terça-feira, 22 de setembro de 2026

Liturgia, 07/10/26 (4ª-f.) - Nª Sra. do Rosário. XXVII *S.T.C.. SANTOS: Augusto, Justina, Martinho Cid, Paládio. POR rep.Paulo Maciel

- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

- LITURGIA, 07/10/2026 - QUARTA-FEIRA - BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA DO ROSÁRIO - XXVII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Ofício da Mem., Pref. de Nª Sra. - 1ª Leitura: Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 1, 12-14): "...perseveravam na oração... junto com algumas mulheres, entre as quais Maria..." - Sl (Lc) 46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55. (R.: 49). R.: "O Poderoso fez por mim maravilhas, e Santo é o seu nome.". (Ou "Bendita sejais, ó Virgem Maria, trouxestes no ventre a Palavra eterna!" - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 1, 26-38): "... 'O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra'...''. - FONTES: diversas

Igr.Im.Cor.Mª, Colatina-ES. POR rep. Paulo Maciel. 31-8-25

- SANTOS DO DIA 07 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano

- Nossa Senhora do Rosário, Esta comemoração deriva da festa de Santa Maria da Vitória, instituída por São Pio V depois da vitória dos cristãos contra os turcos na batalha de Lepanto, em 7 de outubro de 1571. DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas (eremitas dos primeiros séculos do cristianismo) usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Dessa forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nosso e, para a contagem, São Beda havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados num barbante. O Santo Rosário foi sendo transformado com o decorrer dos anos... Sua origem se deu com a revelação divina de Nossa Senhora do Rosário a São Domingos de Gusmão, fundador dos dominicanos (O.P.)... Domingos se preocupava em converter os albigenses, conhecidos como cátaros (puros), que eram um grupo de hereges de caráter gnóstico e maniqueísta, sendo até mesmo protegido por bispos e nobres da época. Essa doutrina negava a existência de um único Deus, negava a divindade de Jesus e direcionava a salvação através do conhecimento... Essas realidades entraram em choque com o catolicismo. O santo procurava converter os heréticos e enfrentava resistência. Certa vez, retirou-se numa floresta para rezar e recebeu a orientação da Nossa Senhora do Rosário: “Querido Domingos, você sabe de que arma a Santíssima Trindade quer usar para mudar o mundo? […] A principal peça de combate tem sido sempre o Saltério Angélico, que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério” (MONTFORT, 2019, p. 42-43)... São Domingos, então, começou a pregar o Santo Rosário, ou o “Saltério Angélico”. Naquela época, poucas pessoas eram alfabetizadas e não conheciam a Sagrada Escritura. Por outro lado, os monges costumavam recitar em oração os 150 Salmos, rezando a “Liturgia das Horas”. Assim, os cristãos poderiam imitar a oração e se aproximar dos mistérios de Deus ao recitar 150 Ave-Marias, ou o “Saltério Angélico” (Salmos Angélicos). Num segundo momento, ao esfriar a devoção do Saltério Angélico, em nova aparição, Nossa Senhora do Rosário pediu ao Beato Alano (1428 – 1475) que reavivasse a prática. Ele formou os agrupamentos de 50 Ave-Marias e seus mistérios, conhecidos como: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos. Ela lhe disse que muitas graças e milagres seriam alcançados... Logo após, houve a batalha de Lepanto (Grécia, junto ao porto de Corinto), comandada por João da Áustria, em 7 de outubro de 1571. O Papa Pio V procurava conter os avanços dos turcos na Europa e, antes disso, convocou os cristãos para que rezassem o Rosário... Era uma batalha extremamente importante, pois dela dependia a preservação do cristianismo e da cultura ocidental. Com a vitória adquirida, ele instituiu a Festa de Nossa Senhora do Rosário no mesmo dia da batalha e reconheceu que a vitória veio por meio das orações do Rosário... Em 1573, o Papa Gregório XIII tornou a festa mariana obrigatória para a Diocese de Roma e para as Confrarias do Santo Rosário.... Em 1716, o Papa Clemente XI... estendeu-a para toda a Igreja... Em 1913, o Papa Pio X fixou a data da celebração em 7 de outubro... São João Paulo II, em sua carta “Rosarium Virginis Mariae” (2002), institui o quarto mistério (“Luminoso”).  Assim, deu-se o formato do que se conhece atualmente por Santo Rosário.- São Marcos de Jerusalém, Bispo (†séc. II). Primeiro bispo de origem gentia a ocupar a Sé de Jerusalém. - Santa Justina, virgem e mártir (†séc. III/IV). Executada em Pádua, Itália, durante a perseguição de Diocleciano. - Santo Augusto, presbítero e abade (†c. 560). Por sofrer de um intumescimento nas mãos e pés, sustentava-se com os joelhos e cotovelos. Curado por intercessão de São Martinho, erigiu em Bourges, França, uma comunidade de monges dedicados ininterruptamente à oração. - São Paládio, Bispo (†c. 596). Erigiu uma basílica sobre o sepulcro de Santo Eutrópio e estimulou a devoção aos santos em Saintes, França, sua sé episcopal. - Beato Martinho Cid, abade (†1152). Abandonou a cidade para viver numa gruta. Como muitos quisessem associar-se a ele, erigiu o mosteiro de Bellofonte, Espanha. - Beato João Hunot, sacerdote e mártir (†1794). Morreu estando preso, por ser sacerdote, nos porões de uma galera, em Roquefort (França). - Beato José Llosá Balaguer, mártir (†1936). Religioso dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores, morto durante a Guerra Civil Espanhola nas proximidades de Valência. 

