.). XXI *S.T.C. SANTOS: Luís de França, José de Calazans, Patrícia, Severo. POR rep.Paulo Maciel

- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - Paulo Roberto Maciel Maciel/ - facebook.com/paulomacieldaradio


D.Joaquim Wladimir Lopes Dias.Reprod.TV C.Nova.POR rep.Paulo Maciel.2026

- LITURGIA, 25/08/2026 - TERÇA-FEIRA - XXI *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - Ou SÃO LUÍS DE FRANÇA (Mem. facult.. Cor branca). - Ou SÃO JOSÉ DE CALAZANS - PRESBÍTERO (Mem. facult. Cor branca). - 1ª Leitura: Leitura da Segunda Epístola de São Paulo aos Tessalonicenses (2Ts 2, 1-3a. 14-16): "...Deus... chamou para que, por meio do... evangelho, alcanceis ... Jesus Cristo....". - Sl 95 (96), 10. 11-12a.12b-13 (R. 13b). R.: "O Senhor vem julgar nossa terra.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 23, 23-26): "... 'limpais ... o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo'...''. - FONTES: diversas
- SANTOS DO DIA 25 DE AGOSTO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano
SÃO LUÍS, Rei de França (†1270). Filho de Branca de Castela, realizou de modo extraordinário a imagem ideal do rei cristão. Teve onze filhos, que educou piedosamente. Defendeu a fé, exerceu a justiça, amou os pobres e praticou a virtude mesmo nas piores adversidades. Foi amigo de São Tomás de Aquino. Fez construir a famosa Sainte Chapelle para guardar a coroa de espinhos de nosso Redentor. Contraiu a peste na Tunísia durante uma Cruzada e lá morreu. DE ACORDO com texto do padre Evaldo César de Souza, CSsR, Luís Nono, rei da França, nasceu no dia 25 de abril de 1215. Era filho de Luís Oitavo e de Branca de Castella, ambos piedosos e zelosos que o cercaram de cuidados. Trataram pessoalmente da sua educação e formação religiosa. Foram tão bem sucedidos que Luís IX se tornou um dos soberanos mais benevolentes da História, um fervoroso cristão e fiel da Igreja. Com a morte prematura do seu rei, a rainha assumiu o poder, pois Luís Nono era muito novo para governar. Com zelo maternal, manteve o filho longe de uma vida de depravação tão comum das cortes. Luís, mesmo jovem, possuía as virtudes que o levaram à santidade: a piedade e humildade. Em 1235, Luís casou-se com Margarida de Provença, uma jovem princesa que, assim como ele, cultivava grandes virtudes. Coroado rei, ele governou com justiça e solidariedade. Com o auxilio da rainha fundou igrejas, conventos, hospitais, abrigos para os pobres, órfãos, velhos e doentes. Acometido de uma grave doença, em 1245 Luís IX quase morreu. Então fez uma promessa: caso sobrevivesse empreenderia uma cruzada para ocupar a Terra Santa. Quando recuperou a saúde, em 1248 apesar das oposições da corte, cumpriu o que havia prometido. Preparou um grande exército e, por várias vezes, comandou as cruzadas para lá. Mas em nenhuma delas teve êxito. Na última vez, quando se aproximava de Túnis, foi acometido pela peste e, ali morreu, no dia 25 de agosto de 1270. - SÃO JOSÉ DE CALAZANS, presbítero (†1648 Roma). Foi o fundador da Ordem dos Clérigos Regulares da Mãe de Deus e das Escolas Pias para ensino de meninos e adolescentes pobres. DE ACORDO com o Blog 'santossanctorum.blogspot.com', ´José de Calazans nasceu em Petralta, na Aragônia (Espanha), e era filho de pais nobres e ricos. Profundamente religiosos, deram ao filho uma educação sólida. José distinguia-se pela caridade e espírito de oração. Grande era a influência moral que exercia sobre os condiscípulos. Tinha por ocupação predileta reunir crianças pobres para com elas rezar ou instruí-las na doutrina cristã. José estudou Filosofia e Direito na cidade espanhola de Lérida, recebendo o grau de doutor em Direito. O pai desejava ver o filho em elevada posição social, mas ele dedicou-se ao estudo da Teologia, na Universidade de Valência. Para se esquivar às perseguições de uma senhora nobre e influente, transferiu-se para Alcalá, onde continuou os estudos. Penitenciava o corpo, a fim de treiná-lo na luta contra as paixões. Em 1579 morreu numa guerra seu único irmão - Pedro. O pai quis que José voltasse para casa, mas desistiu, vendo que a proposta não era do agrado do filho. Assim José continuou os estudos e formou-se em Teologia. Mais tarde o pai voltou a pleitear as idéias sobre casamento, e José ficou gravemente doente. O restabelecimento foi um verdadeiro milagre, por todos atribuído à desistência do pai na questão. José, então, ordenou-se em 1585. Seu desejo era viver na solidão, e ele o teria realizado, se um amigo, o bispo de Lérida, João Gaspar de Figueira, não o tivesse convencido da obrigação de dedicar o seu talento aos trabalhos na vinha do Senhor. Escreveu-lhe o bispo que era seu dever entregar-se à luta pela salvação da própria alma e as dos outros. Nova Castela, Aragão e Catalunha foram-lhe durante oito anos, o campo de trabalhos apostólicos. Trabalhou pela pacificação das famílias e pela reforma dos costumes. Calazans se dirigiu a Roma, em 1592, onde se dedicou ao ensino da infância. Quando surgiu a peste, ele e São Camilo se sacrificaram no serviço dos