LITURGIA. 19/07/2026 (Dom.) - XVI *S.T.C. SANTOS: Símaco, Áurea, Macrina, Arsênio. POR rep.Paulo Maciel
- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
- LITURGIA.19/07/2026 - DOMINGO - XVI *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa pr., Gl., Cr, - Pref. do Dom.. - 1ª Leitura: Leitura do Livro da Sabedoria (Sb 12, 13.16-19): "...dominando tua própria força, julgas com clemência...". - Sl 85 (86), 5-6.9-10. 15-16ab (R. 5a) R.: "Ó Senhor, vós sois bom, sois clemente e fiel!". - 2ª Leitura: Leitura da Epístola de São Paulo aos Romanos (Rm 8, 26-27): "...é o próprio Espírito que intercede em nosso favor...". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 13, 24-43): " ... 'Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos'....''. - FONTES: diversas
- SANTOS DO DIA 19 DE JULHO (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- São Símaco. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', Símaco nasceu na ilha da Sardenha, na Itália, no ano 500. Ele foi eleito Papa com apenas 38 anos de idade. Realizou muitas obras. Construiu a Basílica de Santa Inês, adornou a Basílica de São Pedro e reconstruiu a Basílica dedicada a todos os Santos. Reformou as catacumbas, construiu asilos para os idosos e libertou os escravos em Roma. Insatisfeitos com os trabalhos do Papa Símaco, os cardeais apresentaram outro Papa, Lourenço, chamado de antipapa. Símaco sofreu várias acusações, mas se defendeu brilhantemente. Depois, com a morte de Lourenço, o Papa Símaco aproximou-se dos cardeais que o haviam traído e perdoou a todos, bem como os fiéis. - Santo Arsênio - Eremita. Os eremitas, inicialmente, eram autônomos, mas depois organizaram-se por uma regra ascética, que fixava tempos de jejum e de oração na vida parcialmente comunitária, que mitigava a rígida separação até dos próprios semelhantes. Muitos cristãos empreendiam longas peregrinações para ter colóquio com estes anacoretas iluminados, entre os quais está precisamente Santo Arsênio, eremita no Egito e um dos mais célebres pais do deserto. O santo anacoreta, porém, não gostava de interromper a rígida observância do silêncio nem com um peregrino que viesse de longe. Arsênio nasceu em Roma, em 354, de nobre família de senadores. Foi ordenado diácono pelo próprio Papa Dâmaso. Em 383 o imperador Teodósio o quis em Constantinopla para confiar-lhe a educação dos filhos Arcádio e Honório. Ali ficou 11 anos, até 394, quando depois de profunda crise espiritual obteve a exoneração do cargo para se retirar para o deserto egípcio. Arsênio, então com quarenta anos, seguiu à risca a voz de Deus e desembarcou em Alexandria, unindo-se à comunidade dos anacoretas de Scete, em pleno deserto. Passava noites inteiras em meditação e oração, feita mais com lágrimas que com palavras, pois recebeu de Deus o dom das lágrimas. De 434 a 450, Arsênio teve de viver longe da tranquila Scete, invadida por tribo líbica. Morreu em Troe, perto de Mênfis. Dele, ficaram uma crônica histórica e sábias máximas, referidas por Daniel de Pharan, amigo de dois discípulos de Arsênio. - Santa Áurea, Virgem e Mártir (†856). Áurea nasceu em Sevilha, na Espanha, filha de pai mouro e mãe cristã (chamada Artemis). Com a morte de seu pai foi para Córdoba com sua mãe e irmão, dedicando-se às práticas cristãs. Áurea viveu mais de trinta anos no mosteiro de Cuteclara. Ela foi denunciada por alguns parentes paternos, quando confessou que professava o cristianismo. Perante o juiz, sua família foi ameaçada de morte, a menos que ela mudasse de religião. Aurea, finalmente, prometeu fazer o que lhe foi aconselhado, mas voltando para casa, lamentou o que fez e pediu perdão a Deus. Desde então passou a visitar igrejas , demonstrando sua crença. Sendo mandada de volta para o juiz, confirmou sua fé em Cristo Jesus e reparou o erro que tinha cometido. Foi condenada à morte pela espada. Seus restos mortais foram jogados no rio. - Santo Epafras, discípulo de São Paulo. Pregou o Evangelho em Colosso, Laodicéia e Gerápolis. - Santa Macrina, virgem (†379). Irmã dos santos Basílio Magno, Gregório de Nissa e Pedro de Sebaste. Versada nas Sagradas Escrituras, retirou-se para levar uma vida solitária no mosteiro de Annesi, no norte da Turquia. DE ACORDO com o "site" 'drplinio.com', Macrina, a Jovem, nasceu em Cesareia no ano de 327, filha de Emélia e Basílio, o Antigo, e irmã de Basílio, bispo de Cesareia, de Gregório, bispo de Nissa, de Pedro, bispo de Sebaste. Era a mais velha, a “mãezinha”, a protetora, a incansável, da qual São Basílio fala que foi educadora perfeita. Aos doze anos, ficou noiva mas, morrendo o pretendente, decidiu se consagrar à educação dos irmãos. Em 373, Emélia faleceu. Os filhos, já formados, iam sempre visitar a “Grande Macrina”, como a chamavam nos tempos da longínqua infância. Quando doente, já perto da morte que a levou em 379, Gregório a viu sobre uma tábua, com o cilício, transferindo-a carinhosamente para o leito, onde a moribunda, evocando o passado, pôs-se a render graças a Deus por tudo aquilo que, bondosamente, dignou-se conceder-lhe: “Senhor, Tu acabaste com o medo da morte. Por Ti, a verdadeira vida começa quando se acaba a vida atual. Dormimos por uns tempos, depois nos ressuscitarás ao som da trombeta. Tu nos salvaste da maldição e do pecado...”. Com o Crucifixo de ferro, que sempre tinha consigo, morreu em paz, sendo enterrada perto do pai e da mãe. Os pais tiveram quatro filhos santos: São Basílio Magno, que superou o pai; São Gregório de Nissa, também grande santo e Padre da Igreja; São Pedro de Sebaste e Santa Macrina. - São Bernoldo, Bispo (†1054). Construiu muitas igrejas na Diocese de Utrecht, Holanda, e introduziu nos mosteiros a disciplina cluniacense. - São João Plessington, presbítero e mártir (†1679). Condenado à forca em Chester, Inglaterra, durante o reinado de Carlos II. - Beato Pedro Crisci, penitente (†c. 1323). Após distribuir seus bens aos pobres, pôs-se ao serviço da Catedral de Foligno, Itália, passando a viver na torre do campanário. - Beato Aquiles Puchala, presbítero e mártir (†1943). Religioso franciscano polonês, fuzilado pelos invasores nazistas durante a Segunda Guerra.
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