Liturgia, 06/10/26 (3ª-f.) - XXVII *S.T.C.. SANTOS: Bruno, Faustina Kowalska, Mª Francisca das Chagas de N.S. Jesus Cristo. POR rep.Paulo Maciel

 - PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

- LITURGIA, 06/10/2026 - TERÇA-FEIRA - XXVII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à esc.. - Ou SÃO BRUNO - PRESBÍTERO (Mem. facult.. Cor branca). - Ou SANTA FAUSTINA KOWALSKA - VIRGEM (Mem. facult.. Cor Branca. - 1ª Leitura: Leitura da Epístola de São Paulo aos Gálatas (Gl 1, 13-24): "...aquele que me separou desde o ventre.. e me chamou... se dignou revelar-me o seu Filho,..." - Sl 138 (139), 1-3.13-14ab.14c-15 (R. 24b). R.: "Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 10, 38-42): "... 'Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas'...''. - FONTES: diversas

Igr.Im.Cor.Mª, Colatina-ES. POR rep. Paulo Maciel. 31-8-25

- SANTOS DO DIA 06 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano

-  Santa Faustina Kowalska, virgem, religiosa (†1938). Teve uma intensa vida mística marcada pelas revelações sobre a Misericórdia Divina, que ela se empenhou em difundir para bem das almas. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, "a denominada 'apóstola da Divina Misericórdia' nasceu em 25 de agosto de 1905, na aldeia polonesa de Glogowiec. Seus pais, Mariana e Stanislaw Kowalski, humildes camponeses, mas cristãos fervorosos, transmitiram-lhe uma fé profunda. Foi batizada com o nome de Helena. Aos 7 anos, sentiu-se chamada para a vida religiosa. Porém, não tendo a autorização dos pais, nada pôde fazer. Terceira de dez filhos, Faustina deixou a escola depois de três anos, para trabalhar como doméstica na casa de famílias ricas, a fim de manter a si e à sua família. Aos 20 anos, foi animada por uma visão de Cristo sofredor, que lhe disse: “Até quando terei que a suportar? Até quando você vai me enganar?” No dia 10 de agosto de 1925, entrou para o convento das Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, em Varsóvia, onde recebeu o nome de Irmã Maria Faustina. Por mais de dez anos percorreu conventos da Congregação, trabalhando na cozinha, no jardim e na portaria. Recebeu abundantes graças do Senhor, entre as quais os estigmas, sinais visíveis mais evidentes, e numerosas revelações e visões, que – a pedido de seus confessores – anotou no Diário, traduzido em várias línguas. Faustina morreu com apenas 33 anos, em 5 de outubro de 1938, em Cracóvia, acometida por tuberculose. Em 22 de fevereiro de 1931, a Santa anotou em seu Diário: 'Estando na minha cela, vi o Senhor Jesus vestido com uma túnica branca: com uma mão abençoava e com a outra batia no peito e das suas vestes saíam dois grandes raios: um vermelho e o outro pálido [...]... Jesus me disse: 'Pinte uma imagem do que você está vendo e escreva embaixo ´Jesus, eu confio em vós´.' Quero que esta imagem seja venerada, antes de tudo, na capela de vocês e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta imagem, jamais perecerá... porque eu mesmo a protegerei com a minha glória' (D. 47-48). A imagem foi logo pintada e teve grande propagação, com as outras formas de culto à Divina Misericórdia: a festa da Divina Misericórdia, no primeiro domingo depois da Páscoa; a reza do terço da Divina Misericórdia;  e a oração da hora da Misericórdia (às 15 horas). A devoção a Jesus Misericordioso difundiu-se rapidamente na Polônia, logo após o falecimento da Irmã Faustina. Nos anos sessenta, o então arcebispo de Cracóvia, Dom Karol Wojtyła, promoveu o processo informativo concernente à vida e às virtudes de Faustina. Ao tornar-se Papa, João Paulo II presidiu à sua beatificação, em 18 de abril de 1993, e à canonização em 30 de abril de 2000....". - São Bruno, presbítero e monge (†1101). Nascido na Alemanha, fundador da Ordem dos Cartuxos. Foi mestre de teologia em Reims, onde teve por alunos Santo Hugo de Grenoble e o futuro Papa Urbano II, do qual foi conselheiro. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', ´Educado na Alemanha (nasceu em Colônia, da nobre família dos Hartefaust), Bruno atuou na França e na Itália. Nomeado chanceler da diocese de Reims, denunciou o próprio bispo Manassés por simonia. Teve de refugiar-se em Colônia até o bispo ser deposto pelo Concílio de Lião. Depois, voltou para a França e permaneceu sob a direção de São Roberto no ermo de Solesmes. Mais tarde, procurou um lugar mais solitário para erigir seu mosteiro. Recebeu-o como doação do bispo de Grenoble, Santo Hugo: um vale solitário, chamado Cartuxa, nos Alpes do Delfinado. Em 1078 nasceu a primeira cartuxa, que mais tarde passou a ser chamada a Grande Chartreuse, casa mãe dos cartuxos. Os monges alternavam a recitação do Ofício com os trabalhos manuais. Era o lugar ideal com que Bruno sempre havia sonhado. Mas nele ficou por pouco tempo. Um de seus discípulos, tornado Papa com o nome de Urbano II, chamou-o a Roma como conselheiro. Bruno levou consigo seus monges e adaptou como mosteiro as termas de Diocleciano, transformadas depois na grande Basílica de Miguel Ângelo de Santa Maria dos Anjos. Eram tempos de grande turbulência em Roma, e o partido vitorioso do antipapa obrigou Urbano II a refugiar-se no Sul. Bruno mandou novamente seus monges a Grenoble e, no séquito do Papa, procurou na Calábria um lugar adequado para fundar uma segunda cartuxa. Encontrou-o na localidade que hoje leva seu nome, Serra São Bruno, no coração da Sila. O Duque das Apúlias e Conde da Calábria, que lhe havia feito a doação do terreno, teve em troca a amizade e a preciosa guia do santo eremita. Morreu a 6 de outubro, dia em que é comemorado. Seu corpo, encontrado incorrupto em 1513, foi sepultado na atual cartuxa de Serra São Bruno, província de Catanzaro. O santo é desde sempre invocado contra as possessões diabólicas.