LITURGIA DIÁRIA, 14/04/2019,DOMINGO DE RAMOS E PAIXÃO DO
SENHOR. Cor litúrgica: Vermelho. (Creio,
Prefácio próprio, II Semana do Saltério). 1ª Leitura: Leitura do Livro do
Profeta Isaías (Is 50,4-7): “Não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. Mas
o Senhor Deus é meu auxiliador’”. Salmo Responsorial (Sl 22,8-9.17-18a.19-20.23-24 (R: 2a))): “R:
Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”. 2ª Leitura: Leitura da Carta de
São Paulo Apóstolo aos Filipenses (Fl 2,6-11): “Humilhou-se a si mesmo,
fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz.” Evangelho de Jesus Cristo
segundo São Lucas (Lc 23,1-49): “Naquele tempo, toda a multidão se levantou e
levou Jesus a Pilatos. Começaram então a acusá-lo.” Fonte: Site
www.novaalianca.combr .
TEXTO, PESQUISA, FILMAGEM E NARRAÇÃO: REPÓRTER, RADIALISTA E
BLOGUEIRO PAULO MACIEL, DE COLATINA/ES, PARA SEUS ENDEREÇOS NA WEB: Paulo
roberto Maciel (canal no youtube), reporterpaulomaciel.blogspot.com e
facebook.com/paulomacieldaradio (13/04/2019)
14 DE ABRIL – SANTA LIDUÍNA OU LIDVINA (Fonte: Site www.a12.com ) Liduina nasceu na
Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Ainda criança recolhia
alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados. Até aos quinze anos
Liduina era uma menina como todas as demais. Porém, no inverno daquele ano, sua
vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e em plena
descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. Ficou quase
morta, com muitas lesões graves. Apesar dos esforços, os médicos declararam que
sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo
ainda mais a família. Ela ficaria presa na cama! Os anos se passavam e Liduina
não melhorava, nem morria. Ficou a um passo do desespero total, quando chegou
em seu socorro o padre João Pot. Com conversas serenas o sacerdote lhe recordou
que Deus poda a árvore para que ela produza mais frutos. E pendurou na frente
da sua cama um crucifixo. Pediu que olhasse para Ele e rezasse sempre. Liduina
entendeu que do seu leito podia colaborar com a Redenção, ofertando seu
martírio para a salvação das pessoas. E disse ao padre que gostaria de receber
um sinal que confirmasse ser este o seu caminho. Diz a história que neste
momento, Liduina ficou iluminada por uma hóstia consagrada que apareceu em sua
fronte. Liduina nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos, mas que
lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores. Do seu leito de
enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos
enfermos. Após doze anos de enfermidade também começou a ter êxtases
espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria. Liduina só se
alimentava da Sagrada Eucaristia e das orações. Sua enfermidade a
impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos
últimos sete meses de vida seu sofrimento foi terrível. No dia 14 de abril de
1433, após a Páscoa, Liduina morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a
assistiam pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças
incuráveis. E assim foi feito. Os devotos a consideram padroeira dos doentes
incuráveis. Também é padroeira dos patinadores. Colaboração: Padre Evaldo César
de Souza, CSsR
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