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MISSA. POR rep.Paulo Maciel. 29-3-25 |
- SANTOS DO DIA 05 DE ABRIL. (FONTE: revista.arautos.org)
- SÃO VICENTE FERRER, PRESBÍTERO DOMINICANO - Vicente Ferrer era espanhol e um ilustre pregador. Não por acaso, era dominicano. Durante o grande Cisma do Ocidente, iniciado em 1378, trabalhou com afinco pela unidade da Igreja e pela restauração dos bons costumes. Falecendo durante uma viagem, foi canonizado pelo Papa Calisto III, em 1458... Filho de um Tabelião de Valência, ainda antes de nascer, sua mãe teve, em sonho, um pressentimento sobre a grandeza do seu futuro. Aos 17 anos, reconheceu sua vocação e entrou para a Ordem Dominicana. Após seu ciclo de formação, lecionou lógica, filosofia e teologia na universidade e começou a colaborar com o cardeal aragonês Pedro de Luna, braço direito de Clemente VII, primeiro falso papa em Avinhão e, por sua vez, futuro falso papa Bento XIII (não se deve confundir com o Pontífice romano, Bento XIII, no civil Pedro Francisco Orsini, que subiu ao trono de São Pedro em 1724). Em 1378, faleceu Gregório XI, o Papa que, após 70 anos, levou novamente a sede papal de Avinhão para Roma. O sucessivo Conclave, influenciado pelo descontentamento popular, cada vez mais forte, elegeu o arcebispo de Bari, que se tornou Papa Urbano VI. No entanto, ele se mostrou logo hostil para muitos cardeais, alguns dos quais fugiram e elegeram outro Pontífice, Clemente VII, que voltou a se estabelecer em Avinhão. Daí o Cisma. Em torno dos dois Papas, nasceram dois partidos políticos: os Estados se dividiram e a Europa caiu num período de profunda crise e incerteza, que durou quase 40 anos. Em 1409, para resolver os contrastes entre os dois Papas, realizou-se um Concílio, em Pisa, no qual foi eleito um terceiro Pontífice, Alexandre V. Este foi o momento mais doloroso da história. Somente com o Concílio de Constança, convocado em 1417, e mediante a intervenção do Imperador Sigismundo, voltou-se à unidade com o novo Papa Martinho V. Nesse contexto, em 1398, Vicente Ferrer foi o confessor do Papa Bento XIII, em Avinhão. Em sonhos, o futuro santo recebeu do Senhor a missão de partir, para evangelizar, por 20 anos, toda a Europa: da Provença ao Piemonte e Lombardia, mas, depois, voltou novamente para a França e a Espanha. Vicente se locomovia montado num burro, sob chuva ou sol, o calor do verão ou o inverno rigoroso. Ele se protegia apenas com o hábito dominicano longo, que também cobria seus pés descalços. Vicente começou a ser seguido por clérigos e camponeses, nobres e teólogos, homens, mulheres e crianças... Vicente pregava, alternando seus sermões com anedotas de viagem... As palavras de São Vicente Ferrer se tornavam proféticas, a ponto de merecer o título de "Anjo do Apocalipse". Acostumado com as visitas do demônio, Vicente falava do iminente fim do mundo, dos eventos prodigiosos que o precederiam... e da necessidade de se converter para salvar a alma... Não deixava de lado a mortificação corporal, mediante o jejum contínuo e a privação do sono, para dedicar mais tempo à oração. São Vicente Ferrer morreu como viveu – em viagem - mas já era venerado como santo. A Ordem Dominicana o recorda em outra data: 5 de maio. - SÃO VICENTE FERRER, rogai por nós! - SANTA IRENE, VIRGEM E MÁRTIR - Paz, caridade e pureza: com estes nomes as três irmãs mártires foram batizadas em Tessalônica, no ano 304, sob o governo de Dulcézio, durante as perseguições de Diocleciano. Irene foi martirizada por ter escondido as Sagradas Escrituras da lei e por não comer o alimento oferecido aos deuses. - SANTA IRENE, ROGAI POR NÓS! - SANTA CATARINA TOMÁS (DE PALMA) - VIRGEM. - DE ACORDO com o "site" 'heroinasdacristandade.blogspot.com', -´Catarina Thomas nasceu no povoado de Valdemuzza e morreu em Palma de Mayorca (na Espanha)... Ela veio à luz no dia 1º de maio de 1531. Seu pai, Joaquim, era um modesto camponês, e em sua casa reinava uma fé simples e profunda... Estava habituada a andar descalça até sobre cardos espinhosos, pois lhe haviam ensinado que dos pequenos ferimentos aprenderia o significado do sofrimento. Tinha como protetora especial a santa virgem e mártir que tinha seu nome (Santa