`- Santa Maria Francisca das Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo, virgem (†1791). Terciária franciscana, destacou-se por sua paciência nas tribulações e adversidades, bem como pelas penitências e pelo amor de Deus e das almas, em Nápoles, Itália. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, Ana Maria, primeira napolitana a ser canonizada, em 1867, era conhecida nos bairros como "santinha". Seu pai queria que se casasse, mas consagrou sua virgindade na Terceira Ordem Franciscana, tornando-se Maria Francisca. Sua vida foi repleta de sofrimentos, que ofereceu com heroísmo ao Senhor.`DE ACORDO com o "site" 'capuchinhosrs', ´Ana Maria nasceu no dia da Anunciação, 25 de março de 1715, em Nápoles, filha de Francisco Gallo e de Bárbara Basini. Aos 4 anos, pediu à mãe que a levasse à igreja para participar da Missa. Obteve também, nessa idade, o privilégio de poder confessar-se, embora tivesse que esperar até os 7 anos para fazer a Primeira Comunhão. Depois disso, a surpreendente maturidade levou o confessor a permitir-lhe comungar diariamente, privilégio raro na época. Quando chegou à adolescência, o pai colocou-a em sua pequena fábrica, onde já trabalhavam sua mãe e suas irmãs. Ana Maria soube conciliar o trabalho com a vida de piedade. Quando completou 16 anos, seu pai quis casá-la com um rico cavalheiro, que lhe pedira a mão. Ela recusou, dizendo: “Meu pai, não posso fazer a sua vontade, porque estou resolvida a deixar o mundo e a tomar o hábito religioso na Ordem Terceira de São Francisco, para o que desde já lhe peço autorização”. Essa determinação foi um golpe para o avarento pai, que julgava tal união ocasião de melhora da situação econômica da família. Por isso empregou todos os meios para convencer a filha a ceder, inclusive agressão física. Trancou-a depois, por vários dias, num quarto da casa, fornecendo somente pão e água. A intervenção de um religioso muito respeitável levou Francisco a conceder a autorização. Ana foi admitida na Ordem, na reforma de São Pedro de Alcântara, em 1731, escolhendo os nomes de “Maria”, por devoção a Nossa Senhora, “Francisca”, por devoção a São Francisco, e “das Cinco Chagas”, por devoção à Sagrada Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tendo sua mãe falecido, o pai, desejoso de casar-se novamente, quis pôr sobre seus ombros o sustento e o cuidado da família, que contava então com quatro pessoas. Com dificuldade, a santa livrou-se desse encargo, alegando sua má saúde. No entanto, o avarento pai passou a cobrar-lhe o aluguel do pequeno cômodo que ocupava na casa, sendo ela obrigada a recorrer a seus benfeitores para pagá-lo. Êxtases e profecias eram-lhe familiares. Vivia já das coisas sobrenaturais. Incompreendida, perseguida, tratada como visionária, foi submetida a exames pelas autoridades eclesiásticas. Em sete anos de duro martírio suportou tudo com mansidão. Em 1763, Santa Maria Francisca conheceu, por revelação divina, que o reino de Nápoles seria desolado por uma grande fome seguida por terrível epidemia. Ela mesma foi atingida pela enfermidade, chegando às portas da morte, tendo recebido os últimos sacramentos. Assistida por muitos religiosos fiéis, fortalecida pela Eucaristia, morreu serenamente no seu quarto no dia 6 de outubro de 1791, aos 76 anos. Seu corpo foi sepultado na igreja de Santa Lucia do Monte, onde é venerada ao lado do túmulo de São João José da Cruz. - FONTE: “Santos Franciscanos para cada dia”, Ed. Porziuncola.`.- São Francisco Tran Van Trung, mártir (†1858). Soldado do exército imperial do Vietnã que, recusando-se a pisotear a Cruz, foi torturado e decapitado. - Beato Adalberon de Würzburg, Bispo (†1090). Foi perseguido pelos cismáticos e expulso de sua Diocese de Würzburg, Alemanha, por haver defendido a Sé Apostólica. - Beatos João e Tecla Hashimoto Tahyoe e companheiros, mártires (†1619). Casal cruelmente martirizado em Kioto, Japão, junto com seus cinco filhos e mais quarenta e quatro cristãos. - Beata Maria Rosa Durocher, virgem (†1849). Fundou em Longueuil, Canadá, a Congregação das Irmãs dos Santos Nomes de Jesus e Maria, para a formação da juventude feminina. - Beato Isidoro de São José de Loor, religioso (†1916). Irmão leigo passionista, faleceu aos 35 anos em Courtrai, na Bélgica, dando exemplo de aceitação dos atrozes sofrimentos provocados pela doença.

