- POR repórter/radialista/blogueiro Paulo Maciel, de Colatina/ES. - REDES digitais/telemáticas/web: @paulorobertomacielmaciel7919 - Paulo Roberto Maciel Maciel - reporterpaulomaciel.blogspot.com - @paulorobertomaciel6/ - facebook.com/paulomacieldaradio
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| Catedral, Colatina, POR Paulo Maciel. 19h, 7-3-26 |
- LITURGIA.20/03/2026 - SEXTA-FEIRA - IV SEMANA DA QUARESMA - ANO LITÚRGICO A. Cor: Roxa. Rito: Missa própria, Prefácio da Quaresma. - 1ª Leitura: Leitura do Livro da Sabedoria (Sb 2, 1a. 12-22): "...a malícia os torna cegos, não conhecem os segredos de Deus...". - Sl 33 (34), 17-18. 19-20. 21 e 23 (R. 19a). R.: "Do coração atribulado está perto o Senhor.". - Evangelho: Leitura do Evangelho de São João (Jo 7, 1-2. 10. 25-30): "...'as autoridades reconheceram que ele é o Messias?'...". - FONTE: novaalianca.com.br - SANTOS DO DIA 20 DE MARÇO. (FONTE: revista.arautos.org e outros "sites") - e Martirológio Romano - - SÃO JOÃO, ABADE - DE ACORDO com o "site" do Vaticano, ´Natural de Espoleto, na Úmbria, João viveu no século VI. Tornou-se abade da abadia de Santo Estêvão de Parrano, perto de Nocera Umbria, onde instruiu e formou muitos jovens monges na fé em Deus Pai, valendo-se sempre de dois instrumentos: o silêncio e a oração.` - SÃO JOÃO NEPOMUCENO, PRESBÍTERO E MÁRTIR DE PRAGA - DE ACORDO com o "site" do Vaticano, ´O martírio de São João Nepomuceno ocorreu em Praga, em fins do ano 1300. Era um humilde sacerdote e pregador na corte do rei Venceslau IV. Ao opor-se ao monarca, com firmeza, pagou com a vida as suas pretensões que violariam a sacralidade da Confissão e a liberdade da Igreja... A história principal narra que foi um homem intelectual - graduou-se em Direito Canônico, em Pádua, no ano 1387 - mas também era uma pessoa que não usava sua vocação para fazer carreira. Foi pároco, exerceu vários encargos eclesiásticos e foi nomeado canônico da Catedral de São Víctor, mas sem seus benefícios decorrentes. No entanto, uma estrela brilhou, sobretudo, no escuro: em 1393, o arcebispo de Praga quis que aquele sacerdote fosse seu Vigário geral. Mesmo contra a sua vontade, João se destacou por seus méritos, entre os quais o de ser um brilhante pregador. Como tal, foi chamado à corte pelo rei Wenceslau IV. Tudo parecia perfeito, mas não era. Como todos os reis, Wenceslau também tinha seus planos. Em 1393, quando o mosteiro de Kladruby ficou vacante pela morte do abade, o monarca mandou transformá-lo em sede episcopal, onde colocaria ali uma pessoa do seu agrado. João rebelou-se. Como especialista em Código Canônico, sabia que aceitar esta decisão equivaleria a uma grave violação da liberdade eclesial. Por isso, lutou para a eleição de um novo abade, confirmando-a canonicamente. O rei não se rebaixou e mandou prender João com outras três personalidades da Igreja. Diante das torturas, os outros cederam, mas João resistiu. Então, Venceslau mandou executá-lo. Na noite de 20 de março de 1393, o sacerdote foi levado acorrentado até o rio Moldava, e jogado da ponte do rio adentro. A ideia era fazê-lo desaparecer às escondidas, mas, no dia seguinte, o corpo de João foi encontrado às margens do rio, circundado por uma luz extraordinária. A suspeita sobre quem havia mandado assassiná-lo correu de boca em boca.... A outra história sobre a vida de João, a menos institucional, veio à luz após alguns anos, ou seja, 60 anos depois. A esposa de Wenceslau, a rainha Joana da Baviera, narrou que João foi seu confessor, um homem de grande profundidade espiritual. A rainha também tinha uma fé transparente; passava horas e horas em oração e, sobretudo, suportava com dignidade as contínuas traições do marido, que se dividia entre o álcool e as cortesãs. No entanto, como trágico paradoxo, era Wenceslau quem duvidava da lealdade da sua esposa. Primeiro, suspeitou de um seu relacionamento com João; depois, da existência de algum outro amante, que o confessor não podia não saber. Certo dia, o rei mandou o sacerdote revelar-lhe as confidências da rainha, mas João se opôs por não violar o segredo da confissão. Seguiram-se novos pedidos e intimidações que não mudaram a atitude do sacerdote... Esta história também terminou como a primeira: João foi brutalmente jogado na correnteza do rio Moldava. Ainda hoje, entre o sexto e o sétimo pilar ao longo do rio há uma cruz, que recorda o sacrifício de um padre humilde e corajoso, lembrado como o mártir do sigilo sacramental.` - SÃO JOÃO NEPOMUCENO, ROGAI POR NÓS! - SÃO MARTINHO DE BRAGA. DE ACORDO com pesquisa de José Duarte de Barros Filho ("Site" a12), Martinho nasceu na Panônia, atual Hungria, provavelmente no ano de 518. Foi para o Oriente, onde estudou grego e ciências eclesiásticas, quando Santo Isidoro o chamou de ilustre na Fé e na Ciência, e São Gregório de Tours o considerou como um dos homens insuperáveis do seu tempo. Voltando ao Ocidente, continuou os estudos, em Roma e na França... Visitou o túmulo de São Martinho de Tours, de quem era devoto. Conheceu o rei Charrico dos suevos, povo de origem germânica que invadiu a Península Ibérica (Hispânia do Império Romano) em 409, tendo ali permanecido até 585, quando foram derrotados pelos visigodos... Martinho acompanhou Charrico na volta ao seu reino... De 561 a 563 Martinho convocou o 1° Concílio de Braga, quando proibiu que se cantassem muitos dos hinos e cantos de caráter popular nas missas e celebrações. Com o tempo, a música litúrgica foi sendo fixada... A contribuição de Martinho na história da cultura e língua portuguesa foi importante, com a adoção dos nomes dos dias da semana: segunda-feira, terça-feira, etc.. Até então, todas as línguas utilizavam nomes de deuses pagãos para este fim, relacionados aos astros, o que se mantém até hoje exceto no Português... Martinho utilizou uma nomenclatura escolástica...: Feria secunda, Feria tertia, Feria quarta, Feria quinta, Feria sexta, Sabbatum, Dominica Dies. O sábado foi em referência ao shabat sagrado dos judeus, que no catolicismo foi substituído pelo “Dia do Senhor (Dominus)”, o domingo... Martinho faleceu em 20 de março de 579... É também conhecido como Martinho de Braga ou Martinho de Dume, Martinho Dumiense, Martinho Bracarense ou Martinho da Panônia. É considerado Apóstolo dos Suevos e principal padroeiro da arquidiocese de Braga. A sua festa litúrgica oficial, no Calendário Romano, é a 5 de dezembro, mas a 22 de outubro na diocese de Braga e 20 de março em Portugal e na igreja Ortodoxa, que também o reconhece como santo.`