doentes e no sepultamento dos mortos. Todas as noites visitava as sete igrejas principais da cidade. Em setembro de 1597, abriu as primeiras escolas gratuitas, para alunos pobres, que recebiam os necessários objetos escolares e roupa. Essas escolas popularizaram-se de tal maneira, que o rei Felipe III, da Espanha, desejou a volta de José para sua terra, e ofereceu-lhe um Bispado. José de Calazans, porém, preferiu ficar na Itália. O bom espírito que reinava entre os estudantes chamou a atenção do Santo Padre, que nomeou dois cardeais para examinarem a obra chamada Escolas Pias. Em 1617, o Papa Paulo V reuniu as Escolas Pias, dando-lhes a feição de uma Congregação, cujos membros viveriam em comunidade, sob a observância de uma regra e dos três votos - pobreza, castidade e obediência. Clemente IX, em 1699, concedeu aos religiosos das Escolas Pias novos privilégios, e deu aos votos por eles emitidos o caráter de votos solenes. A Ordem propagou-se na Itália, na Espanha, na Áustria e Polônia, tomando grande incremento nesses países. Diversas vezes apareceu a Calazans a Santíssima Virgem, cujo culto lhe era peculiar desde a infância, e cuja devoção não se cansava de recomendar à mocidade. Deus concedeu-lhe ainda o dom de ler nas consciências dos outros, de conhecer coisas futuras e distantes. Não eram raros os casos de praticar milagres em presença dos alunos. José Calazans morreu no dia 25 de agosto de 1648, aos 92 anos de idade. Cem anos depois lhe foram encontrados intactos o coração e a língua. Tendo sido numerosos os milagres com que Deus glorificou o túmulo de seu servo, o Papa Clemente XIII, em 1767, inseriu o nome de José Calazans no registro dos Santos da Igreja. - São Severo, abade (†séc. V). Governou com sabedoria o mosteiro por ele fundado na cidade de Agde, França. - São Menas de Constantinopla, Bispo (†552). Como Patriarca de Constantinopla, esforçou-se por reparar os danos causados pelos monofisitas e restabelecer a paz religiosa no Oriente. - Santo Arédio, abade (†591). Fundou o mosteiro de Attane, perto de Limoges, França, do qual foi abade. Empreendeu muitas viagens pela Gália, para difundir o Evangelho. - São Gregório de Utrecht, abade (†775). Discípulo de São Bonifácio, acompanhou-o na evangelização de Hessen e da Turíngia, Alemanha, e foi por ele designado abade do mosteiro de São Martinho e Bispo de Utrecht. - São Tomás Cantelupe, Bispo (†1282). Culto, nobre, severo consigo mesmo e generoso com os pobres, foi ordenado Bispo de Hereford, Inglaterra. Santa Patrícia. DE ACORDO com o "site" 'sagradamissao',  Patrícia era descendente do imperador Constantino, o Grande. Nasceu no início do século VII, em Constantinopla, e foi educada para a Corte pela sua dama Aglaia, cristã muito devota. A pequena cresceu piedosa e, apesar da pouca idade, emitiu voto de virgindade a Cristo. Mas para manter-se fiel teve de fugir da cidade, porque seu pai, Constante II, então imperador, insistia em impor-lhe um matrimônio. Patrícia, em companhia de Aglaia e algumas seguidoras, escondeu-se por algum tempo. Depois, elas embarcaram para Nápoles, na Itália. Patrícia, encantada com o local, indicou onde gostaria de ser sepultada. Em seguida, patrocinou a cidade ajudando a ornamentar muitas das novas igrejas, que eram desprovidas dos objetos litúrgicos essenciais, e auxiliou financeiramente os conventos que atendiam pobres e doentes. Só então viajou para Roma com Aglaia e as fiéis discípulas, onde procurou proteção junto ao Papa Libério. Foi quando soube que seu pai já se havia resignado à sua vontade. Recebeu, então, o véu, símbolo de sua consagração a Deus, das mãos do sumo pontífice. Aí, elas retornaram a Constantinopla a fim de que Patrícia renunciasse ao direito à coroa e distribuísse seus bens aos mais necessitados, antes de seguirem, em peregrinação, para a Terra Santa. Porém outros incidentes ocorreram. A embarcação desgovernou-se e bateu nos rochedos da costa marítima napolitana. Foi na pequena ilha de Megaride, também conhecida como Castel dell’Ovo, onde havia um pequeno convento, no qual Patrícia morreu depois de algum tempo. Seus funerais foram organizados pela fiel Aglaia e transcorreram de modo solene, com a participação do bispo, do duque da cidade e de imensa multidão. O carro, puxado por dois touros sem nenhum guia, parou diante do mosteiro das irmãs basilianas, dedicado aos santos Nicandro e Marciano, onde Patrícia indicara para ser sepultada. As relíquias foram guardadas pelas irmãs que passaram a ser chamadas de “patricianas”, ou Irmãs de Santa Patrícia. ... Em 1625, Santa Patrícia foi proclamada copadroeira de Nápoles, associando-se ao já padroeiro São Genaro, célebre mártir. - Beata Maria do Trânsito de Jesus Sacramentado, virgem (†1885). Fundou em Córdoba, Argentina, a Congregação das Irmãs Missionárias da Ordem Terceira de São Francisco. - Beata Maria Troncatti, virgem (†1969). Filha de Maria Auxiliadora que exerceu longa e generosa atividade entre os shuaras, ou jíbaros, do Equador.

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