Liturgia, 05/10/26 (2ª-f.) - XXVII *S.T.C.. SANTOS: Benedito, João da Penna, Faustina, Apolinário, Flora. POR rep.Paulo Maciel

- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

- LITURGIA, 05/10/2026 - SEGUNDA-FEIRA - XXVII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa à esc.. - Ou SÃO BENEDITO, O NEGRO - RELIGIOSO (Mem. facult.. Cor branca). - 1ª Leitura: Leitura da Epístola de São Paulo aos Gálatas (Gl 1, 6-12): "...algumas pessoas vos estão perturbando e querendo mudar o evangelho de Cristo..." - Sl 110 (111), 1-2. 7-8. 9 e 10c (R. 5b). R.: "O Senhor se lembra sempre da Aliança.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 10, 25-37): "... '- qual ... foi o próximo...? - Aquele que usou de misericórdia'...''. - FONTES: diversas

Igr.Im.Cor.Mª, Colatina-ES. POR rep. Paulo Maciel. 31-8-25

- SANTOS DO DIA 05 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano

- São João da Penna. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', Sâo João da Penna foi discípulo de São Francisco de Assis. Ainda jovem, na cidade de Assis, ele via, de perto, tudo o que acontecia na pequena vila. São João entrou para a congregação dos franciscanos e se tornou sacerdote. Sâo Francisco percebeu nele o dom da pregação e o enviou à Provença, na França, para pregar o Evangelho e combater heresias contra a doutrina católica e o Papa. Lá, ele se encontrou com Santo Antônio, que havia se tornado franciscano. Trabalhou durante 25 anos em Provença e fundou diversas casas da Ordem. Os últimos anos de sua vida foram provados pela aridez e por uma longa enfermidade muito dolorosa, mas que ele suportou com resignação. À hora de sua morte, sua cela foi iluminada por um clarão celeste, e ele passou à glória celeste com as mãos erguidas e com palavras de ação de graças. - São Benedito, o Negro (ou o Mouro) (†1589). Filho de escravos oriundos da Etiópia (África) para a Itália, fez-se franciscano e dedicou-se a trabalhos humildes no convento. Embora não fosse sacerdote, chegou a exercer o cargo de Superior. DE ACORDO com o "site" 'rs21.com.br', São Benedito é um dos santos cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem – era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, “o Mouro”. Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de São Benedito, o Negro, ou apenas “o Santo Negro”. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela ocorre, desde 1983, em 5 de outubro. Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: “Nosso santo mouro”. Aos 21 anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar. Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior do convento. Quando o fundador faleceu, em 1562, o Papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. Benedito escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante da vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações. Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E na cozinha do convento, ele morreu, em 4 de abril de 1589, como frade franciscano, um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os dias atuais. Foi canonizado em 1807, pelo Papa Pio VII. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde aclamado santo padroeiro da população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição. Na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia importante: o corpo do “Santo Mouro”, ainda milagrosamente intacto. - Santa Faustina Kowalska, virgem, religiosa (†1938). Teve uma intensa vida mística marcada pelas revelações sobre a Misericórdia Divina, que ela se empenhou em difundir para bem das almas. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, "a denominada 'apóstola da Divina Misericórdia' nasceu em 25 de agosto de 1905, na aldeia polonesa de Glogowiec. Seus pais, Mariana e Stanislaw Kowalski, humildes camponeses, mas cristãos fervorosos, transmitiram-lhe uma fé profunda. Foi batizada com o nome de Helena. Aos 7 anos, sentiu-se chamada para a vida religiosa. Porém, não tendo a autorização dos pais, nada pôde fazer. Terceira de dez filhos, Faustina deixou a escola depois de três anos, para trabalhar como doméstica na casa de famílias ricas, a fim de manter a si e à sua família. Aos 20 anos, foi animada por uma visão de Cristo sofredor, que lhe disse: “Até quando terei que a suportar? Até quando você vai me enganar?” No dia 10 de agosto de 1925, entrou para o convento das Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, em Varsóvia, onde recebeu o nome de Irmã Maria Faustina. Por mais de dez anos percorreu conventos da Congregação, trabalhando na cozinha, no jardim e na portaria. Recebeu abundantes graças do Senhor, entre as quais os estigmas, sinais visíveis mais evidentes, e numerosas revelações e visões, que – a pedido de seus confessores – anotou no Diário, traduzido em várias línguas. Faustina morreu com apenas 33 anos, em 5 de outubro de 1938, em Cracóvia, acometida por tuberculose. Em 22 de fevereiro de 1931, a Santa anotou em seu Diário: 'Estando na minha cela, vi o Senhor Jesus vestido com uma túnica branca: com uma mão abençoava e com a outra batia no peito e das suas vestes saíam dois grandes raios: um vermelho e o outro pálido [...]... Jesus me disse: 'Pinte uma imagem do que você está vendo e escreva embaixo ´Jesus, eu confio em vós´.' Quero que esta imagem seja venerada, antes de tudo, na capela de vocês e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta imagem, jamais perecerá... porque eu mesmo a protegerei com a minha glória' (D. 47-48). A imagem foi logo pintada e teve grande propagação, com as outras formas de culto à Divina Misericórdia: a festa da Divina Misericórdia, no primeiro domingo depois da Páscoa; a reza do terço da Divina Misericórdia; a oração da hora da Misericórdia (às 15 horas). A devoção a Jesus Misericordioso difundiu-se rapidamente na Polônia, logo após o falecimento da Irmã Faustina. Nos anos sessenta, o então arcebispo de Cracóvia, Dom Karol Wojtyła, promoveu o processo informativo concernente à vida e às virtudes de Faustina. Ao tornar-se Papa, João Paulo II presidiu à sua beatificação, em 18 de abril de 1993, e à canonização em 30 de abril de 2000...." - São Plácido, monge (†séc. VI). Discípulo de São Bento desde a infância. Padroeiro dos noviços beneditinos. - Santo Apolinário, Bispo (†c. 520). Deu nova autoridade e esplendor à Religião Cristã na diocese de Valença, França. - São Froilan, Bispo (†905). Bispo de Leon (Espanha), empenhou-se especialmente na evangelização das regiões reconquistadas aos mouros. - Santa Flora, virgem (†1347). Religiosa da Ordem de São João de Jerusalém. Dedicou-se à assistência aos enfermos pobres no Hospital de Beaulieu, França. - Santa Ana Schäffer, virgem (†1925). Jovem alemã que exercendo o trabalho de empregada doméstica queimou-se com água fervente; nunca curando das feridas dedicou sua vida à pobreza e oração oferecendo os sofrimentos pela salvação das almas. - Beato Raimundo de Cápua, presbítero (†1399). Sacerdote dominicano, diretor espiritual de Santa Catarina de Sena. 

Liturgia, 04/10/26 (dom.) - XXVII *S.T.C.. SANTOS: Francisco de Assis, Petrônio, Áurea. POR rep.Paulo Maciel

- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter/radialista/blogueiro/youtuber Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - facebook.com/paulomacieldaradio - Paulo Roberto Maciel Maciel

- LITURGIA, 04/10/2026 - DOMINGO - XXVII *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Verde. Rito: Missa pr., Gl., Cr., Pref. do Dom.. - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Profeta Isaías (Is 5, 1-7): "...a vinha do Senhor dos exércitos é a casa de Israel..." - Sl 79 (80), 9. 12. 13-14. 15-16. 19-20 (R. Is 5,7a). R.: "A vinha do Senhor é a casa de Israel.". 2ª Leitura: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses (Fl 4, 6-9): "...a paz de Deus... guardará os vossos corações e pensamentos em Cristo Jesus...". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 21, 33-43): "... 'o Reino de Deus... será entregue a um povo que produzirá frutos'...''. - FONTES: diversas

