- PESQUISADO E PRODUZIDO POR repórter Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais: @paulorobertomacielmaciel7919 - @paulorobertomaciel6/ - reporterpaulomaciel.blogspot.com - Paulo Roberto Maciel Maciel - facebook.com/paulomacieldaradio
- LITURGIA. 12/02/2026 - QUINTA-FEIRA - V SEMANA DO TEMPO COMUM. ANO LITÚRGICO "A". Cor: Verde. Rito: Missa à escolha. - 1ª Leitura: Leitura do Primeiro Livro dos Reis (1Rs 11, 4-13): "...o Senhor irritou-se contra Salomão, porque o seu coração tinha-se desviado...". - Sl 105 (106), 3-4. 35-36. 37 e 40 (R. 4). R.: "- Lembrai-vos, ó Senhor, de mim lembrai-vos, segundo o amor que demonstrais ao vosso povo!". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São Marcos (Mc 7, 24-30): "...'também os cachorrinhos, debaixo da mesa,
comem as migalhas'....". - FONTE: Várias publicações católicas.
comem as migalhas'....". - FONTE: Várias publicações católicas.
- SANTOS DO DIA 12 DE FEVEREIRO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano
- Santa Eulália. DE ACORDO com pesquisa do padre Evaldo César de Souza, CSsR, Santa Eulália foi virgem e mártir. Viveu em Barcelona (Espanha) no fim do século III numa família cristã. Quando pequena gostava da companhia das amigas que comungavam da mesma fé em Cristo Jesus, fugia do pecado e era inimiga da vaidade. Quando tinha apenas 14 anos, chegou à Espanha a perseguição contra os cristãos por parte do terrível governante Diocleciano. Eulália soube dos fatos e desejou alegremente o martírio, para assim glorificar e estar com o Cristo no Céu. Os pais religiosos resolveram viajar a fim de se esconderem juntamente com a menina, mas numa noite, em segredo, ela deixou a casa em direção à cidade. Diz-se que um cortejo de anjos iluminava o caminho. De manhã, diante do palácio do governador, ela elevou a voz contra os perseguidores e defendeu os cristãos. O imperador não sabia o que fazer. Tentou convencê-la a adorar os deuses romanos. Além disso, se Eulália abandonasse Jesus Cristo, ela seria presenteada com ouro e joias, e seus pais seriam também agraciados. Ao ouvir tal proposta, Eulália olhou diretamente para o governador e respondeu-lhe: "Não perca seu tempo. Mande logo que me torturem e matem, pois nunca abrirei mão da minha fé". Diante da fé e coragem da jovem Eulália, o governador mandou os algozes queimarem o seu corpo com ferros em brasa... Sua oração durante os sofrimentos era esta: “Agora, ó Jesus, vejo no meu corpo os traços de vossa sagrada paixão”. - São Saturnino e companheiros, mártires. Foram presos, torturados e mortos no ano de 304 durante a perseguição de Diocleciano. São também conhecidos como os mártires da Abitínia. - São Melécio, Bispo (†381). Governou a igreja de Antioquia. Por observar as normas do Concílio de Niceia, foi exilado várias vezes. Morreu quando presidia o Primeiro Concílio Ecumênico de Constantinopla. Suas virtudes mereceram-lhe grandes elogios de São João Crisóstomo e São Gregório de Nissa. - São Bento de Aniane, abade (†821). Educado na corte de Pepino, o Breve, fez-se monge sob a regra beneditina e promoveu a restauração da observância monástica em toda a França e Alemanha. - Santo Antônio Cauleias, Bispo (†901). Patriarca de Constantinopla, trabalhou para consolidar a paz e a unidade na Igreja, conturbada pelo cisma de Fócio. - São Ludão, peregrino (†1202). Natural da Escócia, filho do príncipe Hildebold, dedicou-se ao serviço dos doentes e construiu hospitais e orfanatos. Morreu em Northeim, Alemanha, quando ia em peregrinação às basílicas dos Apóstolos. - Beata Umbelina, abadessa (†1136). Convertida dos prazeres do mundo pelo seu irmão, São Bernardo de Claraval, ingressou, com consentimento do marido, na Abadia de Jully-les-Nonnains, França, da qual se tornou priora. DE ACORDO com o endereço eletrônico 'heroinasdacristandade.blogspot.com', Única irmã de São Bernardo de Claraval (que tinha outros cinco irmãos), Umbelina nasceu por volta de 1092 no Castelo de Fontaine-les-Dijon (na França)... Quando seu pai e seus seis irmãos se consagraram a Deus na Abadia de Citeaux (*), na Borgonha, para levarem uma vida piedosa e exemplar, ela se casou com Guido de Marcy, irmão da Duquesa de Lorena, e, possuindo uma grande fortuna, levava uma vida frívola e mundana. Algum tempo depois, Umbelina resolveu fazer uma visita a Bernardo perto de Claraval, ostentando (muitos adornos) e escoltada por grande séquito. Bernardo recusou-se a recebê-la (até que ela) prometesse seguir os seus conselhos, ou seja, mudasse de vida, abandonando o luxo... Depois de alguns anos, provavelmente inspirando-se na repreensão do irmão, Umbelina obteve a permissão do esposo para ingressar no mosteiro de Jully-les-Nonnais, próximo de Troyes, como simples monja. Decidiu penitenciar-se pelos anos de vaidade e de luxo com inúmeras mortificações. Mais tarde se tornou abadessa. Este mosteiro logo se tornou pequeno para acolher as novas vocações. Assim, ela precisou fundar um novo mosteiro em Crisenon. Umbelina faleceu por volta de 1140, na presença de três de seus irmãos: Bernardo, André e Nivardo. O seu culto foi confirmado em 1703 e a sua comemoração fixada no dia 12 de fevereiro no novo Martirológio Romano. A Beata Umbelina é patrona daqueles que perderam seus pais. . - Beatos Tomás Hemmerford, Tiago Fenn, João Nutter, João Munden e Jorge Haydock, presbíteros e mártires (†1584). Eviscerados ainda vivos em Tyburn, Londres, durante o reinado de Elizabeth I.

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