- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel
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- SANTOS DO DIA 19 DE OUTUBRO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano) - - João Brébeuf, Isaac Jogues, presbíteros, e companheiros, mártires (†1649). DE ACORDO com texto publicado no "site" "rs21.com.br", " O cristianismo e, de modo especial, os missionários procuram preservar os valores genuínos de cada povo. Por isso oito jesuítas, entre eles João de Brébeuf, morreram no Canadá na metade do século XVII. Brébeuf nasceu em 593 de família normanda que acompanhou Guilherme, o Conquistador, e São Luís IX. Tornou-se jesuíta ordenando-se padre no dia em que completou 29 anos. Três anos após partiu para o Canadá em companhia de Massé, Lalemant e José Roche d’Aillon. Foi direto trabalhar entre os índios algonquinos. Logo aprendeu a língua deles chegando a escrever nela gramática e catecismo. Passou depois para a tribo dos urões. Também nessa língua redigiu um catecismo. Batizou cerca de 7.000 índios. Sua vida inteira foi um martírio. Morava em choupanas de extrema pobreza, pequena imagem do inferno. No dia 16 de março de 1649 a tribo dos iroqueses, adversários dos urões, invadiu a missão.Os índios amarraram João de Brébeuf num pau, arrancaram-lhe as unhas, bateram nele de mil maneiras, torturando-o de todos os modos e, por fim, admirados pela sua coragem, partiram-lhe o peito e comeram-lhe o coração para herdarem a força da sua alma. Ele morreu com sete outros companheiros mártires: Antônio Daniel, Carlos Garnier, Gabriel Lalemant, João de la Lande, Isac Jogues, Natal Chabanel e Renato Goupil. Foi canonizado no dia 29 de junho de 1931. A festa deles cai no dia dezenove de outubro. Foi muito querido de alguns índios que o chamavam de “o homem que carrega os fardos”. - São Paulo da Cruz, sacerdote (†1775). Fundador dos Passionistas, Congregação da Paixão de Jesus Cristo. DE ACORDO com o texto do padre Evaldo César de Souza, da Congregação dos Redentoristas, Paulo Francisco nasceu em Ovada, região norte da Itália, no dia 3 de janeiro de 1694. Apesar do nome e da posição social, a família não possuía fortuna. Seu pai era um dedicado comerciante que viajava muito. Desde a infância Paulo acostumou-se a acompanhar o pai, primeiro como seu companheiro, depois também para ajudá-lo nos negócios. Também desde pequeno se entregava a exercícios de oração e penitência e à leitura da vida dos santos, encantando-se especialmente com a dos eremitas. Gostava ir à igreja para rezar o terço. Essa rotina floresceu e fez crescer sua vocação. Aos dezenove anos decidiu-se pela vida religiosa. Viveu como eremita, longe das cidades. Somente nos fins de semana ia até a cidade, onde pregava e enaltecia a paixão do Senhor. Assim amadurecia em seu coração um projeto de uma comunidade religiosa. Inspirado pelo Espírito, Paulo iniciou uma nova obra missionária, que teria Jesus Cristo Crucificado como centro, chamada de Padres Passionistas. Idoso e doente, quando foi desenganado pelos médicos, Paulo da Cruz, mandou pedir a bênção do Papa Pio VI. O pontífice o convidou para ir até Roma, onde Paulo ainda viveu três anos. Morreu com 81 anos de idade. Hoje a Ordem dos Padres Passionistas está em missão nos cinco continentes. No Brasil eles chegaram em 1911 e tem a sede instalada em São Paulo/SP. - ORAÇÃO: Glorioso e Eterno Deus, que conferistes a São Paulo da Cruz a graça das grandes iniciativas cristãs, fazendo-o fundador dos Padres Passionistas, concedei-nos a graça de sermos sempre diligentes e fiéis para as coisas de Deus. Isto vos pedimos por Cristo Nosso Senhor. Amém!".- São Joel, profeta. Anunciou o grande “Dia do Senhor” e o mistério da efusão do seu Espírito sobre os homens, que a majestade divina Se dignou realizar admiravelmente em Cristo, no dia de Pentecostes. DE ACORDO com o "site" 'psaojose.org.br', O Livro do Profeta Joel, faz parte do Antigo Testamento; vem depois do Livro de Oseias e antes do Livro de Amós. Pode ter sido escrito no fim da era monárquica ou após o exílio na Babilônia, depois da reconstrução do Templo de Jerusalém, ou seja, aproximadamente em 400 a.C., pois o livro não se refere a nenhum rei, nem ao Exílio. A mensagem do livro é o “julgamento que Deus fará contra os inimigos de Israel e, de uma perspectiva escatológica, a vitória final do povo de Deus”. Pode-se dividir o livro em duas partes: Os dois primeiros capítulos narram uma terrível invasão de gafanhotos que devasta a plantação do país. Diante disso, Joel pede a participação de todos (profetas, sacerdotes e povo), com arrependimento e jejum geral, para suplicar a Deus que afaste a catástrofe. Esta liturgia penitencial permite caracterizar Joel como um profeta cultual, ligado ao serviço do Templo. Deus mostra a sua misericórdia e anuncia a libertação da praga e as bênçãos para uma nova plantação. Como o profeta compara esses gafanhotos a um exército, talvez se possa pensar que ele esteja falando de uma invasão inimiga. Os dois últimos capítulos descrevem o julgamento de Deus sobre as nações e a vitória final. A efusão do espírito profético sobre o povo na era escatológica (3, 1-5) responde ao anseio de Moisés em Nm 11, 29. O que na primeira parte eram gafanhotos ou exército inimigo, na segunda se transforma em exército de Deus. A praga se torna uma imagem do grande dia em que a humanidade prestará contas a Deus. Assim como afastou os gafanhotos, também a misericórdia de Deus, alcançada pelo arrependimento e jejum, transforma o julgamento em dia de libertação e salvação. Arrasada, a plantação ressurge nova e viçosa. A passagem mais destacada de Joel é o capítulo 3 (ou versículos 28 a 32 do capítulo 2, na versão Almeida) que é citado elo apóstolo Pedro no sermão de Pentecostes em Atos dos Apóstolos 2, 17-21. Por isso, Joel é também chamado o profeta de Pentecostes, sendo também considerado o profeta da penitência, por causa da primeira parte do livro. - São Varo, mártir (†307). Soldado egípcio que, ao visitar seis santos eremitas cristãos na prisão, foi encarcerado junto com eles e sofreu terríveis torturas. - Santa Fridesvida, virgem (†1257). Abandonou a vida de corte e passou a ser abadessa em Oxford, Inglaterra. - Santos Lucas Afonso Gorda, sacerdote e Mateus Kohioye, religioso, mártires (†1634). Dominicanos intrépidos pregadores do Evangelho nas Filipinas e no Japão onde sofreram o martírio. - Beato Tomás Hélye, presbítero (†1595). Sacerdote da diocese de Coutances, na Normandia. Exercia seu ministério durante o dia e dedicava à oração e à penitência as horas da noite. - Beata Inês de Jesus Galand, virgem (†1634). Priora do mosteiro dominicano de Langeac (França). Vítima de calúnias e invejas, ofereceu esses sofrimentos a Deus pela formação dos sacerdotes na França. - Beato Jorge Popieluzko, presbítero e mártir (†1984). Sacerdote da diocese de Varsóvia, assassinado em Wloclawek, Polônia, por defender a Fé.

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