Igr.Im.Cor.Mª, Colatina-ES. POR rep. Paulo Maciel. 31-8-25

- SANTOS DO DIA 04 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano

- São Francisco de Assis (†1226). Filho de um rico comerciante de Assis, na sua juventude participou das guerras que então assolavam as cidades italianas, quando por três vezes ouviu a voz de Nosso Senhor Crucificado convidando-o a amparar sua Igreja que estava caindo. Fundou a Ordem dos Frades Menores e, com Santa Clara, a Ordem das Clarissas. - DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica Canção Nova, "Francisco era filho de Pedro e Dona Pica Bernardone. Nasceu entre 1181 e 1182, na cidade de Assis, Itália. Seu pai era um rico e próspero comerciante. Foi batizado em Santa Maria Maior com o nome de João (Giovanni). Mas quando Pietro Bernardone voltou de uma viagem à França, mudou de ideia e resolveu trocar o nome do filho para Francisco, prestando uma homenagem àquela terra. ... O caráter e as melhores qualidades do santo vieram da mãe. Como todo jovem ambicioso da época, Francisco desejava conquistar fortuna, fama e o título de nobreza. Para tal, fazia-se necessário tornar-se herói nas frequentes batalhas. Em 1201, incentivado por seu pai, ele partiu para uma guerra que os senhores feudais haviam declarado contra a Comuna de Assis. ... (Ele teve, na ocasião,) uma doença (que o deixou inquieto). Estava incerto quanto ao sentido de sua vida. Decidiu ser cavaleiro e foi  defender a Igreja e seus interesses, (numa convocação) do Papa Inocêncio III. Na cidade de Espoleto, a febre fez com que Francisco não pudesse partir. Ali, ouviu a voz do Senhor, com quem dialogou: “- Francisco, o que é mais importante, servir ao Senhor ou servir ao servo? - Servir ao Senhor, é claro!, respondeu o jovem. - Então, por que te alistas nas fileiras do servo? - Senhor, o que quereis que eu faça? - Volta a Assis e te será dito, disse a Voz”. Em busca de respostas, decidiu viajar para Roma, em 1205. Visitou a tumba do Apóstolo São Pedro e exclamou: “É uma vergonha que os homens sejam tão miseráveis com o Príncipe dos Apóstolos!” E jogou um grande punhado de moedas de ouro, contrastando com as escassas esmolas de outros fiéis. Trocou seus ricos trajes com os de um mendigo e fez sua primeira experiência de viver na pobreza. Voltou à casa paterna, em Assis, entregando-se ainda mais à oração. Em 1206, passeando a cavalo pelas campinas, viu um leproso ... Movido por Deus, colocou seu dinheiro naquelas mãos sangrentas e deu-lhe um beijo. ... Pouco depois, entrou para rezar na capela de São Damião, semidestruída pelo abandono. Ajoelhado aos pés do crucifixo, dali uma voz lhe falou: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja que está em ruínas”. Seu pai (não gostou das atitudes do filho) e resolveu exigir que lhe devolvesse tudo quanto recebera dele, levando-o ao bispo para que o julgasse. Francisco, ciente da sentença de Cristo: “Quem ama o seu pai ou a sua mãe mais que a Mim, não é digno de Mim” (Mt 19, 29), sem vacilar se despojou de tudo até ficar nu. Jogou os trajes e o dinheiro aos pés de seu pai, e exclamou: Não terei outro pai, senão o Pai Celeste”. O Bispo o acolheu, e Francisco se entregou ao serviço dos leprosos e reconstrução das capelas... Certo dia, escutou, durante a missa, a leitura do Evangelho: “sem túnicas, sem bastão, sem sandálias, sem provisões, sem dinheiro no bolso …” (Lc 9, 3)... E exclamou, cheio de alegria: “É isso precisamente o que eu quero!..” E começou a viver a pura letra do Evangelho... Francisco saiu a pregar percorrendo as vizinhanças e levando o Evangelho... Logo, Bernardo de Quintaval se juntou a ele e, pelo caminho, Pedro de Catânia. Abriram o livro do Evangelho, e as três respostas que encontraram foram as seguintes: “Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá-o aos pobres. Depois vem e segue-me” (Mt 19, 21). “Não leveis nada pelo caminho, nem bastão, nem alforge, nem uma segunda túnica…” (Lc 9, 3). “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me” (Mt 16, 24)...  A 24 de fevereiro de 1208, deu início à fundação da Fraternidade dos Irmãos Menores. Em 1209, Francisco e seus companheiros foram até o Papa Inocêncio III pedir a aprovação de seu carisma. ... (O Papa) reconheceu nele o homem que vira em sonho, segurando as colunas da Igreja de Latrão, que ameaçava ruir. (Para o pontífice), era o próprio Deus quem inspirava Francisco de Assis a viver radicalmente o Evangelho, trazendo vida nova a toda a Igreja. Por isso, deu ... a aprovação oficial... Francisco inspirou a jovem Clara para a santidade, e dela surgiram as clarissas... Francisco de Assis tinha o costume de preparar-se com uma quaresma de oração e jejum para a festa de São Miguel Arcanjo. No ano de 1224, ele teve a visão do Serafim alado e recebeu os estigmas... No dia 3 de outubro,  morreu cantando... No domingo seguinte, foi sepultado na igreja de São Jorge, na cidade de Assis. No dia 16 de julho de 1228, São Francisco de Assis foi canonizado pelo Papa Gregório IX. Tornou-se o padroeiro dos animais e padroeiro principal da Itália. Oração de São Francisco de Assis:  “Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa Paz. Onde houver Ódio, que eu leve o Amor. Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão. Onde houver Discórdia, que eu leve a União. Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé. Onde houver Erro, que eu leve a Verdade. Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança. Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria. Onde houver Trevas, que eu leve a Luz! Ó Mestre, fazei que eu procure mais: consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois é dando, que se recebe. Perdoando, que se é perdoado e é morrendo, que se vive para a vida eterna! Amém.” - São Petrônio de Bolonha, Bispo (†c. 450). Renunciou ao cargo que exercia no Império Romano e se consagrou ao serviço da Igreja. - Santa Áurea de Paris, abadessa (†c. 856). Superiora do Mosteiro de São Marcial, em Paris, onde viviam cerca de 300 virgens sob a Regra de São Columbano. - Beato Francisco Xavier Seelos, presbítero (†1867). Religioso redentorista de origem bávara, enviado em missão para os Estados Unidos, dedicou-se a dar assistência aos meninos e jovens, e aos imigrantes de língua alemã. - Beato José Canet Giner, presbítero e mártir (†1936). Jovem pároco da arquidiocese de Valência fuzilado quando tinha apenas trinta e três anos em Gandia, Espanha.