Catarina de Alexandria). Seus pais morreram quando a menina tinha somente sete anos, sem deixar-lhe nenhuma herança... Ela sofria maus tratos na casa de um tio paterno, aos cuidados de quem tinha ficado... Até mesmo os criados a sobrecarregavam de trabalhos. Catarina tudo suportou com paciência e mansidão... Aos quinze anos, as aparições de Santo Antônio e de sua patrona Santa Catarina despertaram-lhe a vocação religiosa. A jovem confiou seus desejos a um santo ermitão, o padre Antônio Castañeda... O sacerdote conseguiu que Catarina fosse trabalhar na casa de uma família de Palma, onde sua vida espiritual não encontraria nenhuma oposição. A filha da casa a ensinou a ler e a escrever, mas em questões de vida espiritual se converteu em discípula de Catarina, pois esta havia avançado muito no caminho da perfeição... A jovem Catarina decidiu ingressar no mosteiro de Santa Maria Madalena de Palma, das Cônegas Regulares de Santo Agostinho, que a acolheram em 1553... Tinha então vinte anos... Professou os votos religiosos em 24 de agosto de 1555... Anualmente, semanas antes da festa de Santa Catarina de Alexandria, ... depois de comungar, lhe sobrevinha uma espécie de êxtase que durava boa parte do dia, vários dias e até semanas... A santa também tinha o dom de profecia... Sofreu provas tremendas,... quando o demônio lhe sugeria maus pensamentos, alucinações e ataques materiais. As Irmãs ouviam gritos e ruídos horríveis, observavam os efeitos na santa, ... e tentavam aliviar-lhe os sofrimentos... Mesmo nesses momentos, Catarina procurava cumprir seus deveres... Pessoas começaram a visitá-la, inclusive o bispo de Mayorca, monsenhor João Batista Campeggio, que pedia seus conselhos. Diante da popularidade, Irmã Catarina, apesar de não querer se apresentar aos visitantes, o fazia por obediência... Ela tinha o dom de interceder a Deus por milagres. Rezava pelos pecadores e pelos defuntos... Sua morte, que ela mesma havia predito, ocorreu quando tinha somente 41 anos de idade. Foi beatificada em 1792 e canonizada em 1930. O corpo de Santa Rina, como é chamada popularmente, repousa na capela do Mosteiro de Palma de Mayorca.` SANTA CATARINA DE PALMA, rogai por nós! - BEATO Mariano Aparício. DE ACORDO com o Facebook 'aobrasilfan' (Apostolado da Oração Brasil), ´Mariano de La Mata Aparício nasceu em Barrio de La Puebla, em Palência, na Espanha, no dia 31 de dezembro de 1905. O menino cresceu num ambiente cristão e foi incentivado a ingressar na Ordem Agostiniana também pelo fato de três de seus irmãos terem abraçado a Ordem. Em 29 de agosto de 1921, Mariano ingressou no seminário agostiniano de Valladolid, na Espanha, e realizou sua primeira profissão religiosa em 10 de setembro de 1922, ocasião em que fez os votos de pobreza, obediência e castidade... Em 25 de julho de 1930, foi ordenado sacerdote, e, em 21 de agosto de 1931, enviado em missão ao Brasil. Em 1933, o padre Mariano assumiu o Colégio Santo Agostinho, em São Paulo, onde foi professor, secretário e ecônomo. Entre 1945 e 1948, foi superior da Vice-Província Agostiniana do Brasil. Em 1949, foi para o Colégio de Engenheiro Schmitt, em São José do Rio Preto/SP, sendo diretor por três anos, professor e conselheiro da Vice-Província até 1960. A seguir, transferiu-se novamente para o Colégio Santo Agostinho, em São Paulo, onde permaneceu até o fim da vida, em 5 de abril de 1983. Homem de oração e manifesto amor à Eucaristia e a Nossa Senhora da Consolação, dedicou-se... às Oficinas de Caridade de Santa Rita (equipes de senhoras que confeccionam, costuram e distribuem enxovais e roupas aos recém-nascidos e pobres) ... Sem preocupações com horários, o padre Mariano saía pela cidade de São Paulo com o seu fusca, ... enfrentando desafios, ... e levando ... esperança aos doentes e aos que precisavam do seu amor... ”... O padre Mariano da Mata Aparício foi beatificado no dia 5 de novembro de 2006, na Catedral da Sé, em São Paulo/SP, em celebração presidida pelo cardeal José Saraiva Martins, então Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Seus restos mortais estão sepultados na Paróquia Santo Agostinho, no bairro paulistano da Liberdade.`.
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