Liturgia, 03/10/26 (sáb.) - ANDRÉ DE SOVERAL, AMBRÓSIO FRANSISCO FERRO... - XXVI *S.T.C.. SANTOS: Mª Josefa do Coração de Jesus. POR rep.Paulo Maciel

- LITURGIA, 03/10/2026 - SÁBADO - SANTO ANDRÉ DE SOVERAL, AMBRÓSIO FRANSISCO FERRO - PRESBÍTEROS - MATEUS MOREIRA E COMPANHEIROS - MÁRTIRES - XXVI *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Vermelha. Rito: Ofício da Memória. - 1ª Leitura: Leitura do Livro de Jó (Jó 42, 1-3. 5-6. 12-16): "...O Senhor abençoou a Jó no fim de sua vida mais do que no princípio..." - Sl 118 (119), 66. 71. 75. 91. 125. 130 (R. 135a). R.: "Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo e ensinai-me vossas leis e mandamentos.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Lucas (Lc 10, 17-24): "... 'ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu"i'...''. - FONTES: diversas

Igr.Im.Cor.Mª, Colatina-ES. POR rep. Paulo Maciel. 31-8-25

- SANTOS DO DIA 03 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano

- Santa Maria Josefa do Coração de Jesus. DE ACORDO com texto do padre Evaldo César de Souza, Maria Josefa nasceu na Espanha, no dia 7 de Setembro de 1842. Desde muito cedo começou a demonstrar uma grande devoção à Eucaristia e a Nossa Senhora, uma forte sensibilidade em relação aos pobres e aos doentes e uma inclinação para a vida interior. Aos 18 anos manifestou à sua mãe o desejo de entrar num mosteiro, pois se sentia atraída pela vida de clausura. No mosteiro, iluminada pelo Espírito Santo e aconselhada por Antônio Maria Claret, Maria Josefa decidiu criar uma nova família religiosa, que se dedicasse aos doentes, em casa ou nos hospitais. Assim nasceu o Instituto das Servas de Jesus, fundado em Bilbau em 1871. Os pontos centrais da espiritualidade de Santa Maria Josefa podem definir-se como: um grande amor à Eucaristia e ao Sagrado Coração de Jesus; uma profunda adoração do mistério da Redenção e uma íntima participação nas dores de Cristo e na Sua Cruz e a completa dedicação ao serviço dos doentes, num contexto de espírito contemplativo. Hoje espalhadas pela Europa, América Latina e Ásia, as Servas procuram dar pão aos famintos, acolher os doentes e outros necessitados, criar centros de dia para pessoas idosas, desenvolvendo sempre a pastoral da saúde e outras obras de caridade. - SANTOS ANDRÉ DE SOVERAL E AMBRÓRIO FRANCISCO FERRO. DE ACORDO com o "site" do Vaticano, André de Soveral foi o primeiro Santo de São Vicente/SP e discípulo do Padre José de Anchieta. Foi martirizado em 1645, durante a invasão holandesa, enquanto celebrava a Santa Missa, junto com outros 29 companheiros. Ao expirar, balbuciou: “Viva o Santíssimo Sacramento!". Soveral nasceu em São Vicente, no dia 16 de julho de 1572, de pais portugueses, que lhe transmitiram sólidos ensinamentos cristãos... São Vicente foi a primeira cidade fundada no Brasil, em 1532, por Martim Afonso de Souza. Presume-se que André tenha sido aluno do Padre José de Anchieta, um dos primeiros jesuítas a chegar à Terra de Santa Cruz, e que tenha estudado no “Colégio Menino Jesus”, fundado por Leonardo Nunes. No período da ação missionária de São José de Anchieta e Padre José da Nóbrega, André foi para o Nordeste, e, em 1597, deu início à evangelização no Rio Grande do Norte, junto outros missionários Jesuítas, provenientes do reino católico de Portugal. Deixou a Companhia de Jesus, e se tornou padre diocesano, em Natal. No Nordeste, o padre André trabalhou em Cunhaú, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, nome do navio de Martim Afonso de Sousa, quando chegou às terras brasileiras. Cunhaú era um povoado de Canguaretama, no Rio Grande do Norte, que se formou em torno de um engenho de cana-de-açúcar, uma das riquezas da região, além de suas minas... No dia 15 de julho de 1645, chegou a Cunhaú Jacó Rabe, um alemão a serviço do Supremo Conselho Holandês, com sede em Recife, que dizia ser portador de uma mensagem aos habitantes. No dia seguinte, domingo, aproveitando a participação de um grande número de colonos na missa, celebrada pelo pároco, padre André de Soveral, Jacó Rabe mandou afixar na porta da igreja um edital, convocando todos a ouvir, após a celebração, suas ordens. Muitos compareceram, mas uma forte chuva, providencial, impediu que o número fosse maior. Sabe-se que os holandeses calvinistas, ao chegarem à região, restringiram a liberdade de culto dos católicos e os perseguiram, porque eram contra o Império Português no Brasil. Naquele domingo, 16 de julho de 1645, muitos fiéis, famílias e outros residentes, dirigiram-se à igrejinha de Nossa Senhora das Candeias. Naturalmente, para cumprir o preceito religioso, não portavam armas, proibidas pelas autoridades holandesas. Soveral começou a missa e, na hora da consagração, ao elevar a hóstia e o cálice, Rabe mandou fechar todas as portas e deu início à terrível carnificina: os fiéis em oração foram covardemente atacados e assassinados pelos flamengos, com a cumplicidade dos índios tapuias e potiguares. Os fiéis, “entre ânsias fatais, confessaram sua fé em Jesus Cristo, pedindo perdão de suas culpas”. Enquanto o padre André “rezava, às pressas, o ofício da agonia”, foi cruelmente atacado pelos tapuias. No entanto, falando na língua dos indígenas, os exortava a não tocar a sua pessoa e tampouco a profanar as imagens e objetos do altar, para não cometer sacrilégio. Os tapuias recuaram, mas os potiguares não. Então, atacaram o ministro de Deus “despedaçando seu corpo”. O principal autor do cruento assassinato foi o chefe dos potiguares, Jererera, que, empunhando uma adaga, deu o golpe fatal ao sacerdote. Este foi o primeiro episódio do massacre dos protomártires do Rio Grande do Norte. O segundo ataque, por parte dos holandeses calvinistas e dos índios hostis aos católicos, deu-se três meses depois, no dia 3 de outubro de 1645. Aterrorizados pelo que aconteceu em Cunhaú, os católicos de Natal procuravam fugir ou se esconder. Porém, foram pegos, junto com seu pároco, padre Ambrósio Francisco Ferro, e levados para perto da cidade de Uruaçu, onde os soldados holandeses os aguardavam com cerca de duzentos índios, que tinham aversão pelos católicos. O pároco e seus fiéis foram brutalmente torturados e massacrados após bárbaras mutilações. Conforme os relatos da época, “os índios arrancavam as entranhas e cortavam as cabeças, pernas e braços das suas vítimas”. Grupo dos mártires individuados: Padre André de Soveral e Domingos Carvalho, mortos em Cunhaú; Padre Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira, Antônio Vilela, com sua filha; José do Porto, Francisco de Bastos, Diogo Pereira, João Lostão Navarro, Antônio Vilela Cid, Estêvão Machado de Miranda e duas filhas; Vicente de Souza Pereira, Francisco Mendes Pereira, João da Silveira, Simão Correia, Antônio Baracho, João Martins e sete companheiros; Manuel Rodrigues Moura e sua esposa; uma filha de Francisco Dias, mortos em Uruaçu. Padre André de Soveral e seus 29 Companheiros mártires do Rio Grande do Norte foram sacrificados pela intolerância religiosa, pela perseguição contra a fé católica e a fé na Eucaristia. O padre André de Soveral, herói e mártir, foi beatificado em 5 de março de 2000 e canonizado, no dia 15 de outubro de 2017, na Praça de São Pedro, pelo Papa Francisco. A Igreja celebra, no dia 3 de outubro, a festa litúrgica dos Protomártires do Brasil: Padre André de Soveral, Padre Ambrósio Francisco Ferro, o leigo Mateus Moreira e outros 27 Companheiros mártires.

Liturgia, 02/10/26 (6ª-f.) - SANTOS ANJOS DA GUARDA - XXVI *S.T.C.. SANTOS: Joana Emília Villeneuve, Satúrio, Beregiso. POR rep.Paulo Maciel


Liturgia, 02/10/26 (6ª-f.) - SANTOS ANJOS DA GUARDA - XXVI *S.T.C.. SANTOS: Joana Emília Villeneuve, Satúrio, Beregiso. POR rep.Paulo Maciel

- LITURGIA, 02/10/2026 - SEXTA-FEIRA - SANTOS ANJOS DA GUARDA - XXVI *SEMANA DO TEMPO COMUM - ANO LITÚRGICO A. Cor: Branca. Rito: Leituras próprias - 1ª Leitura: Leitura do Livro do Êxodo (Ex 23, 20-23): "...O meu anjo irá à tua frente e te conduzi..." - Sl 90 (91), 1-2. 3-4. 5-6. 10-11 (R. 11). R.: "O Senhor deu uma ordem aos seus anjos, para em todos os caminhos te guardarem.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Mateus (Mt 18, 1-5.10): "... 'os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai'...''. - FONTES: diversas

- SANTOS DO DIA 02 DE OUTUBRO (FONTE: revista.arautos.org (e outros "sites") e Martirológio Romano - São Satúrio, eremita (†606). Viveu em contemplação e penitência numa gruta localizada nas montanhas próximas ao Rio Duero. - São Beregiso, abade (†d. 725). Fundou em Andage, atual Bélgica, um mosteiro de Cônegos Regulares, do qual foi abade. - Santa Joana Emília Villeneuve, virgem (†1854). Fundou em Castres, França, a Congregação de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, conhecidas como “irmãs azuis”, pela cor do seu hábito. DE ACORDO com o blog 'santosebeatoscatolicos.com'. Joana Emília de Villeneuve era neta do Conde de Villeneuve e terceira dos quatro filhos do Marquês Luís de Villeneuve e de Rosália d’Avessens. Os primeiros anos de sua vida transcorreram no Castelo de Hauterive, na proximidade de Castres, na França, onde sua mãe teve que retirar-se por causa de seu delicado estado de saúde. Com a idade de 14 anos, Joana perdeu a mãe, e três anos depois sua irmã Otavia. Estes fatos trágicos marcaram sua existência, bem como o contato que mantinha com o padre jesuíta Le Blanc, a quem transmitia as preocupações sociais que sentia (entre as quais se destaca a miséria que via a seu redor, no contexto histórico dos primeiros albores da revolução industrial). Após a morte de sua mãe, a vida da família de Joana Emília transcorreu entre Hauterive e Toulouse, onde a avó assumiu a educação de seus netos. Aos 19 anos, ela mudou definitivamente para Hauterive com sua família, onde administrava com êxito a vida familiar, aliviando deste encargo seu pai, prefeito de Castres (1826-1830). Pouco depois, declarou a seu pai sua vontade de entrar com as Filhas da Caridade. Ele não aceitou seu pedido e lhe propõs um prazo de reflexão que duraria quatro anos. No final desse prazo, e com a aprovação do Bispo, ela decidiu fundar, com duas companheiras, a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Castres (8 de dezembro de 1836). Elas foram denominadas popularmente irmãs azuis por causa da cor do hábito. Entre os princípios diretivos desta Congregação, se destacam dois: "Deus só" e "Servir aos pobres"... (Com o tempo), o número de Irmãs aumentou, e seu horizonte se ampliou da França ao Senegal, Gâmbia e Gabão, para onde foram as primeiras missionárias... Em 1853, Emília de Villeneuve pediu para ser substituída como dirigente da Congregação, conseguindo que esta tarefa fosse confiada à Irmã Helena Delmas. Ela foi então dedicar-se mais ao aspecto espiritual da Congregação. Em meados de 1854 uma epidemia de cólera e de febre assolou a região. Joana morreu em 2 de outubro de 1854 como consequência da doença... Atualmente a Congregação conta com setecentas religiosas e implantação em 16 países,(com cinquenta colégios e 35 mil alunos por ano...Em Roma possui uma Casa de Hospedagem para acolhida de peregrinos ... Entre 16 de maio e 29 de outubro de 2003 foi realizado o processo diocesano pelo Arcebispado de Barcelona sobre a cura de Binta Diaby, presumidamente milagrosa. No dia 4 de fevereiro de 2005 foi reconhecido pela Congregação para a Causa dos Santos o processo apresentado pelo Tribunal de Barcelona. No dia 16 de fevereiro de 2006, a Consulta Médica do Discatério reconheceu que a cura dos males provocados pela ingestão de soda cáustica, com as consequências pós-operatórias, foi rápida, completa e permanente, e inexplicável à luz dos conhecimentos atuais da Medicina. .. O passo para canonização aconteceu em Petrolina/PE, com a cura milagrosa da garota Emilly, vítima de violenta descarga elétrica que a deixou em estado vegetativo, queimada e desfigurada por 16 dias no hospital... As “irmãs azuis” colocaram uma relíquia da então Beata debaixo do travesseiro do leito de Emilly e, após orações pedindo pela cura da menina, a mesma restabeleceu-se instantânea e completamente... Aprovado este milagre pela Sagrada Congregação para a Causa dos Santos, foi marcada a sua canonização, (que ocorreu) no dia 17 de maio de 2015, pelas mãos do Papa Francisco, na Praça de São Pedro. - SANTOS ANJOS DA GUARDA. DE ACORDO com o "site" da Comunidade Católica "Canção Nova", ´Neste dia em que fazemos memória do nosso protetor, a Igreja termina assim o hino e oração da manhã: “Salvai por vosso filho a nós, no amor; ungidos sejamos pelos anjos; por Deus trino, protegidos!” A palavra anjo significa, “enviado, mensageiro divino”, muitas vezes encontramos as manifestações dos anjos como missionários de Deus, e por isso, com clareza lemos no salmo 91: “Pois Ele encarregará seus anjos de guardar-te em todos os teus caminhos”. Quando nos deparamos com a Anunciação e outros Mistérios da vida de Jesus, conseguimos perceber que este salmo profetiza a presença dos anjos na vida do Senhor. Ora, Cristo é o primogênito de todas as criaturas, nosso irmão e modelo. Se portanto sua humanidade, apesar de unida com a Divindade, era continuamente protegida por anjos, logo quanto mais devemos ser nós, seus membros tão frágeis. Tanto o Pai quer isto que revelou a Jesus: “Guardai-vos de desprezar algum desses pequeninos, pois eu vos digo, nos céus os seus anjos se mantêm sem cessar na presença do meu Pai que está nos céus.” (Mt 18,10). Nos Atos dos Apóstolos e nos escritos de São Bernardo, Santo Tomás de Aquino e outros Doutores da Igreja, encontramos testemunhos que nos motivam a confiarmos nos Santos Anjos protetores de cada um, pois atesta a Sagrada Escritura: “Não são todos (os anjos) eles espíritos cumpridores de funções e enviados a serviço, em proveito daqueles que devem receber a salvação como herança?” (Hb 1,14). Na Inglaterra desde o ano 800 acontecia uma festa dedicada aos Anjos da Guarda e a partir do ano 1111 surgiu uma linda oração (apresentada a seguir). Da Inglaterra esta festa se estendeu de maneira universal depois do ano 1608 por iniciativa do Sumo Pontífice da época. Aprendamos e rezemos esta quase milenar prece: “Anjo do Senhor – que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião – guardai-me neste dia (tarde ou noite); iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém.” - Santos Anjos da Guarda, rogai por nós! - Beatos Luís Yakichi, sua esposa Lúcia Donzai e seus filhos André e Francisco, mártires (†1622). Luís Yakichi, fervoroso cristão e benfeitor dos dominicanos de Nagasaki, foi queimado vivo, após ser torturado e presenciar a decapitação de sua esposa e filhos. - Beato Antônio Chevrier, presbítero (†1879). Fundou em Lyon, França, a Associação dos Padres do Prado, para formar sacerdotes destinados a ensinar aos jovens pobres a Fé cristã. - Beato João Beyzym, presbítero (†1912). Jesuíta de origem polonesa, exerceu seu ministério entre os leprosos em Fianarantsoa, Madagáscar.

Prato chique: canjiquinha, linguiça, ovos, queijo... POR rep. Paulo Maciel. Colatina/ES, 22.set.26. - @paulorobertomacielmaciel7919

ALMOÇO: Canjiquinha, pimenta, ovos, queijo, linguiça, pão, manga. POR repórter Paulo Maciel. Colatina/ES, 22/9/26

- TEXTO, filmagem e narração: REPÓRTER/RADIALISTA Paulo Maciel, de Colatina/ES 

- MÍDIAS DIGITAIS:  Canal do YouTube: YouTube: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - facebook.com/paulomacieldaradio - Instagram: @paulorobertomaciel6/ - Blog: reporterpaulomaciel.blogspot.com 

- Canjiquinha, pimenta calabreza, ovos, queijo, linguiça, pão, manga. Este é o almoço de terça-feira. (22/09/2026) do repórter Paulo Maciel, em Colatina, município da região noroeste do estado do Espírito Santo com mais de 124 mil habitantes (Censo 2021). O alimento foi saboreado na varanda da casa, de frente para a rua Humberto de Campos e travessa Jaudat Rachid, vias de acesso à cidade alta, ou seja, os bairros Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Operário, Pôr do Sol, Moacir Brotas, Jardim Planalto, Vista da Serra e Residencial Nobre.